Mostrando postagens com marcador e-Commerce. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador e-Commerce. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Como empresas podem usar o Facebook para conseguir clientes.

Boa tarde!

Após algum tempo afastado dos trabalhos por aqui, segue mais um texto escrito por mim, fazendo um link entre Business e Facebook, casamento que se bem cuidado, rende muitos frutos.


Após assistir a palestra que originou o título deste texto, ministrada por Pedro Superte, CEO na empresa Dynamo Publicidade Online, ficou ainda mais evidente que o Facebook é sim um ótimo meio de comunicação entre cliente e fornecedor. A palavra relacionamento ganha enorme força quando o assunto é esta rede social. Relacionar-se, é mais do que simplesmente efetuar uma venda, por exemplo, é manter contato, é realizar um bom pós venda, é tornar-se visível, e mais do que tudo isso, é tornar o cliente fiel a empresa, fiel a marca. 

O palestrante evidenciou algumas maneiras de como uma empresa pode se relacionar com seus clientes dentro do Facebook, mais do que criar um anuncio, ou mesmo criar uma FanPage, Pedro enfatizou que o mais importante é estar presente na time line dos clientes. O Facebook disponibiliza, por exemplo, filtros que permitem descobrir exatamente os gostos e manias de seus clientes. Você pode, após descobrir as principais características dos seus clientes, fazer um anuncio direcionado exatamente para o público que deseja atingir. 


Falando mais especificamente do recurso FanPage, oferecido também pelo Facebook, deve-se prestar a atenção não só em conquistar um “curtir” de um cliente ou de um possível cliente, mas sim tornar esse cliente fiel a empresa, fazer com que ele se relacione com a organização, e isso não é uma tarefa fácil. Primeiramente, a empresa precisar ter um certo cuidado com o que posta em sua página, página essa, que não destacado até aqui, é criada totalmente de forma gratuita, e que apesar disso, oferece ótimas ferramentas de diagnóstico dos visitantes. Focando novamente no conteúdo disponibilizado na time line da empresa, é necessário ter alguns cuidados: vídeos são pouco acessados; muito texto não agrada os internautas; mais de uma chamada ação também não é indicado. O que Superte indica são imagens acompanhadas de texto. 

Não pode-se esquecer que o Facebook tem uma ferramenta extraordinária, que defini para cada usuário quem realmente é importante para a sua vida, vida on line, pelo menos. Se um usuário qualquer nunca curtir, compartilhar ou comentar o conteúdo de uma empresa, ou até mesmo o conteúdo de um amigo pessoal, aos poucos essa organização ou amigo começa a perder espaço na time line do usuário, o que no caso de dois amigos pode não representar muito, mas no relacionamento entre cliente e fornecedor, pode sim ser muito representativo. Por fim, destaca-se que essa rede social, apesar de ter sido criada sem muitas expectativas, hoje apresenta ferramentas que talvez a 5, quem sabe 4 anos atrás ninguém imaginava. 


O Facebook veio pra ficar, mais do que isso, veio para de uma vez por todas aproximar clientes e fornecedores, consumidores finais e varejistas, e assim por diante. Uma dica final: sempre responda seus clientes e até mesmo colaboradores quando a empresa for procurada via fan page, isso pode demonstrar a importância que a organização está dando ao relacionamento que alí existe. Porém, muito cuidado, porque se a resposta não for apropriada ou até mesmo não houver resposta, as conseqüências podem ser irreparáveis.

sábado, 24 de setembro de 2011

Benditos Pôneis! Se analisado pelo lado positivo. E a parte ruim?

Bom dia!

Como este assunto que virou febre nacional passou despercebido aqui no Blog, acredito que mesmo que todos já tenham ouvido falar BASTANTE dos "Pôneis Malditos", vale um post por aqui também.


Começou com um comercial de TV onde os telespectadores não tinham muita noção do que se tratava, porém, um comercial marcante, do tipo "chiclete", entendem né?
Enfim, era o comercial da montadora de automóveis Nissan, mais especificadamente a caminhoneta Frontier. A propaganda focava em uma caminhoneta qualquer da concorrência, onde ao invés de cavalos (unidade de medida de força dos motores de carros em geral) apareciam pôneis coloridos, chamados de malditos porque o proprietário do automóvel em questão, se encontrava em situação difícil por não contar com os cavalos de força necessários em sua caminhoneta.
Até aí nada de mais, mas como já comentei acima, a propaganda era marcante, tipo as músicas do cantor Latino, por exemplo, que de boas não tem nada, mas ficam horas em nossas cabeças quando as escutamos, sem querer é claro. Opinião.



Bom, a tal campanha de marketing da montadora, ganharia diversos prêmios Brasil a fora. Dois troféus Galos de Ouro nas categoria Cine/TV e Mídia Digital do Festival Mundial de Publicidade de Gramado. Destaque na pesquisa Lembranças de Marcas na Propaganda de TV, da Datafolha. E classificada entre as marcas preferidas e mais lembradas em Julho.

Mas e a repercussão causada pela internet, onde está o YouTube, o Twitter, nesta análise? É exatamente este ponto de vista que quero abordar. O vídeo do comercial na TV teve mais de 12 milhões de visualizações no YouTube, além de ter sido considerado o "Trending Topic do Ano", sendo o vídeo com maior repercussão na internet e Twitter brasileiros.
Ótimo, não? Por enquanto sim. Até agora estamos apenas provando a força que a internet está mostrando quando o assunto é repercussão e impacto entre os consumidores. O mundo é virtual hoje em dia. Por que não explorá-lo da melhor maneira? Pergunta já respondida a algum tempo por profissionais de marketing que estão sempre em busca de qualificação e aperfeiçoamento.

Agora mudando um pouco de ponto de vista, deixando um pouco de lado a parte "boa" da internet para as organizações, quero comentar casos como o da Brastemp e da Arezzo, por exemplo, que tiveram suas marcas vistas de maneira completamente negativa, em função da velocidade e amplitude que as informações têm, com o advento da internet e também das comentadíssimas redes sociais.

No caso da Brastemp, um consumidor insatisfeito postou um vídeo no YouTube, reclamando e apontando os defeitos encontrados no produto comprado. Além disso, usou o próprio slogan da marca contra ela. A Brastemp, em suas campanhas publicitárias, sempre se referiu a seus concorrentes como: Não é uma Brastemp! Então, o que o consumidor falou no vídeo foi: Ok, realmente não é uma Brastemp! O vídeo "bombou", e rapidinho chegou aos Trending Topics do Twitter brasileiro. Resultado: totalmente negativo para a marca.
Tivemos ainda o caso da Arezzo. Famosa marca de sapatos femininos e bolsas, que sem qualquer cuidado anunciou uma nova coleção com peles naturais de animais. Para que, não é? Rapidamente, Ong's e ativistas fizeram o que seus papéis mandam, e espalharam por toda a rede a notícia, direcionando para os efeitos negativos é claro. Mais uma marca nos Trendig Topics do Twitter. Não por bem, e sim por mal.



Ainda cito o caso da Zara, tema de um post especial aqui do Blog (O Diabo veste Zara! Sugestivo, não?) que também teve repercussão muito negativa na rede após denúncia de trabalho escravo.


Não sou um expert em marketing, muito menos em sistemas de informação, como a internet, também não sou especialista em comunicação, mas com tudo o que vem acontecendo através da internet brasileira e Mundial, vale prestar um pouco mais de atenção no que está por vir.
O mundo já não é mais somente real, ele agora também é virtual, digital. Para o bem, ou para o mal. Quem decide?

Fontes:

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Cultura Organizacional. O Desafio de mudar paradigmas.

Boa tarde!


Publico a seguir texto assinado por mim, que fala um pouco sobre o assunto proposto no título do post.


A palavra PARADIGMA, de origem grega, parádeigma, nada mais é do que um padrão a ser seguido, uma matriz, uma referência inicial de determinado processo. 
Mas o que isso tem a ver com cultura organizacional? Ou melhor, mudança de cultura organizacional? Tudo a ver. 

Paradigmas em uma empresa, são os costumes, vícios adquiridos pelos colaboradores, muitas vezes estimulados por seus próprios gestores. 
Mas o que há de errado nisso? É preciso ser avaliado de uma forma geral, de um ponto de vista onde o crescimento contínuo da organização seja levado a sério. 
A partir do momento em que a tecnologia começa a fazer parte do dia-a-dia de nossas empresas, alguns costumes precisam ser reavaliados. Os softwares de gestão empresarial, ou melhor, os MRP’s, estão aí justamente para nos provar isso. O que seriam das grandes organizações sem seus sistemas de informação apurados, o que seria das empresas que atuam somente com o canal de venda e-Commerce, se há menos de 20 anos não sabíamos se quer o que era internet. 

É aí que entra a ligação entre mudança de cultura organizacional e paradigmas. Pode não parecer, mas uma empresa de grande porte, que depende totalmente de seu software de gestão, bem provavelmente, um dia não contou com o mesmo, ou seja, em um momento ou outro teve que deixar de lado seus paradigmas para dar espaço as mudanças tecnológicas que se impõe para que uma organização continue competitiva. 

Uma empresa sempre terá onde melhorar, se for diferente disso, acabará ficando para trás das demais concorrentes. 

Vejamos o caso de uma empresa que precisa mudar um determinado processo de produção, para diminuir seus custos com desperdício de matéria-prima, porém, até o presente momento, não se tinha a percepção de que isto poderia ser melhorado e tudo corria bem. A primeira reação dos colaboradores que participam do processo será negativa, afinal, sempre foi assim. Um paradigma. Esses profissionais precisam ser treinados para o novo método de processo, e mais importante, precisam entender a importância e necessidade dele. 


Segue vídeo abaixo onde representa exatamente o que estamos constatando: 


Como acontece com freqüência em nossas empresas, veja que após a entrada de todos os novos macacos, mesmo assim eles não subiam a escada atrás das bananas, porém, nenhum deles sabia por quê. Isso é comum nas organizações. Você visualiza um processo que pode ser melhorado, ao mesmo tempo percebe que a pessoa que esta ali o desempenhando, o faz com muita naturalidade, aí chega e pergunta: Porque você está fazendo isto desta maneira? Se você estiver em uma empresa que apresenta resistência a mudança de paradigmas, a provável resposta será: Não sei, sempre foi assim. 

Agora imagine você um líder de setor, que trabalha em uma empresa a 10, 15 anos, sempre com seus costumes e padrões definidos, e que fica sabendo que novos métodos e novos processos serão implementados na empresa, o que ele sentirá? Sentimento de perda, sentimento de que está sendo passado para trás, com certeza. Não quer dizer que este profissional não poderá se adequar as novas práticas de trabalhos, e quem sabe até mesmo se destacar ainda mais com elas, o que acontece é que você está apagando toda uma história de experiências deste profissional, ele terá que começar novamente do zero, e é neste momento que as empresas encontram as maiores dificuldades. 
Boicotes são normais nestes casos. 

Para se ter uma ideia de como é importante a cultura de uma empresa, e quanto ela representa para o processo como um todo, novos funcionários da empresa Toyota, a última empresa a realmente revolucionou o sistema de produção, e criadora das melhores ferramentas para isso, esses colaboradores passam seis meses somente em treinamento, onde um mês inteiro eles ficam em sala de aula estudando a cultura da empresa. Sempre que há alguma alteração a fazer, todos os profissionais passam por novo treinamento onde recebem informações completas de porque e como precisam agir a partir de então. 

E se uma empresa brasileira, com seus costumes e paradigmas formados, ter que se adaptar a um sistema Toyota de produção? Não é fácil de imaginar. 

Mudança de cultura organizacional é uma tarefa muito complexa e desafiadora, além de requerer muita habilidade no contato com os colaboradores da empresa. Se é um desafio, vale a pena tentar.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Vendas X e-Commerce X Redes Sociais. Pura ousadia.

Boa tarde!



Motivado por minha professora na disciplina Estratégia em Vendas, Simone Carvalho da Rosa, tive acesso a matéria publicada no site Mundodomarketink.com.br que trata da nova e ousada estratégia de vendas da rede de lojas Magazine Luiza. A professora sugeriu um trabalho para a disciplina sobre o assunto.
Após leitura da matéria, ainda tive a oportunidade de ler, no site Administradores.com.br, sobre o mesmo assunto.

Trata-se do Social Commerce.





É uma estratégia bastante ousada da Magazine Luiza, e pode ser considerada pioneira no Brasil, tratando-se do modelo sugerido pela empresa, pelo menos.

Algumas considerações precisam ser feitas.

Acredito que o reflexo na estrutura do canal de vendas (varejo) das empresas que estão investindo no e-commerce, pode ser avaliado de duas maneiras. Primeiramente, se abre a possibilidade de redução no faturamento gerado diretamente no varejo, seguindo uma ideia de que as vendas pelos canais web poderiam fazer com que clientes que compravam diretamente nas lojas físicas, migrem para esse novo método de consumo. Essa mudança de comportamento do cliente poderia ser encarada de forma negativa, a partir do momento em que as estruturas e custos fixos do varejo fossem afetados pela baixa no faturamento gerado. Por outro lado, empresas como a própria Magazine Luiza já dispõe de lojas de varejo que não contam com estoque. Neste modelo o cliente chega, recebe a ajuda de um vendedor, que por sua vez o auxilia na busca pelo produto, porém, tudo através da loja virtual. Neste caso, o varejo perde um pouco de suas características principais, mas por outro lado, viabiliza uma redução de custos consideráveis, tendo em vista a menor necessidade de área física, além de precisar de menos funcionários. Enfim, com o aumento das vendas através dos canais via web, a empresa poderá enfrentar dificuldades e também oportunidades, vai depender de caso a caso, para se avaliar e tomar a decisão correta. 

Sob o aspecto social, as estruturas comerciais serão afetadas negativamente, afinal, quanto mais crescer o consumo de produtos através de canais web, menor será a necessidade de mão-de-obra nos varejos. Porém, assim como visto acima, se analisado através de uma visão de custos, é bem provável que seja positivo para a empresa, que deverá fazer uma análise para saber se é viável ou não, investir cada vez mais em vendas via e-commerce tendo como um dos seus objetivos a diminuição de custos através da demissão de funcionários. 

Na logística de transporte, com certeza se perceberá um aumento de custo e também de esforços para que o projeto funcione de maneira rentável e eficaz. O consumidor que compra pela internet, mesmo sabendo que não poderá tocar ou até testar o produto, deseja rapidez na entrega, na medida em que as vendas de uma empresa aumentam significadamente através de canais web, tem que se estar preparado para um aumento também significativo com a logística de entrega dos produtos. É preciso além disso, uma estratégia muito bem alinhada. Nos dias de hoje, empresas que não entregam em dois, no máximo três dias, acabam perdendo mercado por este motivo. 

A relação com o consumidor, em partes, fica afetada negativamente. Fica cada vez mais fraca a idéia do corpo a corpo. A própria Magazine Luiza, que sempre prezou por este contato, por receber o cliente na loja como se ele estivesse em casa, vai acabar perdendo credibilidade neste aspecto. Tem-se exemplos de outras empresas, como a Taqi, do Grupo Herval, que inclusive utiliza atualmente o slogan “Lojas Taqi. Taqi ta em casa.”. Esta empresa precisaria redirecionar toda sua estrutura de marketing a partir do momento em que decidirem entrar de vez no mundo virtual. 

Netshoes, Submarino, Comprafacil.com e Shopfacil.com, por exemplo, são empresas que tem um único canal de vendas, justamente o e-commerce. 
Já empresas como as Lojas Americanas, Natura, O Boticário e a própria Magazine Luiza, iniciaram seus trabalhos através de outros canais, porém, acabaram migrando também para a venda via web. 

Acredito que empresas como a Netshoes, que já nascem com seu planejamento e estratégias voltadas totalmente para o comércio virtual, podem apresentar um rendimento um pouco mais satisfatório em curto prazo. Por outro lado, as empresas que sempre atuaram no varejo, como a Lojas Americanas, têm um pouco mais de dificuldade, porque precisam saber exatamente quanto a entrada nos canais de e-commerce, irá representar de perda de faturamento no varejo, e também como seu consumidor irá assimilar esta mudança de estratégia de vendas.

Acredito também que o e-commerce é um dos canais de vendas que mais crescerá num futuro próximo. 

Atualmente, até mesmo marcas de roupas já vendem por estes canais, ficando evidente, a importância da logística reversa, porque a roupa pode não servir, ou também para o caso de produtos defeituosos, por exemplo. Nestes casos, a logística reversa deverá ser tão eficiente como a logística de entrega. 

Enfim, o mundo virtual parece não ter limites, as lojas virtuais já estão representando altos índices de faturamento para as empresas que já trabalham com tais canais. Agora, e com certeza isso não é uma idéia só da Magazine Luiza, as tão faladas e utilizadas redes sociais aparecem como uma ferramenta de vendas para as empresas. Marketing nas redes sociais já se faz há algum tempo, mas a venda direta, e da maneira como a Luiza está projetando, admito que pode ser uma estratégia e tanto. 

É só pensar nos consultores de vendas da Natura, por exemplo. Atualmente a Natura até vende através do canal web, porém, fez crescer e fortaleceu imensamente sua marca através de seus consultores. 
Na verdade, o que a Magazine Luiza está propondo, é a mesma modalidade de canal, porém no seu caso utilizando o mundo virtual, e tudo que ele tem a oferecer como diferencial.

É o futuro. E o futuro é agora.


A seguir disponibilizo os dois link's que me motivaram a escrever este post.

Mundodomarketing.com.br.
Administradores.com.br.