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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Como empresas podem usar o Facebook para conseguir clientes.

Boa tarde!

Após algum tempo afastado dos trabalhos por aqui, segue mais um texto escrito por mim, fazendo um link entre Business e Facebook, casamento que se bem cuidado, rende muitos frutos.


Após assistir a palestra que originou o título deste texto, ministrada por Pedro Superte, CEO na empresa Dynamo Publicidade Online, ficou ainda mais evidente que o Facebook é sim um ótimo meio de comunicação entre cliente e fornecedor. A palavra relacionamento ganha enorme força quando o assunto é esta rede social. Relacionar-se, é mais do que simplesmente efetuar uma venda, por exemplo, é manter contato, é realizar um bom pós venda, é tornar-se visível, e mais do que tudo isso, é tornar o cliente fiel a empresa, fiel a marca. 

O palestrante evidenciou algumas maneiras de como uma empresa pode se relacionar com seus clientes dentro do Facebook, mais do que criar um anuncio, ou mesmo criar uma FanPage, Pedro enfatizou que o mais importante é estar presente na time line dos clientes. O Facebook disponibiliza, por exemplo, filtros que permitem descobrir exatamente os gostos e manias de seus clientes. Você pode, após descobrir as principais características dos seus clientes, fazer um anuncio direcionado exatamente para o público que deseja atingir. 


Falando mais especificamente do recurso FanPage, oferecido também pelo Facebook, deve-se prestar a atenção não só em conquistar um “curtir” de um cliente ou de um possível cliente, mas sim tornar esse cliente fiel a empresa, fazer com que ele se relacione com a organização, e isso não é uma tarefa fácil. Primeiramente, a empresa precisar ter um certo cuidado com o que posta em sua página, página essa, que não destacado até aqui, é criada totalmente de forma gratuita, e que apesar disso, oferece ótimas ferramentas de diagnóstico dos visitantes. Focando novamente no conteúdo disponibilizado na time line da empresa, é necessário ter alguns cuidados: vídeos são pouco acessados; muito texto não agrada os internautas; mais de uma chamada ação também não é indicado. O que Superte indica são imagens acompanhadas de texto. 

Não pode-se esquecer que o Facebook tem uma ferramenta extraordinária, que defini para cada usuário quem realmente é importante para a sua vida, vida on line, pelo menos. Se um usuário qualquer nunca curtir, compartilhar ou comentar o conteúdo de uma empresa, ou até mesmo o conteúdo de um amigo pessoal, aos poucos essa organização ou amigo começa a perder espaço na time line do usuário, o que no caso de dois amigos pode não representar muito, mas no relacionamento entre cliente e fornecedor, pode sim ser muito representativo. Por fim, destaca-se que essa rede social, apesar de ter sido criada sem muitas expectativas, hoje apresenta ferramentas que talvez a 5, quem sabe 4 anos atrás ninguém imaginava. 


O Facebook veio pra ficar, mais do que isso, veio para de uma vez por todas aproximar clientes e fornecedores, consumidores finais e varejistas, e assim por diante. Uma dica final: sempre responda seus clientes e até mesmo colaboradores quando a empresa for procurada via fan page, isso pode demonstrar a importância que a organização está dando ao relacionamento que alí existe. Porém, muito cuidado, porque se a resposta não for apropriada ou até mesmo não houver resposta, as conseqüências podem ser irreparáveis.

quarta-feira, 21 de março de 2012

De novo, marketing. Apenas? (O caso da Via Marte)

Boa tarde!

Abaixo publico aqui no Blog texto que escrevi agora a pouco, depois de parar e tentar descobrir o que de fato está por trás do tão comentado comercial de lançamento da coleção outono / inverno da empresa Via Marte. Não sou o dono da verdade, claro, mas acho que tem um pouco de tudo isso que vão ler a seguir. 


Deve ter sido um trabalho duro, árduo, de muita dedicação. O departamento de marketing da empresa Via Marte, uma das grandes do calçado que ainda despontam como líderes na região, parece ter sido muito feliz no seu último trabalho. A coleção outono / inverno de sapatos da empresa parece estar realmente agradando muito suas consumidoras e até mesmo os críticos do assunto. 

Feito o elogio, pergunto-me: Valeria todo o esforço dos profissionais de marketing, para entender o mercado, aliar-se aos modelistas, e, por fim, lançarem a coleção, se não entrassem em ação logo após o pessoal da publicidade, propaganda e da comunicação? Acredito que não. 

O comercial que a empresa desenvolveu para apresentar sua nova coleção foi ao ar, no último dia 15, nada mais, nada menos, que no intervalo da novela “das nove” da maior emissora de televisão do Brasil, a Rede Globo.

Bom, como os assuntos tratados nos textos que escrevo se limitam a administração, posso falar de publicidade, propaganda e também de comunicação, mas com considerações um tanto superficiais, sem me aprofundar muito, digamos que com um olhar de gestão, só. 

A comunicação, por exemplo, está, e necessariamente tem que estar, em todos os processos da administração, em todos os processos de uma organização. Pode ser comunicação com os colaboradores, com os fornecedores, com os acionistas, entre outros. Porém, a comunicação em questão, é a comunicação entre empresa e cliente. Acredito que a maneira com que a Via Marte optou por comunicar seus clientes de que sua nova coleção estava pronta, e mais do que isso, mostrá-la, em horário nobre, com um comercial de 2 minutos, isso mesmo, as duas primeiras inserções foram de dois minutos, foi a melhor. Foi perfeito. Em tempos de redes sociais, logo após o comercial ir ao ar, o termo “Via Marte” já era um dos assuntos mais comentados no Twitter, bacana, não? 
Ainda falando de comunicação, agora de empresa para com seus colaboradores, no dia seguinte, sexta-feira, 16 de março, a empresa reuniu seus funcionários para mostrar a todos o que um dia antes havia chocado o Brasil. 

A vitória é de todos, marketing, publicidade e propaganda, comunicação, modelistas, enfim, são muitos envolvidos. Mas mais do que isso, é de uma empresa familiar, que conseguiu quebrar a barreira da profissionalização e esse ano completa 35 anos de sua fundação. 

De novo, como já escrevi em outros textos: cada um na sua, com todos fazendo o que podem render mais, o todo só terá um destino, o sucesso. 
PARABÉNS VIA MARTE!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Será que é promoção?

Bom dia a todos! 

Primeiramente gostaria de me desculpar por estar um tanto afastado do Blog, para quem o acompanha, deve ter percebido que há duas semanas não posto o "texto da semana". 
Felizmente, para minha vida profissional, estou com muito trabalho, o que, se analisado por um olhar mais "blogueiro" é ruim, porque acabo ficando sem tempo para escrever por aqui. Mas enfim, em dias como o de hoje, vou dando um jeitinho de passar por aqui e continuar mantendo este meu passa tempo cada vez mais atualizado. 

O texto de hoje, até pelos motivos já citados no parágrafo anterior, se mostrará bastante breve, mas espero que possa agregar algum conhecimento para todos que tiverem a oportunidade de ler. 


Promoção! 
O que esta palavra nos lembra? Preço baixo? Liquidação? Comprar mais com menos? Na verdade lembra tudo isso, não é? Mas promoção é mais do que isso. Um promotor de vendas da Ambev, por exemplo, não está lá caminhando em volta dos corredores dos grandes super mercados a fim de baixar os preços dos refrigerantes ou cervejas, mas sim, esta lá para promover seus produtos, colocá-los em evidência, na linha dos nossos olhos. 

Então, promoção não quer dizer preço baixo? Não. 

Uma empresa que disponibiliza um serviço de degustação de um determinado produto, em sua loja, ou mesmo no varejo, está promovendo seu produto, mesmo que ele não esteja com o preço abaixo da tabela. 

Feita essa breve relação de promoção com preços baixos, fica bastante evidente que promover um produto, ou colocá-lo em promoção, tem muito mais a ver com várias ações de marketing, de relacionamento com o cliente, do que com simplesmente baixar os preços. 


Como este Blog trata de assuntos ligados a administração, e por sua vez, existe um administrador por trás dele também, precisamos promovê-lo. É por isso que lançamos juntamente com o post de hoje nossa primeira promoção para os leitores. 

Já avisado anteriormente, o Blog vai sortear um livro que conta a biografia de um dos maiores administradores e experts em inovação: Steve Jobs. 



Para participar é fácil, basta curtir a página do Blog no Facebook, ir até o menu PROMOÇÕES no lado esquerdo dá página, ler as instruções, participar e ficar na torcida. 

O resultado sai no dia 13/03, uma terça-feira.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ei, vamos falar de Marketing?

Boa tarde! 

Publico a seguir texto que aborda este tão importante braço da administração de empresas, afinal, é através do marketing que se tem o contato direto com o cliente e todas as suas necessidades. 


Marketing digital, marketing estratégico, marketing de relacionamento, pesquisa de marketing. São tantas as possibilidades de se abordar marketing, que seria impossível escrever um bom texto em 30, 40 linhas. Aborda-se, então, quem sabe uma das características mais importantes disso tudo: Comunicação e publicidade. 

Exemplos de campanhas publicitárias de sucesso são tantos, e às vezes tão impactantes, que é comum nem nos darmos conta que sem o marketing não há publicidade, afinal, uma campanha de comunicação entre qualquer organização e seu consumidor, só é estruturada depois de o marketing passar todas as necessidades e características desse consumidor para a empresa, ou setor dentro da própria empresa responsável pela publicidade. 

Coca-Cola, Havaianas, Cerveja Skol. São vários os exemplos, mas é a partir de outra empresa que se fará as maiores considerações por aqui, o Grupo Zaffari. Pode parecer oportunismo, mas não, não é de agora que este grupo de reconhecido sucesso no cenário gaúcho se utiliza de datas festivas para aproximar-se de seus clientes, e um aspecto é percebido em todas as ultimas inserções da empresa na televisão, o aspecto emocional. Campanhas reverenciando as Mães, em seu dia, o aniversário de Porto Alegre, Semana Farroupilha e, que agora está em evidência, o Natal. 

O que a empresa aborda, em nenhum momento é o seu produto, ou preço baixo, quiçá qualidade ou bom atendimento. A empresa simplesmente se coloca em evidência. Está na boca do povo. Com a ferramenta da internet então, nem se fala, ou você não sabe de qual propaganda eu estou falando? Difícil não saber. Claro, falando-se do Grupo Zaffari, nem é preciso discutir muito qualidade ou preço, a empresa já tem seu público bem definido, o que se fala aqui é da importância de saber usar o que se tem a disposição para chamar ainda mais a atenção de quem está a sua volta, além é claro, do que realmente é mensurável em marketing, que é o relacionamento com o cliente, promoções, o produto em si, entre outros. 

É claro que de nada adianta uma inovadora estratégia de marketing, uma equipe excelente de vendas, campanhas extraordinárias na televisão, se o produto ou serviço não atingir as expectativas do cliente, isso é essencial. Juntar tudo isso é administrar, é saber liderar, é ter visão estratégica, uma visão compartilhada de todo o processo, e isso não se faz sozinho. Liderar é fácil quando se reúne pessoas melhores que você a sua volta. 


Divido com vocês abaixo a propaganda do Grupo Zaffari para este Natal, e mais algumas que emocionaram e continuam emocionando quem as vê, por suas diferentes abordagens.





terça-feira, 29 de novembro de 2011

Inovação! O que não vemos por trás dos produtos inovadores.

Boa tarde! 


Publico abaixo texto escrito por mim, trazendo um olhar um pouquinho mais estratégico sobre a ideia de inovação nas organizações. A intenção é fazer entender que inovação não é somente o produto pronto, mas sim o processo como um todo. 


Inovação! 
Fácil: lançar produtos novos, a todo o momento. Ser o primeiro em determinado ramo, segmento, nicho de mercado. A grosso modo é isso mesmo. Mas e como as empresas que puxam as demais no caminho da inovação agem para tal? Bom, renderia uma bela pesquisa científica à resposta para esse questionamento, então, o texto fará uma breve abordagem sobre o assunto. 

Inovação pode ser também definida como fazer mais com menos recursos, pode ser permitir ganhos de eficiência em processos, sejam eles produtivos, sejam administrativos ou mesmo financeiros, pode ser uma nova maneira de prestar um serviço, ser sempre o primeiro e ser o motor da competitividade entre os concorrentes. A inovação quando cria aumentos de competitividade pode ser considerada como um fator fundamental no crescimento econômico de uma sociedade. Ou seja, em uma sociedade onde é estimulada a inovação organizacional entre as empresas, a chance de a economia local ir bem é muito grande. 

Porém, nem tudo é alegria quando se fala de inovação. Para uma empresa ser considerada inovadora de fato, ela precisa ter um modelo de gestão muito bem definido, uma cultura consolidada e, além disso, profissionais que tenham a inovação como característica, e isso, convenhamos, não é pra qualquer empresa por aí. 

Como já lembrado anteriormente, a inovação está na nuvem que paira na organização, ou seja, em todo o processo. Na produção, por exemplo, a inovação se dá quando a empresa consegue implantar uma cultura de melhorias contínuas, onde nunca está tudo bem, tudo certo, sempre tem o que melhorar, o que inovar. Falando de pessoas, ou melhor, gestão de pessoas, para a inovação ser percebida, não basta simplesmente a empresa ter um bom setor de RH, é mais do que isso, os líderes precisam ser muito mais do que líderes, precisam operar quase como um coaching, estimulando seus liderados a sempre buscarem informação, buscarem conhecimento. Em finanças, inovar pode ser buscar uma alternativa mais rentável para o dinheiro que está parado. Para custos, uma maneira mais econômica de produzir determinado produto, uma matéria-prima substituta. Sem falar de marketing, publicidade, comunicação, que dão aulas de inovação a cada campanha de um novo produto. 

Por fim, quando se vê por aí um iPad (da Apple), um Veloster (Hyundai), uma TV de LED 3D, de uma marca qualquer, logo se lembra de inovação, de um produto inovador, mas você já tinha parado para pensar em tudo que está por trás disso? São organizações inovadoras.
INOVAÇÃO é criar, é pensar estrategicamente, é mudar paradigmas. Inovar é gerir com excelência. Gestão, todas as empresas tem, gestões inovadoras, pouquíssimas.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Pesquisa de Marketing. Importante ferramenta para tomada de decisões.

Boa tarde!



Motivado pela Professora Vera Muller, da disciplina de Pesquisa de Marketing do curso de Administração na Universidade Feevale, eu e mais quatro colegas desenvolvemos um projeto de pesquisa de marketing, que por consequência ou não, teve o próprio Blog que aqui escrevo como objeto de estudo.



A pesquisa de marketing tem por objetivo a coleta de dados e informações sobre determinado mercado ou ramo, informações essas que após analisadas auxiliam nas tomadas de decisão, e no exercício de um papel pró-ativo na gestão empresarial.
A pesquisa de marketing apresenta algumas etapas básicas para que se tenha um resultado satisfatório, são eles: Definição do problema; Objetivos (gerais e específicos); Desenvolvimento do plano de pesquisa; Coleta de dados (informações) através da pesquisa em si; Análise dos dados; Apresentação dos resultados; e Tomada de decisões baseado nos resultados.

Enfim, após breve introdução sobre o assunto, vamos ao que interessa.
A pesquisa que segue busca conhecer os interesses relevantes de leitores ativos e também de novos leitores deste Blog. A fim de fidelizar os atuais, e aumentar o número de novos, através da abordagem destas pessoas que ainda não o conhecem. Fica também já um exemplo de questionário que pode ser usado em pesquisas de marketing, com questões de relevância, múltipla escolha e perguntas abertas. 


Desde já agradeço a participação de todos!
Um ótimo final de semana!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A base do negócio. Comercial, Financeiro e Produção. Cada um na sua!

Boa noite!

Publico a seguir texto assinado por mim, que retrata um pouco a importância de se olhar com atenção para os três setores de maior impacto dentro de qualquer organização. Espero que gostem.



Ser especialista no que se faz. 

Quem sabe esta seja uma das frases mais ouvidas daqui para frente. Em um momento onde se fala tanto em serviço, e mais do que isso, serviço de qualidade, é na figura dos especialistas que as empresas poderão encontrar saídas para dificuldades que possam vivenciar. 

Um gestor, principalmente que tenha características empreendedoras, nem sempre será especialista nas três variáveis mais importantes para um negócio: comercial, financeiro e produção. Pelo contrário, é bem provável que ele seja especialista no setor produtivo do seu negócio, ou do seu futuro negócio. Mas e o comercial? E o financeiro? Como dar continuidade ao sonho do negócio próprio, se você não tem todos os conhecimentos necessários para tanto? Fala-se de produção por ser o exemplo mais comum, porém, pode-se citar um expert em finanças, que deseja iniciar um investimento de qualquer ordem. Como ele irá produzir um determinado produto, por exemplo, se entende mesmo é da parte financeira? 


Uma empresa só será rentável se conseguir unir as três bases mais importantes para o negócio de forma adequada e sempre com o mesmo objetivo, o retorno esperado. Uma empresa, tanto para uma indústria como para o setor de serviços, para conseguir atingir seus objetivos, precisa ter um setor comercial que prospecte e conquiste clientes, e mais do que isso, os torne fiéis a empresa. Precisa ter um setor financeiro que busque sempre os melhores investimentos no momento da fartura, e que consiga trabalhar com a resiliência necessária na hora do aperto. Quanto à produção, no caso do produto, quem realmente participa da manufatura é o setor da produção. No caso do serviço, ou do produto com serviço, quem está frente a frente com o cliente é o setor de produção. 

O que se percebe ao falar destes três importantes setores, ou departamentos de uma organização, é que são competências muito distintas. Como já lembrado, dificilmente um gestor que trabalhou anos como funcionário e decidiu abrir seu próprio negócio, irá ter os conhecimentos necessários sobre finanças e sobre vendas, para sozinho, fazer com que o negócio de fato aconteça. 
Se a empresa precisa vender, para ter demanda de produção, e a partir disso gerar contas a pagar e receber, porque não buscar especialistas para cada um dos setores? 
Entram aí, na falta de profissionais qualificados, a figura dos consultores, e até mesmo entidades como o Sebrae, Senai, Senac, por exemplo, ou ainda projetos ligados a universidades, que podem qualificar colaboradores da própria empresa, e aí sim, torná-los especialistas, cada um na sua. 

Uma empresa quando de pequeno porte, até consegue suportar os três setores todos reunidos na figura do gestor, porém, na medida em que essa empresa começa a tomar proporções maiores, ou melhor, na medida em que esse gestor se dá conta de que tem oportunidades (ambiente externo) e forças (ambiente interno) para seguir crescendo, sem dúvidas ele terá que, ou ir atrás de conhecimento específico em vendas, finanças e sobre o produto ou serviço oferecido, para si ou para os colaboradores que já o cercam, ou terá de contratar essa força de trabalho, se disponível no mercado, é claro. 
O comercial vende. O financeiro cuida do dinheiro. A produção produz, ou oferece um serviço. Simples. Cada um na sua.


sábado, 24 de setembro de 2011

Benditos Pôneis! Se analisado pelo lado positivo. E a parte ruim?

Bom dia!

Como este assunto que virou febre nacional passou despercebido aqui no Blog, acredito que mesmo que todos já tenham ouvido falar BASTANTE dos "Pôneis Malditos", vale um post por aqui também.


Começou com um comercial de TV onde os telespectadores não tinham muita noção do que se tratava, porém, um comercial marcante, do tipo "chiclete", entendem né?
Enfim, era o comercial da montadora de automóveis Nissan, mais especificadamente a caminhoneta Frontier. A propaganda focava em uma caminhoneta qualquer da concorrência, onde ao invés de cavalos (unidade de medida de força dos motores de carros em geral) apareciam pôneis coloridos, chamados de malditos porque o proprietário do automóvel em questão, se encontrava em situação difícil por não contar com os cavalos de força necessários em sua caminhoneta.
Até aí nada de mais, mas como já comentei acima, a propaganda era marcante, tipo as músicas do cantor Latino, por exemplo, que de boas não tem nada, mas ficam horas em nossas cabeças quando as escutamos, sem querer é claro. Opinião.



Bom, a tal campanha de marketing da montadora, ganharia diversos prêmios Brasil a fora. Dois troféus Galos de Ouro nas categoria Cine/TV e Mídia Digital do Festival Mundial de Publicidade de Gramado. Destaque na pesquisa Lembranças de Marcas na Propaganda de TV, da Datafolha. E classificada entre as marcas preferidas e mais lembradas em Julho.

Mas e a repercussão causada pela internet, onde está o YouTube, o Twitter, nesta análise? É exatamente este ponto de vista que quero abordar. O vídeo do comercial na TV teve mais de 12 milhões de visualizações no YouTube, além de ter sido considerado o "Trending Topic do Ano", sendo o vídeo com maior repercussão na internet e Twitter brasileiros.
Ótimo, não? Por enquanto sim. Até agora estamos apenas provando a força que a internet está mostrando quando o assunto é repercussão e impacto entre os consumidores. O mundo é virtual hoje em dia. Por que não explorá-lo da melhor maneira? Pergunta já respondida a algum tempo por profissionais de marketing que estão sempre em busca de qualificação e aperfeiçoamento.

Agora mudando um pouco de ponto de vista, deixando um pouco de lado a parte "boa" da internet para as organizações, quero comentar casos como o da Brastemp e da Arezzo, por exemplo, que tiveram suas marcas vistas de maneira completamente negativa, em função da velocidade e amplitude que as informações têm, com o advento da internet e também das comentadíssimas redes sociais.

No caso da Brastemp, um consumidor insatisfeito postou um vídeo no YouTube, reclamando e apontando os defeitos encontrados no produto comprado. Além disso, usou o próprio slogan da marca contra ela. A Brastemp, em suas campanhas publicitárias, sempre se referiu a seus concorrentes como: Não é uma Brastemp! Então, o que o consumidor falou no vídeo foi: Ok, realmente não é uma Brastemp! O vídeo "bombou", e rapidinho chegou aos Trending Topics do Twitter brasileiro. Resultado: totalmente negativo para a marca.
Tivemos ainda o caso da Arezzo. Famosa marca de sapatos femininos e bolsas, que sem qualquer cuidado anunciou uma nova coleção com peles naturais de animais. Para que, não é? Rapidamente, Ong's e ativistas fizeram o que seus papéis mandam, e espalharam por toda a rede a notícia, direcionando para os efeitos negativos é claro. Mais uma marca nos Trendig Topics do Twitter. Não por bem, e sim por mal.



Ainda cito o caso da Zara, tema de um post especial aqui do Blog (O Diabo veste Zara! Sugestivo, não?) que também teve repercussão muito negativa na rede após denúncia de trabalho escravo.


Não sou um expert em marketing, muito menos em sistemas de informação, como a internet, também não sou especialista em comunicação, mas com tudo o que vem acontecendo através da internet brasileira e Mundial, vale prestar um pouco mais de atenção no que está por vir.
O mundo já não é mais somente real, ele agora também é virtual, digital. Para o bem, ou para o mal. Quem decide?

Fontes:

terça-feira, 6 de setembro de 2011

As organizações do futuro. Ou do presente?

Boa tarde!

Publico a seguir aqui no Blog, mais um texto assinado por mim, tratando de um assunto muito importante. Fiquem a vontade.


O ano é 2011. As manias, os costumes, os processos, a comunicação, as informações, o dia-a-dia, as técnicas, tudo hoje é diferente, é rápido, e só tende a mudar cada vez mais.

O momento é de transformação!

Fala-se de sustentabilidade, e sim, esse será o principal tema deste texto. Sustentabilidade. Mesmo que vista de uma maneira nem tão sustentável assim.

Uma coisa é certa. Hoje em dia não se mandam mais cartas, nem fax, mas sim emails, que muitas vezes nem mesmo são remetidos de um computador, e sim de um smartphone. A velocidade em que as informações estão correndo o mundo é algo que não se pode imaginar. A tecnologia está aí, cada vez mais veloz. E onde entra o fator “organização” nisso tudo?

O futuro é agora, pelo menos para os mais velhos. E como estão se comportando as empresas de sucesso neste presente/futuro, e o que elas projetam para longo prazo? A nossa vista, maravilha, sustentabilidade é a palavra chave, porém, por trás disso, existe muita, mas muita história pra contar, e muita cultura para ser mudada.

Antes de falar mais especificadamente da questão social, de como as organizações estão se comportando socialmente, é necessário destacar alguns outros aspectos importantes destas organizações do futuro:
Hoje em dia já não se dá mais tanto valor ao capital financeiro (parece brincadeira não é?), pelo contrário, está se levando muito em conta o capital intelectual dos profissionais e dos gestores.
As pessoas começam a ser tratadas de maneira diferente. Uma empresa “do futuro” já não tem mais funcionários, nem colaboradores, esta empresa hoje conta com clientes internos, isso mesmo. Sempre se falou que o cliente era o stakeholder mais importante para um negócio, hoje isso já é discutível, afinal, quem participa do processo de “criar” o produto recebido pelo cliente? Ou até mesmo, quem “faz” um determinado tipo de serviço para o cliente? É o colaborador. Se este profissional não estiver motivado, e com suas metas alinhadas as metas da empresa, poderá, facilmente, boicotar o processo.
Ainda analisando aspectos gerais, observa-se um momento onde o produto já não é mais o único objetivo. Produto sem serviço agregado é apenas mais um. Neste sentido, o rumo a ser tomado prevê uma alta avaliação dos currículos dos profissionais que estão no mercado. Na medida em que já não é mais o produto o único objeto/fim de uma organização, ou seja, se busca também uma parte intangível nisso tudo, as pessoas começam a aparecer como estratégia para o sucesso das organizações.
Somente para reforçar, algumas empresas de amplo sucesso no cenário mundial, e que a grosso modo, não oferecem produto nenhum, somente serviços. Empresas estas, as mais desejadas pelos melhores talentos para poder chamar de sua.
Google. Facebook. Yahoo. Apple. Microsoft. Todas empresas ligadas a tecnologia e a comunicação. É o futuro dando as caras, e quem não estiver disposto a acompanhá-lo, provavelmente ficará preso no presente.

E a sustentabilidade?
O aquecimento global está em foco. Documentários, congressos, debates e discussões sobre este assunto são comuns. Tendo isso em vista, e mesmo sabendo que o meio ambiente não responde as nossas mudanças de atitude do dia para a noite, às empresas encontraram aí, no aquecimento global, e nos demais cuidados com o meio ambiente, uma vantagem competitiva de mercado.
Mas essas empresas que hoje se dizem sustentáveis, realmente são? Não. Essa é a resposta.
O futuro chama para o lado social, o cuidado com o meio ambiente, e muitas empresas estão usando essa consciência global de que cuidar é preciso, como ferramenta de marketing de suas marcas.
Agora vejamos, uma empresa que anuncia em seus comerciais de TV que é sustentável, ela, teoricamente, não pode envolver nenhuma prática, fornecedor, parceiro, nada mesmo que contribua negativamente para o meio ambiente em seu processo. E isso realmente acontece? Não se pode generalizar. Mas na grande maioria não acontece.
Ser sustentável é uma questão social, que talvez somente o tempo e algumas regras complementares entre as empresas consigam mudar, talvez.
Se um profissional de uma empresa dita sustentável jogar suas bituca de cigarro, a embalagem do chocolate ou a lata de refrigerante na rua, sua empresa continua sendo sustentável? Acredito que não. Por isso considero uma questão social, tem que partir de cada um de nós, tem que fazer parte das palestras de cultura organizacional, tem que ser entendido o porque de tal mudança.

Sustentabilidade somente como marketing é o próprio lixo!

O futuro pede empresas sustentáveis. A tecnologia, as informações, as transformações, as criações, tudo isso nos remete pensar que estamos vivendo o futuro hoje.
Quanto à sustentabilidade, esperemos que o futuro chegue logo. Ser sustentável é ser consciente, e consciência ainda não é uma realidade. Será um dia?

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Vendas X e-Commerce X Redes Sociais. Pura ousadia.

Boa tarde!



Motivado por minha professora na disciplina Estratégia em Vendas, Simone Carvalho da Rosa, tive acesso a matéria publicada no site Mundodomarketink.com.br que trata da nova e ousada estratégia de vendas da rede de lojas Magazine Luiza. A professora sugeriu um trabalho para a disciplina sobre o assunto.
Após leitura da matéria, ainda tive a oportunidade de ler, no site Administradores.com.br, sobre o mesmo assunto.

Trata-se do Social Commerce.





É uma estratégia bastante ousada da Magazine Luiza, e pode ser considerada pioneira no Brasil, tratando-se do modelo sugerido pela empresa, pelo menos.

Algumas considerações precisam ser feitas.

Acredito que o reflexo na estrutura do canal de vendas (varejo) das empresas que estão investindo no e-commerce, pode ser avaliado de duas maneiras. Primeiramente, se abre a possibilidade de redução no faturamento gerado diretamente no varejo, seguindo uma ideia de que as vendas pelos canais web poderiam fazer com que clientes que compravam diretamente nas lojas físicas, migrem para esse novo método de consumo. Essa mudança de comportamento do cliente poderia ser encarada de forma negativa, a partir do momento em que as estruturas e custos fixos do varejo fossem afetados pela baixa no faturamento gerado. Por outro lado, empresas como a própria Magazine Luiza já dispõe de lojas de varejo que não contam com estoque. Neste modelo o cliente chega, recebe a ajuda de um vendedor, que por sua vez o auxilia na busca pelo produto, porém, tudo através da loja virtual. Neste caso, o varejo perde um pouco de suas características principais, mas por outro lado, viabiliza uma redução de custos consideráveis, tendo em vista a menor necessidade de área física, além de precisar de menos funcionários. Enfim, com o aumento das vendas através dos canais via web, a empresa poderá enfrentar dificuldades e também oportunidades, vai depender de caso a caso, para se avaliar e tomar a decisão correta. 

Sob o aspecto social, as estruturas comerciais serão afetadas negativamente, afinal, quanto mais crescer o consumo de produtos através de canais web, menor será a necessidade de mão-de-obra nos varejos. Porém, assim como visto acima, se analisado através de uma visão de custos, é bem provável que seja positivo para a empresa, que deverá fazer uma análise para saber se é viável ou não, investir cada vez mais em vendas via e-commerce tendo como um dos seus objetivos a diminuição de custos através da demissão de funcionários. 

Na logística de transporte, com certeza se perceberá um aumento de custo e também de esforços para que o projeto funcione de maneira rentável e eficaz. O consumidor que compra pela internet, mesmo sabendo que não poderá tocar ou até testar o produto, deseja rapidez na entrega, na medida em que as vendas de uma empresa aumentam significadamente através de canais web, tem que se estar preparado para um aumento também significativo com a logística de entrega dos produtos. É preciso além disso, uma estratégia muito bem alinhada. Nos dias de hoje, empresas que não entregam em dois, no máximo três dias, acabam perdendo mercado por este motivo. 

A relação com o consumidor, em partes, fica afetada negativamente. Fica cada vez mais fraca a idéia do corpo a corpo. A própria Magazine Luiza, que sempre prezou por este contato, por receber o cliente na loja como se ele estivesse em casa, vai acabar perdendo credibilidade neste aspecto. Tem-se exemplos de outras empresas, como a Taqi, do Grupo Herval, que inclusive utiliza atualmente o slogan “Lojas Taqi. Taqi ta em casa.”. Esta empresa precisaria redirecionar toda sua estrutura de marketing a partir do momento em que decidirem entrar de vez no mundo virtual. 

Netshoes, Submarino, Comprafacil.com e Shopfacil.com, por exemplo, são empresas que tem um único canal de vendas, justamente o e-commerce. 
Já empresas como as Lojas Americanas, Natura, O Boticário e a própria Magazine Luiza, iniciaram seus trabalhos através de outros canais, porém, acabaram migrando também para a venda via web. 

Acredito que empresas como a Netshoes, que já nascem com seu planejamento e estratégias voltadas totalmente para o comércio virtual, podem apresentar um rendimento um pouco mais satisfatório em curto prazo. Por outro lado, as empresas que sempre atuaram no varejo, como a Lojas Americanas, têm um pouco mais de dificuldade, porque precisam saber exatamente quanto a entrada nos canais de e-commerce, irá representar de perda de faturamento no varejo, e também como seu consumidor irá assimilar esta mudança de estratégia de vendas.

Acredito também que o e-commerce é um dos canais de vendas que mais crescerá num futuro próximo. 

Atualmente, até mesmo marcas de roupas já vendem por estes canais, ficando evidente, a importância da logística reversa, porque a roupa pode não servir, ou também para o caso de produtos defeituosos, por exemplo. Nestes casos, a logística reversa deverá ser tão eficiente como a logística de entrega. 

Enfim, o mundo virtual parece não ter limites, as lojas virtuais já estão representando altos índices de faturamento para as empresas que já trabalham com tais canais. Agora, e com certeza isso não é uma idéia só da Magazine Luiza, as tão faladas e utilizadas redes sociais aparecem como uma ferramenta de vendas para as empresas. Marketing nas redes sociais já se faz há algum tempo, mas a venda direta, e da maneira como a Luiza está projetando, admito que pode ser uma estratégia e tanto. 

É só pensar nos consultores de vendas da Natura, por exemplo. Atualmente a Natura até vende através do canal web, porém, fez crescer e fortaleceu imensamente sua marca através de seus consultores. 
Na verdade, o que a Magazine Luiza está propondo, é a mesma modalidade de canal, porém no seu caso utilizando o mundo virtual, e tudo que ele tem a oferecer como diferencial.

É o futuro. E o futuro é agora.


A seguir disponibilizo os dois link's que me motivaram a escrever este post.

Mundodomarketing.com.br.
Administradores.com.br.