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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Prioridades. A hora é agora!

Bom tarde! 

Voltando aos trabalhos por aqui, saibam que em muito isso tem a ver com o título do texto que vocês irão ler abaixo. Estive um tanto afastado aqui desta ótima ferramenta de comunicação, o Blog, mas espero poder voltar a trocar idéias e interagir com quem me acompanha nesse projeto. Então, o texto: 


Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. Amanhã pode ser tarde. O tempo perdido nunca será recuperado. Bom, todas essas são frases que fazem parte do dia-a-dia, tanto empresarial como da vida particular das pessoas. Sim, isso faz todo o sentido. Mas lembre-se, não se pode sair fazendo tudo o que se quer, ninguém é mágico por aqui, seriam necessárias umas 72 horas por dia, então, defina suas PRIORIDADES. 

Independentemente de qual seja sua área de atuação, sua profissão, seu ramo, se você é um colaborador em uma empresa, ou mesmo se for um empresário, é preciso definir prioridades. Prioridades na vida profissional, que querendo ou não, acabam influenciando em sua vida particular também.

 

Concluir uma graduação e subir de posto em um emprego, por exemplo, são dois objetivos comuns na carreira da maioria das pessoas, mas nem sempre poderão andar lado a lado. Se isso acontecer, defina sua prioridade. Talvez para ser promovido em uma organização, você tenha que deixar um pouco de lado o sonho da graduação, e vice-versa. Para acelerar a conclusão do seu curso de graduação, talvez você tenha que abdicar de uma promoção no seu trabalho, por não poder se dedicar o bastante. Que fique claro que os exemplos usados não são regras, apenas exemplos. 

Nas tarefas mais simples do dia-a-dia organizacional, é necessário que se defina prioridades. Ter uma rotina descrita e bem detalhada é um caminho, por exemplo. Por outro lado, algumas tarefas bastante importantes para as empresas precisam ser colocadas como prioridade. 

Temos tempo para tudo. Para nossa vida particular, nossos sonhos, nossas realizações, mas não podemos esquecer que no mundo em que vivemos, é a partir do trabalho e da profissão escolhida, que atingimos a maioria esmagadora dos nossos objetivos. Reclamamos muito do tempo, ou melhor, da falta dele. Errado. Ele está ali, ele é igual para todos, existem pessoas que o administram bem, outras não. Defina suas prioridades, sua hora pode ser agora.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Sonho, coragem e amor!


Boa tarde! 

Ontem, 14/03/12, assisti à palestra do sensacional Amyr Klink, figura escolhida para palestrar na Aula Inaugural do ICSA (Instituto de Ciências Sociais Aplicadas) da Universidade Feevale. Como não poderia deixar de ser, escrevi um texto sobre o que pude capturar de informações da palestra. 


Sim! Este, apesar do título, é um texto sobre administração, mais precisamente sobre empreendedorismo. Ouve-se aos montes falar de empreendedorismo, porém, nem sempre essa palavra recebe a devida importância. 


Empreendedor é aquela pessoa que vai atrás de seus objetivos, luta com unhas e dentes para o que o seu próprio negócio, ou para que a organização onde atua, sejam sempre as primeiras, sejam as empresas a serem seguidas. Ok, apenas uma definição comum do que é uma pessoa empreendedora. 
É mais do que isso. Tem que viver! Tem que amar! Tem que aprender com os erros. Erros esses que só acontecem se você tiver coragem. Quem mais erra, seja na vida pessoal ou profissional, quem arrisca ou quem é conservador? Fácil. 

Falar de oportunidades, de que a maioria das pessoas, pelo menos no Brasil, não tem a chance de fazerem, profissionalmente, o que querem, qualquer um fala. Mas isso é uma questão social, de modelo econômico e político. Pra dar pé, pra vencer e se ter satisfação em olhar para o ontem com orgulho, tem que gostar. 

Você vive, logo, aprova ou desaprova tal experiência. É assim, sem delongas. 

Mas o empreendedor gosta de quê, afinal? De empreender? Exato! Mas a dedicação, o cuidado, o carinho com tal negócio, só será elevado ao máximo, se esse empreendimento estiver de acordo com o perfil do empreendedor em questão. Imaginem se Sílvio Santos, por exemplo, quem sabe o maior comunicador da televisão brasileira de todos os tempos, ao deixar de ser camelô no Rio de Janeiro, tentasse a sorte como engenheiro. Provavelmente, mas muito provavelmente, teria que voltar atrás e começar de novo. O Cara gostava era da comunicação, e ali pôde dar o seu melhor.


Tem que amar! Tem que gostar! Tem que se ter certeza. Mas pra isso, tem que se viver. Sem experiências, sem situações vividas de fato, fica difícil. 



Como já anunciei no inicio deste post, esse texto foi inspirado após assistir a palestra de Amyr Klink. Linda Palestra. Amyr precisou atravessar o mundo em um barco a velas, para descobrir que não era aquilo que realmente o satisfazia, mas sim, produzir barcos a fim de satisfazer outras pessoas, a fim de participar da vida dessas pessoas. Essa é a inspiração de Amyr Klink para acordar a cada dia com mais vontade de viver e ter novas experiências. E o resto? Vem ao natural. 
Amyr é um sonhador. Viveu, se emocionou, acertou, errou, mas chegou lá! Quem quiser conhecer um pouco mais sobre a trajetória de Klink é só entrar em: amyrklink.com.br e Amyr Klink - Wikipédia

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Ética no trabalho. Sem ela, impossível!

Boa tarde! 

Publico a seguir texto assinado por mim, que trata desta pequena palavra, mas que tanto representa em nossas vidas e em nossas carreiras: ética. 


Ética é o nome geralmente dado ao ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais. A palavra "ética" diferencia-se da moral, pois enquanto esta se fundamenta na obediência a normas, tabus, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos recebidos, a ética, ao contrário, busca fundamentar o bom modo de viver pelo pensamento humano. 

Definido o que é ética, busca-se relacionar isso com o trabalho, com o dia-a-dia organizacional. Sem ética não se faz um profissional, isso fato. A partir do momento em que a relação de trabalho passa a ser totalmente capitalista, onde existe qualquer tipo de desconfiança quanto à ética de um profissional, ou a ética de uma empresa, pode estar abalada uma relação de trabalho que muitas vezes parecia favorável para todos os envolvidos. 

Alguns exemplos podem ser citados, tanto de profissionais que faltaram com ética como de profissionais que demonstraram ter essa característica muito forte em seu perfil. É ainda importante lembrar que a palavra ética, nas organizações, não aparece somente na relação B2B, ou mesmo B2C, mas também nas relações internas, entre colegas, entre líder e liderado, enfim. 

Um comprador de uma empresa, que aceita subornos e “presentes” para que mesmo que o preço de um determinado fornecedor não seja o mais em conta, continue fechando contratos com o mesmo, o que caracteriza? Um representante comercial, que carrega mais de uma empresa em seu portfólio, e favorece uma ou outra em troca de algum favor, o que caracteriza? Um líder de setor, que mesmo sabendo que um de seus liderados pode render mais em outra função, mas não o faz por alguma desavença, desentendimento passado, o que caracteriza? Um colega de escritório, que vê o profissional ao seu lado passando por alguma dificuldade, tem a solução, mas não a compartilha, o que caracteriza? Enfim, são só alguns exemplos onde a falta de ética prejudica o mais importante em qualquer organização: O SUCESSO DO TODO. 

Por outro lado, um almoxarife que detecta que recebeu um pedido errado, com mais produtos do que consta na nota fiscal, mas que rapidamente busca a solução para o problema, o que caracteriza? Um líder de setor, ou mesmo um gestor que aplica feedbacks constantes, a fim de maximizar o trabalho dos colaboradores, proporcionando um melhor bem estar para ambos, o que caracteriza? Um vendedor do varejo, que percebe ter recebido dinheiro a mais de seu cliente, mas que antes mesmo de deixá-lo ir embora já o comunica do acorrido, o que caracteriza? ÉTICA, essa é a palavra. 

Ter ética, ser ético, nada mais é do que ser correto. Uma característica com certeza super valorizada em um mercado onde temos representantes políticos corruptos e que não ajudam em nada com exemplos podres de como administrar seu próprio povo, é, sem dúvidas, SER CORRETO. 


Gente, quanto a promoção divulgada aqui no último post, é só curtir a página oficial do Blog no Facebook facebook.com/AdministracaoContemporanea e continuar ligado, em breve maiores informações.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Vender. Um talento que nasce com você ou que pode ser adquirido?

Boa tarde! 



Publico a seguir texto escrito por mim que trata sobre o processo de vendas. Afinal, se a empresa não der o máximo de atenção para esta parte do seu processo, de nada adiantará se preocupar com o restante. 



Muitos especialistas discutem se vender é uma competência que nasce com as pessoas, ou se pode ser adquirida através de cursos, palestras, seminários, entre outros. Algumas características inatas dos seres-humanos podem contribuir para que um profissional de vendas tenha sucesso, mas não se pode deixar de citar que sua educação e cultura, adquiridas com o passar dos anos, farão muita diferença. Além disso, este profissional pode também buscar conhecimento com especialistas, profissionais rodados e com sucesso comprovado. 

Um breve passo-a-passo pode ser seguido, o que com certeza ajudará bastante no decorrer deste importante processo para qualquer organização. 

A atividade de vendas é considerada um processo, em razão de compreender uma série de etapas, pode-se destacar oito como as mais importantes, são elas: prospecção; pré-abordagem; abordagem; identificação de necessidades; apresentação; tratamento das objeções; fechamento da venda; acompanhamento. 
1 Prospecção: Nem sempre o bom cliente para os produtos de uma empresa é considerado bom cliente para os produtos de outra organização. Algumas organizações podem prospectar clientes com alto poder aquisitivo, capacidade de compra, enquanto outras consideram reconhecimento social, por exemplo, como prioridade. 
2 Pré-abordagem: É neste momento que ocorre a coleta de informações sobre o cliente potencial e sua empresa antes da visita. Pode-se fazer uma comparação com um candidato a um emprego que deve investigar a empresa pela qual busca a vaga. 
3 Abordagem: A primeira impressão é a que fica. Por isso, na primeira visita, ou seja, na abordagem inicial, deve-se redobrar a atenção com todas as atitudes. Ações e até mesmo o jeito de falar, que poderão passar despercebidos em visitas futuras, devem ser calmamente planejados para que o cliente tenha uma boa impressão. 
4 Identificação de Necessidades: Para esta etapa ser ultrapassada com sucesso pleno, o vendedor precisa ter a habilidade de conseguir extrair do seu cliente, todas as informações necessárias para que o próximo passo possa ser iniciado. É através de entrevistas abertas que esse vendedor abordará seu cliente para descobrir as reais necessidades do mesmo. 
5 Apresentação: A apresentação, em vendas, pode variar de acordo com o tipo de produto. Além disso, existem formas variadas de apresentação, sendo: memorizada, fórmula de vendas e satisfação das necessidades. Porém, para todas elas, o vendedor deve prestar muita atenção nos seguintes princípios: chamar a atenção, despertar o interesse e o desejo e conduzir a ação. Todo o planejamento anterior pode resultar em nada a partir do momento que a visita é conduzida de maneira equivocada. 
6 Tratamento das Objeções: Todos os clientes prospectados e por sua vez visitados, podem apresentar objeções sobre determinados produtos. O papel do vendedor nestes casos é justificar tal objeção com alguma qualidade evidente do produto. O vendedor precisa tomar cuidado porque uma objeção pode surgir de uma apresentação mal feita, ou seja, o vendedor tinha a resposta, mas por algum descuido não a explicitou para o cliente com pró-atividade. 
7 Fechamento da Venda: Todo o esforço empregado nas etapas anteriores culmina nesta etapa, ou seja, no fechamento da venda. É nesta etapa que se elenca as características do produto, de acordo com as necessidades do cliente, para emitir um pedido de compra, um compromisso entre as partes, seja ele formal ou não. Após isso, a venda foi consumada. 
8 Acompanhamento: O acompanhamento pode ser considerado uma das etapas mais importantes. Por mais que o vendedor se esforce e consiga efetuar a venda, é essencial que ele tenha todo o cuidado para que o produto chegue até o cliente conforme tudo que foi combinado no fechamento do negócio. Infelizmente nem sempre isso acontece, e o vendedor muitas vezes sequer tem culpa disso. 

Enfim, vender requer muita atenção, aplicação e conhecimento de causa de qualquer profissional que deseja se tornar um vendedor de sucesso. Ainda poderia ter sido abordado a questão do pós-venda, mas normalmente existe uma equipe de apoio, interna ou externa, que fica encarregada desta tarefa. 
Vender não é fácil, mas pode ser muito rentável para o profissional que souber fazer bem feito.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Pequenas e médias empresas é lugar de pessoas. Tecnologia? Deixa para os grandes.

Boa tarde!

Abaixo publico mais um texto meu, abordando a importância das pequenas e médias empresas em nosso país. Espero que contribua bastante com todos que tiverem a oportunidade de ler.



A importância das pequenas e médias empresas no Brasil. O termo: “Tecnologia? Deixa para os grandes.”, constante no título do texto, pode parecer ultrapassado, mas não, não no contexto que será abordado neste aqui. Que é um sonho para qualquer profissional qualificado trabalhar em uma grande organização, em uma empresa líder de mercado, uma multinacional, isso é uma certeza, porém, para o desenvolvimento do país e até mesmo para o desenvolvimento de profissionais com baixo nível educacional, não pode-se deixar de lado as pequenas e médias empresas. 

Micro (pequena) empresa é uma empresa que conta com 20 a 99 colaboradores, já as médias vão de 100 a 499, falando de indústrias. E sim, é aí que está o maior número de trabalhadores no Brasil, neste tipo de empresas. De acordo com informações do Sebrae (2008), as pequenas e médias empresas representam 43% da renda do setor industrial, o que equivale a quase 30% do PIB do Brasil. Quanto ao número de empregos, essas empresas já atingem a faixa de 60% da força de trabalho disponível, ou seja, a maior parte. Mas como isso, se as grandes é que são grandes? E o que isso tem a ver com automação, com tecnologia de ponta?A resposta será dada. 

As grandes organizações, todas elas focadas em baixar os custos e aumentar a qualidade do produto/serviço, investem cada vez mais em tecnologia, robótica e automação. Isso lentamente está substituindo a mão-de-obra humana, ou pelo menos a mão-de-obra mais operacional, porque afinal, mesmo tendo tecnologia alguém precisa operar estes robôs. De qualquer maneira, é preciso observar que antes desta explosão de tecnologia e informação, a figura destes “operadores” já existia, só que para operar pessoas, eram os gerentes, e essas pessoas tinham emprego garantido. 
Não que as pequenas e médias empresas não possam investir em tecnologia, elas devem fazer isso, se não, acabam sendo ultrapassadas pelos seus concorrentes. Na verdade, o que muda é a proporção destes investimentos. Se uma empresa começa a investir, investir e crescer cada vez mais baseada em tecnologia e automação, provavelmente em um curto espaço de tempo deixará de ser pequena. 

Um enorme desafio aparece neste cenário: Nas pequenas empresas está o maior número de trabalhadores, mas é nas grandes que estão os melhores projetos de recursos humanos. Ato falho, não? Sim. As pequenas e médias sofrem demasiadamente por não terem – às vezes por falta de recursos financeiros – setores de RH, que realmente valorizem e estimulem a gestão de pessoas. Um indicador de fácil entendimento neste aspecto é o índice de rotatividade de trabalhadores. 
Outro grande desafio, mas agora envolvendo a relação entre as administrações públicas e essas pequenas empresas, são as barreiras e burocracias apresentadas pelos governos frente essas empresas, que querendo ou não, tem parcela importantíssima no desenvolvimento nacional. Incentivos fiscais, por exemplo, que costumeiramente são oferecidos as grandes empresas, não passam nem perto das pequenas. Os governos poderiam, pelo menos, oferecer cursos, especializações, palestras, tanto para os gestores como para os colaboradores das médias e pequenas, a fim de estimular o interesse por educação, muitas vezes esquecidos por estes profissionais. 

Por fim, resgata-se o que já foi dito: Tecnologia, automação e robótica são muito importantes para o desenvolvimento industrial e social mundial. São interessantes também para os pequenos, mas estes não podem, de maneira alguma, esquecer ou mesmo desacreditar na força mais valiosa de todas: A força do homem, do ser humano. 
Agora sim, pra terminar: E o governo como pode contribuir positivamente para este desenvolvimento dos pequenos e médios? Bom, melhor cada um por si. Porque o governo parece não querer fazer por todos. Parece.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Trabalho em Equipe. Nem tente sozinho!


Boa tarde!

Publico abaixo texto assinado por mim, que aborda o trabalho em equipe, valioso e indispensável trabalho em equipe.


Pois bem, vamos trabalhar em equipe? Ou então: Você gosta/tem habilidade de trabalhar em equipe? 

Sábias perguntas, que na maioria das vezes é respondida de forma positiva, porém, nem sempre comprovadas na prática. 

Faz-se a velha comparação, inevitável comparação, entre grupo e equipe. Segundo o dicionário da língua portuguesa, equipe é um grupo de pessoas que se une em busca de um mesmo objetivo, que demanda esforços para atingir as mesmas metas, mesmos ideais. Grupo é apenas um aglomerado de pessoas que forma um todo. Fácil, não? De entender sim, mas e de agir no dia-a-dia no ambiente de trabalho? Bom, daí é um pouquinho mais complicado, com certeza. 

Objetivos pessoais são os maiores dificultadores no processo do trabalho em equipe. Características pessoais também podem atrapalhar bastante, falta de confiança no colega, clima organizacional, entre outros tantos aspectos, podem ser barreiras para que o trabalho em equipe aconteça de forma eficiente, e proporcione um resultado eficaz. 

Salvo pouquíssimas exceções, trabalhar sozinho é impossível. Trabalhar em grupo é possível, mas não aconselhável, e trabalhar em equipe é o ideal. Equipe remete a comprometimento, onde um profissional precisa estar constantemente preocupado e interessado no seu colega, desde o mais próximo, até aquele que só é visto uma vez por dia, ou por semana. Se faz parte da equipe, faz parte do projeto, do objetivo, faz parte da ação. Todas as tarefas e metas da empresa, onde pode haver uma ou mais equipes, vai depender da estrutura organizacional, devem estar alinhadas. Objetivos pessoais devem ser deixados de lado, impessoalidade tem que ser cultura empresarial, feedback entre os colegas então, deve estar tatuado nas cabeças de cada um, e umas das questões mais importantes deve ser tratada com muita, mas muita atenção: O pedido de ajuda. 

Em uma equipe de trabalho não pode, por nenhum motivo, haver o medo, a vaidade, a vergonha de pedir ajuda. A equipe anda junta, se uma das engrenagens trancar, para tudo, o objetivo não será alcançado, e isso não pode acontecer porque um dos profissionais se viu em meio a um problema, e não teve a humildade de pedir ajuda. O pedido de ajuda é totalmente positivo, todos ganham. O profissional ajudado, que agregará a sua experiência mais uma habilidade ou competência que ainda não tinha, e o profissional que ajudou, que aumentará ainda mais sua possível característica de liderança. Mas o mais importante, é que quem ganha no final é a equipe, e não uma pessoa em especial. 

Um exemplo fácil de trabalho em equipe, apesar de um tanto descontextualizado, é uma esteira em uma empresa de calçados. Todos os profissionais que trabalham na esteira têm o mesmo objetivo, manufaturar um determinado modelo de calçado, no momento em que uma das pessoas se faz ausente, o próximo processo após o seu também estará ameaçado, ou seja, todos são importantes, e se um profissional não estiver dando conta do recado, precisará pedir ajuda, para que o lote seja entregue corretamente no final. Agora imagine um grupo de pessoas em uma empresa de calçados, onde cada uma faz o processo do início ao fim sozinha, e de vários tipos de calçados, o que aconteceria? Sim, os calçados até ficariam prontos, mas em muito mais tempo, e com certeza não com a mesma qualidade do primeiro cenário. Em resumo, a primeira situação representa uma equipe, a segunda um grupo. 

Equipes são pró-ativas na percepção do problema, mesmo que não seja seu, existe a cumplicidade, a mão é estendida. Todos em busca do mesmo objetivo. Equipes vencem. Grupos tentam, mas quase sempre tentam cada um uma coisa, sem sucesso.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O Colaborador Empreendedor. Sim, ele existe!

Boa tarde!

Publico a seguir texto assinado por mim que trata de um assunto bastante atual e importante. Texto que aborda a questão dos empreendedores colaboradores, como podem conferir no título do post.


Que o Brasil, e principalmente o Rio Grande do Sul, é terra de gente empreendedora, não é nenhuma novidade. Agora que este empreendedor pode estar escondido atrás da figura de um colaborador em uma organização, isso sim é novidade. 

Quando se fala em empreendedorismo, ou melhor, em pessoas empreendedoras, normalmente vem à lembrança de uma pessoa que foi atrás de um sonho, iniciou um negócio próprio. Do tio, do amigo, do pai, alguém já lhe falou a expressão “o cara é um baita empreendedor”. Pois sim, esse empreendedor começa a aparecer cada vez mais dentro das empresas, como funcionário. 

Expõem-se os fatos. O que é um profissional empreendedor? É aquele que sente a necessidade de realização: busca constante pelo desenvolvimento de potencialidades e crescimento; Têm sonhos, objetivos, metas de vida; Gosta do que faz, acredita no que faz – paixão; Constante motivação; Comprometimento; Energia: dedicação ao seu objetivo; Ética; Autoconfiança; Flexibilidade; Aprende constantemente a aprender. Entre tantas outras características que poderiam ser lembradas. 
Pergunta: Qual destas características citadas acima não pode se encaixar a um profissional assalariado, ou seja, um colaborador de uma organização? Todas podem. 

Normalmente se tem uma idéia, ultrapassada, de que empreendedor é aquela pessoa que “mete a cara”, que abre seu próprio negócio, tendo sucesso ou não, ele é chamado de empreendedor. Porém, com o passar dos anos, e o mercado exigindo cada vez mais qualificação, os profissionais passaram a se importar mais com o que estão fazendo, o cargo que estão ocupando, e começaram também a de fato tentar se enquadrar na profissão que mais se assemelha com o seu perfil. 

Um profissional que consegue transparecer todas as características mencionadas no seu ambiente de trabalho, provavelmente se tornará um líder dentro da empresa, esse profissional deve ser tratado a preço de ouro, porque ele está tratando um negócio que não é seu, como se fosse. Qual gestor não sonha com isso? 

Por fim, é preciso destacar que este tipo de profissional, até por ter a idéia do desafio como uma característica de trabalho, precisa ser motivado para tanto. O gestor precisa perceber o talento que tem e lhe proporcionar as condições adequadas, para que a organização ganhe, e o profissional também. Empresas como o Google, Facebook, Apple, Microsoft, por exemplo, estão cheias de empreendedores no seu quadro de funcionários, essas empresas dão condições para que esses talentos sigam sempre motivados, sempre em busca de um novo desafio, de uma nova conquista. 

Os colaboradores empreendedores são uma realidade. Cabe as empresas perceberem e trabalharem duro para mantê-los no seu quadro, e mais do que isso mantê-los motivados. Se uma empresa não percebe isso, com certeza outras perceberão, e isso inclusive pode ser uma vantagem competitiva de mercado, ou acham que era Steve Jobs quem criava todas as novidades tecnológicas da Apple? Não. A resposta é não. Jobs tinha por trás de seu enorme talento, uma infinidade de outros talentos que pensavam, e assim continuarão fazendo, por ele. 

É uma questão de percepção, senso comum. Ou o empreendedor fica onde está, ou vai para o concorrente, ou abre seu próprio negócio. Isso é ser empreendedor.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Feira de Iniciação Científica Universidade Feevale

Boa tarde!

É com enorme satisfação que me utilizo aqui do Blog para convidar a todos a participar da Feira de Iniciação Científica da Universidade Feevale. São centenas de artigos dos mais variados assuntos e também minicursos.

Através do link Programação de apresentação de artigos você pode conferir toda a programação das apresentações dos artigos, e obter mais informações sobre os minicursos neste outro aqui Minicursos.



Mas vamos ao que interessa.

Na sexta-feira, 07, apresento o artigo desenvolvido por mim e mais três colegas de curso, no qual abordo a Estratégia de Precificação na Indústria Moveleira, tendo como objeto do estudo de caso a Carlson Indústria de Móveis Ltda.




Então:
Dia - 07/10/2011 (Sexta-feira)
Horário - Das 19:30 as 22:00 (São 15 minutos de apresentação, porém, sem ordem previamente definida)
Local - Universidade Feevale, Campus II, Prédio Vermelho, Sala 409.

Para quem tiver interesse, na "Rua Coberta", também no Campus II da Universidade Feevale, estão expostos todos os banners dos artigos, o Banner referente ao nosso artigo está no espaço 12.24.

Disponibilizo também, para quem não tiver a oportunidade de comparecer, o artigo na internet. Segue Estratégia de Precificação na Indústria Moveleira.


Aproveito para desejar os parabéns a Universidade Feevale pela iniciativa. É assim, e somente assim que se estimula a pesquisa e a busca pelo conhecimento. Espero poder participar da próxima feira no ano que vem, ano de minha despedida da Universidade.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Liderança ou Terrorismo?

Boa tarde!

Publico a seguir texto assinado por mim, que trata do assunto lembrado no título do post. A importância do líder.



Em tempos de terrorismo, faça-se as devidas comparações com o ambiente organizacional. 

É assim que se inicia esse texto onde na verdade, a comparação acima não cabe, sendo que ataques terroristas de grupos extremistas são uma realidade, enquanto o terrorismo nas empresas não. Ou pelo menos não deveria ser. O que interessa é: O que a introdução deste texto tem a ver com liderança? A liderança, tão falada liderança, presente na maioria dos currículos que por aí circulam, mas não tão presentes assim no dia-a-dia das organizações. 

Pode até parecer um assunto recente, mas não é. Quando se começa a levar a “questão” ser humano mais a sério nas organizações, ou seja, quando se passa a observar as organizações não só pelas teorias estruturalista (de Etzioni e Thompson) e da burocracia (de Weber e Merton), mas também pela teoria das relações humanas (de Lewin e Follett), se começa a perceber a importância das pessoas para que o processo aconteça da maneira esperada. 

Se o processo depende de pessoas, essas pessoas precisam receber o tratamento que merecem. Alguém precisa comandar, e aí de fato aparece a figura do LÍDER. 

Liderança, ou liderar, nada mais é do que a habilidade de levar pessoas a alcançar resultados acima do que elas conseguiriam sozinhas, é saber lidar com as diferenças individuais, é saber praticar a “arte do possível”, é saber ouvir querendo compreender. 
Um bom líder precisa, necessariamente, apresentar algumas características básicas, como: ética, gostar de trabalhar em equipe, equilíbrio emocional, senso de justiça, resiliência, boa comunicação, atitude positiva, entre outras tantas. 
Em resumo, o que todas as características citadas levam a crer, é que este líder, o ideal, conseguirá extrair de seus liderados o que de melhor eles podem oferecer, porém, nem sempre são essas características que são observadas nas pessoas que deveriam assumir o papel de líder nas empresas. O termo terrorismo, usado até aqui no texto, vem de fazer terror, pressionar, ameaçar, exigir além do possível. Sim, em 2011 ainda se tem casos de “líderes” que tentam usar deste tipo de métodos para alcançar seus objetivos nas empresas, objetivos esses, muitas vezes pessoais. 

Um gerente de vendas, por exemplo, que exigi cumprimento de metas de seus vendedores (liderados), errado? Não. Exigir o cumprimento de metas não é errado, o que pode ser errado é a maneira como isso é feito. Um líder, muitas vezes, consegue atingir seus objetivos através das pessoas, pelo seu próprio carisma, por suas atitudes. Por exemplo, esse gerente de vendas pode dizer: - Precisamos atingir as metas do mês porque vai fazer a diferença para minha trajetória na empresa. Pode ser atendido, perfeitamente. Assim como pode dizer: - Precisamos atingir as metas do mês por que a empresa necessita disso, o mês passado foi de vendas baixas, por isso o faça neste mês. Com esta segunda abordagem, o líder pode não ser atendido, explico, este liderado absorveu o que o líder queria pelo reconhecimento que tem por ele, e não pela organização como um todo. No final das contas, as metas foram atingidas, o que era o importante. 

É preciso lembrar que a algum tempo atrás, quando o numero de profissionais disponíveis no mercado era maior, os casos te terrorismo nas empresas eram mais constantes, porém, com a exigência de profissionais qualificados, as empresas começaram a agir de maneira diferente. Se os colaboradores atuais são os ideais, e o mercado não oferece essa força de trabalho qualificada, passou-se a valorizar melhor o que se tem em casa. 

Líderes normalmente são talentos, talentos geram talentos. Esse é o modelo ideal. Terrorismo? Nas organizações não cola mais. Infelizmente pelo mundo a fora ainda sim.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A base do negócio. Comercial, Financeiro e Produção. Cada um na sua!

Boa noite!

Publico a seguir texto assinado por mim, que retrata um pouco a importância de se olhar com atenção para os três setores de maior impacto dentro de qualquer organização. Espero que gostem.



Ser especialista no que se faz. 

Quem sabe esta seja uma das frases mais ouvidas daqui para frente. Em um momento onde se fala tanto em serviço, e mais do que isso, serviço de qualidade, é na figura dos especialistas que as empresas poderão encontrar saídas para dificuldades que possam vivenciar. 

Um gestor, principalmente que tenha características empreendedoras, nem sempre será especialista nas três variáveis mais importantes para um negócio: comercial, financeiro e produção. Pelo contrário, é bem provável que ele seja especialista no setor produtivo do seu negócio, ou do seu futuro negócio. Mas e o comercial? E o financeiro? Como dar continuidade ao sonho do negócio próprio, se você não tem todos os conhecimentos necessários para tanto? Fala-se de produção por ser o exemplo mais comum, porém, pode-se citar um expert em finanças, que deseja iniciar um investimento de qualquer ordem. Como ele irá produzir um determinado produto, por exemplo, se entende mesmo é da parte financeira? 


Uma empresa só será rentável se conseguir unir as três bases mais importantes para o negócio de forma adequada e sempre com o mesmo objetivo, o retorno esperado. Uma empresa, tanto para uma indústria como para o setor de serviços, para conseguir atingir seus objetivos, precisa ter um setor comercial que prospecte e conquiste clientes, e mais do que isso, os torne fiéis a empresa. Precisa ter um setor financeiro que busque sempre os melhores investimentos no momento da fartura, e que consiga trabalhar com a resiliência necessária na hora do aperto. Quanto à produção, no caso do produto, quem realmente participa da manufatura é o setor da produção. No caso do serviço, ou do produto com serviço, quem está frente a frente com o cliente é o setor de produção. 

O que se percebe ao falar destes três importantes setores, ou departamentos de uma organização, é que são competências muito distintas. Como já lembrado, dificilmente um gestor que trabalhou anos como funcionário e decidiu abrir seu próprio negócio, irá ter os conhecimentos necessários sobre finanças e sobre vendas, para sozinho, fazer com que o negócio de fato aconteça. 
Se a empresa precisa vender, para ter demanda de produção, e a partir disso gerar contas a pagar e receber, porque não buscar especialistas para cada um dos setores? 
Entram aí, na falta de profissionais qualificados, a figura dos consultores, e até mesmo entidades como o Sebrae, Senai, Senac, por exemplo, ou ainda projetos ligados a universidades, que podem qualificar colaboradores da própria empresa, e aí sim, torná-los especialistas, cada um na sua. 

Uma empresa quando de pequeno porte, até consegue suportar os três setores todos reunidos na figura do gestor, porém, na medida em que essa empresa começa a tomar proporções maiores, ou melhor, na medida em que esse gestor se dá conta de que tem oportunidades (ambiente externo) e forças (ambiente interno) para seguir crescendo, sem dúvidas ele terá que, ou ir atrás de conhecimento específico em vendas, finanças e sobre o produto ou serviço oferecido, para si ou para os colaboradores que já o cercam, ou terá de contratar essa força de trabalho, se disponível no mercado, é claro. 
O comercial vende. O financeiro cuida do dinheiro. A produção produz, ou oferece um serviço. Simples. Cada um na sua.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dia do Contador! Dia Mundial Sem Carro!


Boa tarde!


Gostaria de iniciar este post reforçando o que já está escrito no título acima. Hoje, 22 de Setembro, é o Dia do Contador e também o Dia Mundial Sem Carro.


A todos os Contadores, desejo um dia iluminado, e ressalto sua relevante e indispensável contribuição a sociedade em um contexto organizacional, seja no setor público como no privado.
É preciso destacar também a importância de se ter pelo menos um dia no ano dedicado a estes profissionais. Profissionais estes que tanto prezam pela transparência, ética e competência, buscando sempre qualificação para atender as necessidades atuais de mercado.
Em especial, gostaria de mandar um forte abraço para José Carlos Schalemberger e Fernanda Bassani.



Quanto ao Dia Mundial Sem Carro, aproveito para fazer um breve comentário sobre a medida tomada pelo Governo Federal, que aumenta em 30% o IPI dos carros importados ao Brasil, vindos de países não pertencentes ao Mercosul.
Compartilho com vocês no final do post, link de uma matéria que saiu no site de notícias do UOL, onde constam maiores informações.
Minha opinião sobre o assunto é a seguinte: É lógico que as indústrias Asiáticas, como as novas JAC Motors, Chery, ou mesmo outras já mais conhecidas como a Hyundai e a Kia, conseguirão aplicar preços muito menores do que as indústrias que possuem plantas aqui no Brasil, por exemplo. Nos países Asiáticos, a mão-de-obra é muito mais barata, cargas tributárias não interferem tanto, entre outras características que acabam puxando os preços para baixo.
Ganham com a medida as indústrias com sedes no Brasil, como a GM, a Fiat e a Volkswagen, por exemplo, que já estavam em pânico vendo o crescimento contínuo nas vendas dos concorrentes de "olhos puxados", enquanto seus faturamentos cada vez diminuíam mais. Ou seja, as indústrias que não contam com plantas no Mercosul, com certeza vão ter alguma baixa nas vendas, vai depender da habilidade dos seus "marketeiros" em fazer com que tal medida não seja tão impactante assim.
Enfim, o mercado de automóveis precisa constantemente ser observado mais de perto, até porque convenhamos, a relação desta notícia que acabo de comentar com o Dia Mundial Sem Carro não é nada boa, não é? Não além de todas as consequências negativas ao meio ambiente, ainda vivemos em caos nas grandes cidades devido ao número excessivo de veículos circulando. Vale lembrar também, o que deve estar fresquinho nas cabeças de todos vocês, que nossas vias urbanas já não apresentam condições mínimas de tráfego.



Vale a reflexão.
Um dia sem carro não irá resolver todos os problemas, não há dúvidas, mas não custa entrar nessa.


Segue o link da notícia: Governo aumenta IPI dos carros importados e atinge marcas chinesas

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Os efeitos da motivação inversa. Sempre negativos por sinal!

Boa tarde!

Primeiramente, gostaria de esclarecer que em função do feriado de ontem, 20 de Setembro, em comemoração a Revolução Farroupilha, o texto das terças-ferias, excepcionalmente, está sendo publicado hoje.
Aproveito também para dizer que em função de estar bastante atarefado com questões da Universidade, as últimas semanas não estão sendo muito movimentadas por aqui. Mas enfim, pelo menos os textos semanais estou conseguindo manter em dia.
Segue então o texto dessa semana, de acordo com o título acima.


MOTIVAÇÃO É TUDO! 

Como manter os colaboradores de uma organização sempre motivados? Pergunta clássica e importantíssima dentro das empresas. Algumas respostas podem ser listadas para a pergunta, porém, o que não pode ser esquecido, é que manter os profissionais sempre motivados não é uma responsabilidade somente do RH (até porque algumas empresas pequenas nem dispõe deste departamento), mas sim dos gestores e líderes de setor. 

Motivação, do Latim moveres, mover, denomina em psicologia e em outras ciências humanas a condição que influencia a direção (orientação para um objetivo) do comportamento. É o impulso interno que leva à ação. Assim a principal questão da psicologia da motivação é "por que o indivíduo se comporta da maneira como ele o faz?". 


Atualmente se fala muito que a relação entre colegas em uma empresa tem que ser muito mais de cooperação do que de “cada um faz a sua”, ou seja, lógico que a maioria das organizações ainda apresenta características burocratas, onde é fácil identificar as funções, responsabilidades e direitos de cada um, porém, quando se fala de motivação, um colaborador desempenhar sempre a mesma função, muitas vezes sem nenhuma ambição, pode não ser nada bom, nem para o próprio profissional, nem para a empresa. 

Pode-se fazer uma comparação entre um animal, um cachorro, por exemplo, e um profissional que recebe motivação de forma inadequada. 

O dono do animal decidiu que o mesmo não pode frequentar um determinado espaço do pátio da casa, porém, este animal insiste em ir até o local. Sempre que seu dono percebe isso, fala aos berros e pede que saia de lá, o auxiliando quando necessário. Depois de certo tempo, com certeza, o cachorro não irá mais ao local, mesmo que o próprio dono peça. Ele não foi ensinado para isso, e, além disso, sempre que ia até o local recebia uma motivação para não fazê-lo. 

A mesma coisa acontece com os colaboradores em uma organização. Um profissional que é contratado para um determinado cargo na empresa, que desempenha bem suas funções, mas que, além disso, consegue visualizar melhorias e mudanças em outras áreas, precisa ser ouvido, suas ideias precisam ser avaliadas. Se o gestor ou o líder de setor simplesmente ignorar, e ainda por cima lembrar que tal profissional não está ali para isso, mas sim para somente fazer um determinado tipo de trabalho, está perdendo a chance de descobrir um novo talento. 
Isso se chama motivação inversa. 

Um líder correto, precisa ter a percepção de visualizar quando um de seus liderados apresenta características de pró-atividade, e tirar o melhor de cada um. Limitar as pessoas a atividades repetitivas, com certeza não é a melhor maneira de comandar. Mesmo empresas pequenas, deveriam dar um pouco mais de atenção a isso, afinal, não se tem dúvidas que nenhuma empresa, mesmo que tenha nascido pequena, queira ser sempre pequena, e é somente aceitando ideias e sugestões das pessoas que estão ali no dia-a-dia que isso poderá acontecer. 

Todos os profissionais precisam estar motivados para dar o seu melhor no trabalho, porém, algumas pessoas não apresentam essa motivação ao natural, precisam ser motivadas “de fora”. Agora se nem mesmo as pessoas que já apresentam um nível de motivação natural, tiverem espaço para desenvolver isso, a consequência pode ser das piores. Quando o líder solicitar alguma atividade ao profissional, atividade essa que o colaborador já demonstrou interesse em desempenhar, mas que não foi motivado para isso, com certeza ele não fará, ou talvez até faça, mas não da melhor maneira, porque não foi motivado para isso. 

Enfim, profissional motivado é sempre bom. Sabe-se que motivar qualquer colaborador não é uma tarefa fácil, então, o mínimo que temos que fazer, é não contribuir para que um profissional motivado se desmotive, muito pelo contrário, temos que cada vez mais fazer ações para motivá-lo, e com isso colher os frutos logo ali na frente. 

TALENTOS GERAM TALENTOS. Os gestores precisam saber disso.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Principais mudanças de atitude do Gestor. Do início, ao crescimento inevitável.

Boa tarde!

Publico abaixo texto assinado por mim, tratando do assunto proposto no título do post.



Um dia o negócio começa, e um dia o negócio cresce. Ou não. Vai depender muito do seu gestor. É com a frase de Peter Druker: “Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite”, que inicio este texto. 

Que o Brasil está cheio de empreendedores, que todos os dias dão início a milhares de novas empresas, novos sonhos, não é nenhuma novidade. Agora empresas que de pequenas ou micro empresas acabam tendo sucesso, virando cases de sucesso, não são tantas não. 

Empresas que iniciam pequenas, com poucos colaboradores, normalmente começam seus trabalhos com um nível de organização muito baixo, onde é o próprio gestor / proprietário, que fica responsável por tudo, ou quase tudo. Decisões centralizadas. Este gestor, em sua grande maioria, era um profissional de alta técnica em uma determinada profissão, e que, por algum motivo ou até mesmo necessidade, decidi abrir seu próprio negócio. Pois bem, é aí que mora o perigo. 

É preciso se fazer uma breve comparação. Imagina-se uma empresa que começa suas atividades com altos investimentos, provenientes de investidores a fim de ver seus capitais aumentarem, esse tipo de novo negócio, tem uma característica totalmente diferente daquele que estamos tratando como assunto principal deste texto. Este tipo de organização, já começa totalmente departamentalizada, com cargos e funções bem definidas, onde cada profissional tem suas responsabilidades e direitos definidos previamente, e, na maioria dos casos, cada área conta com um especialista na função. Para o setor financeiro, um profissional de finanças, para o setor comercial, um profissional de vendas, por exemplo. 

Comparação feita volta-se ao assunto principal. 

Como já citada acima, a palavra CENTRALIZAÇÃO é de extrema relevância para o assunto desenvolvido. Após ela, várias outras também podem ser lembradas, tais como: desconfiança, insegurança, medo, falta de visão estratégica, entre outras. 
Um empresário que começou um negócio pequeno, sozinho, ou com poucos colaboradores, normalmente apresentará as características citadas, porém, se ele quiser crescer, e ver seu negócio prosperar e aumentar cada vez mais, terá de deixá-las de lado. 

Imagina-se um pequeno supermercado, com poucos funcionários, mas que começa a crescer, e crescer cada vez mais. Neste exemplo, o mercado é gerido pelo proprietário. O espaço físico não está ao seu lado, ou seja, não há como aumentar as dependências do mercado, e, além disso, não existe a possibilidade de mudança de endereço, porque ali, a carteira de clientes já é estável. O que deve fazer este empresário? Bom, vai depender de suas ambições, é claro. Tanto ele pode ficar ali, manter somente aquele negócio, não tendo como maximizar seus lucros, como poderá abrir sua primeira filial, para quem sabe, em curto prazo de tempo, abrir à segunda, e terceira, e assim por diante. Para que ele opte pela segunda opção, precisará, necessariamente, abrir mão das características que seguem uma pessoa centralizadora. 

O exemplo usado acima poderia ter tomado uma direção um pouco diferente, uma indústria, por exemplo, que ao contrário do mercado, tem espaço físico suficiente para seu crescimento, também se encaixa no contexto. Se o gestor desta indústria não conseguir visualizar o negócio como uma oportunidade, e à medida que o negócio comece a crescer, ir deixando de lado algumas convicções, quem sabe um negócio que poderia ter tudo para dar certo, acabe permanecendo anos na mesma situação, por falta de confiança do gestor nas pessoas que o cercam. 

Um empresário que vê seu negócio crescendo, e que consegue se adequar a tal crescimento, com certeza terá sucesso. 
Este empresário precisa confiar nos seus colaboradores, sempre cobrando resultados. Mas precisa haver essa confiança, precisa ter visão estratégica, pensar no longo prazo sempre, e não apenas no ano que virá, mas nos próximos cinco anos. Precisa pensar constantemente em treinamento para seus funcionários, afinal, se um dia vai querer deixar o cargo de gestor, presidente, diretor, alguém terá que substituí-lo, é inevitável. 

Não existe sequer uma grande organização, empresas multinacionais, por exemplo, que tenham um modelo de tomada de decisões centralizadora, NENHUMA, isso nem seria possível. A menos que a empresa esteja passando por uma crise interna, ou enfrentando uma crise econômica, mas, mesmo assim, somente as maiores decisões serão centralizadas. 

Começar pequeno e ter vida longa, crescendo e se tornando líder em seu mercado, é totalmente possível. Basta o gestor querer, e saber lidar com tal situação. 
É uma questão de convicções. 

O que eu sou, o que eu quero ser, e onde quero chegar. Sozinho não dá. Pelo menos no mundo organizacional.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

PARABÉNS ADMINISTRADORES!

Boa tarde!


Como a maioria já deve estar sabendo, hoje é o Dia Nacional do Administrador, e é com enorme satisfação que desejo a todos os administradores os meus parabéns pelo seu dia!

Peter Druker eternizou a frase: “Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite”. Não é Fernanda Bassani?



É isso Pessoal, to passando por aqui hoje brevemente, para, como já fiz acima, parabenizar todos os administradores e lembrar da importância destes profissionais frente as organizações.

Vários textos já postados aqui por mim, se não todos eles, demonstram e remetem a atitudes dos administradores, e, situações vividas no dia-a-dia de cada um, tentando sempre deixar minha opinião bem posicionada sobre cada assunto.

Disponibilizo abaixo o link de uma matéria do site Administradores.com.br, falando sobre o dia de hoje, relembrando alguns aspectos e um pouco da história desta importante profissão.