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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Pequenas e médias empresas é lugar de pessoas. Tecnologia? Deixa para os grandes.

Boa tarde!

Abaixo publico mais um texto meu, abordando a importância das pequenas e médias empresas em nosso país. Espero que contribua bastante com todos que tiverem a oportunidade de ler.



A importância das pequenas e médias empresas no Brasil. O termo: “Tecnologia? Deixa para os grandes.”, constante no título do texto, pode parecer ultrapassado, mas não, não no contexto que será abordado neste aqui. Que é um sonho para qualquer profissional qualificado trabalhar em uma grande organização, em uma empresa líder de mercado, uma multinacional, isso é uma certeza, porém, para o desenvolvimento do país e até mesmo para o desenvolvimento de profissionais com baixo nível educacional, não pode-se deixar de lado as pequenas e médias empresas. 

Micro (pequena) empresa é uma empresa que conta com 20 a 99 colaboradores, já as médias vão de 100 a 499, falando de indústrias. E sim, é aí que está o maior número de trabalhadores no Brasil, neste tipo de empresas. De acordo com informações do Sebrae (2008), as pequenas e médias empresas representam 43% da renda do setor industrial, o que equivale a quase 30% do PIB do Brasil. Quanto ao número de empregos, essas empresas já atingem a faixa de 60% da força de trabalho disponível, ou seja, a maior parte. Mas como isso, se as grandes é que são grandes? E o que isso tem a ver com automação, com tecnologia de ponta?A resposta será dada. 

As grandes organizações, todas elas focadas em baixar os custos e aumentar a qualidade do produto/serviço, investem cada vez mais em tecnologia, robótica e automação. Isso lentamente está substituindo a mão-de-obra humana, ou pelo menos a mão-de-obra mais operacional, porque afinal, mesmo tendo tecnologia alguém precisa operar estes robôs. De qualquer maneira, é preciso observar que antes desta explosão de tecnologia e informação, a figura destes “operadores” já existia, só que para operar pessoas, eram os gerentes, e essas pessoas tinham emprego garantido. 
Não que as pequenas e médias empresas não possam investir em tecnologia, elas devem fazer isso, se não, acabam sendo ultrapassadas pelos seus concorrentes. Na verdade, o que muda é a proporção destes investimentos. Se uma empresa começa a investir, investir e crescer cada vez mais baseada em tecnologia e automação, provavelmente em um curto espaço de tempo deixará de ser pequena. 

Um enorme desafio aparece neste cenário: Nas pequenas empresas está o maior número de trabalhadores, mas é nas grandes que estão os melhores projetos de recursos humanos. Ato falho, não? Sim. As pequenas e médias sofrem demasiadamente por não terem – às vezes por falta de recursos financeiros – setores de RH, que realmente valorizem e estimulem a gestão de pessoas. Um indicador de fácil entendimento neste aspecto é o índice de rotatividade de trabalhadores. 
Outro grande desafio, mas agora envolvendo a relação entre as administrações públicas e essas pequenas empresas, são as barreiras e burocracias apresentadas pelos governos frente essas empresas, que querendo ou não, tem parcela importantíssima no desenvolvimento nacional. Incentivos fiscais, por exemplo, que costumeiramente são oferecidos as grandes empresas, não passam nem perto das pequenas. Os governos poderiam, pelo menos, oferecer cursos, especializações, palestras, tanto para os gestores como para os colaboradores das médias e pequenas, a fim de estimular o interesse por educação, muitas vezes esquecidos por estes profissionais. 

Por fim, resgata-se o que já foi dito: Tecnologia, automação e robótica são muito importantes para o desenvolvimento industrial e social mundial. São interessantes também para os pequenos, mas estes não podem, de maneira alguma, esquecer ou mesmo desacreditar na força mais valiosa de todas: A força do homem, do ser humano. 
Agora sim, pra terminar: E o governo como pode contribuir positivamente para este desenvolvimento dos pequenos e médios? Bom, melhor cada um por si. Porque o governo parece não querer fazer por todos. Parece.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Vantagem Competitiva. Seis dicas nada fáceis de alcançar, porém, muito rentáveis se alcançadas.

Boa tarde!

Publico a seguir texto assinado por mim que trata sobre vantagens competitivas, tema sempre atual, e motivo de grandes cases de empresas de sucesso. Espero que gostem e consigam tirar suas próprias conclusões.


Duvido que alguém ainda não ouviu a expressão “vantagem competitiva”. 

Nas universidades, nas organizações, sejam elas grandes ou pequenas, todos os dias se ouve esta expressão como uma meta a se atingir, como um diferencial a se conquistar, e de fato, uma empresa que consegue funcionar com uma vantagem competitiva sobre os demais concorrentes, com certeza colherá os frutos logo ali na frente. 

Cada empresa, podendo variar muito de acordo com o ramo, o porte, as metas, a região e até mesmo a cultura, poderá trabalhar e buscar um tipo diferente de vantagem sobre seus concorrentes, porém, apresenta-se a seguir seis características que podem ser citadas como ótimas vantagens competitivas, se uma organização conseguir uni-las então, é só olhar para frente e não deixar a peteca cair. 

1 Tecnologia e Patentes. 
Quando se fala em inovação, em investimentos em P&D, logo se pode lembrar que inovação não é somente um produto novo, um serviço ainda não oferecido. Inovação também é processo, sem dúvidas. Quando se lança uma nova linha de um produto já existente, por exemplo, mas que teve seu processo aperfeiçoado, é inovação. Inovação é isso, é renovação continuada, é nunca pensar que algo está bom, sempre há o que melhorar, e a tecnologia está diretamente ligada a isso, afinal, vive-se em tempos de transformação, e a tecnologia vem puxando essa frente a um bom tempo. Patentes vem ao natural. Uma empresa líder não pode cometer o equívoco de lançar um produto novo, uma parceria com um fornecedor, sem registrar patente, sem colocar em contrato a parceria. Diferente disso é retrocesso, deixa de ser inovação. 
2 Benefícios Comprovados. 
Com tamanha concorrência de mercado para produtos de consumo, por exemplo, o consumidor já não aceita mais propaganda enganosa. Ou seja, se uma marca de condicionadores para os cabelos promete acabar com as caspas e não o faz, perdeu o cliente. Outro ponto importante citado no texto e também comentado no item 1 é quanto ao processo de desenvolvimento do produto. Se uma marca lança um produto com benefício comprovado, e só ela dispõe de tecnologia para desenvolver o mesmo, bom, daí para frente é só contar as moedas, porque o cofre com certeza vai ficar pequeno. 
3 A Marca Pelo Produto. 
Fala-se Coca-Cola para refrigerantes sabor cola, Omo para sabão em pó, Nescau para achocolatados, ou mesmo Bombril para esponjas de aço. Genial. Organizações que conseguiram ou que ainda conseguirão elevar tais marcas de produtos a sinônimos dos mesmos, chegam onde todas as empresas sonham em chegar. A partir daí o produto vende sozinho, ao natural, claro que se falando de produtos de consumo, por exemplo, precisam estar presentes no maior número de gôndolas possíveis, mas é o auge. A própria Coca-Cola, depois de ter sua marca estabelecida, investe a cada dia em linhas de produtos diferentes, através de uma elasticidade horizontal de produto, que vai de vestuário a calçados. E vende, vende muito. 
4 Características Únicas. 
Quando se fala de características únicas, aproxima-se muito novamente do item 1. Uma empresa que desenvolveu uma fórmula única, um acessório único, e é a única a ter tecnologia para tanto, dificilmente verá suas vendas ameaçadas pelos concorrentes. Aqui mesmo no Brasil temos um caso muito típico, a Guaraná Antártica. A marca inclusive utiliza atualmente em suas campanhas publicitárias o fato de que nenhuma outra empresa consegue “imitar” seu sabor, fala que é único e ainda faz brincadeiras dizendo que a fórmula está escondida a sete chaves, e realmente deve estar. Característica única, certeza de lucro maximizado. 
5 Experiência Com o Produto. 
Quando a empresa realmente conhece seu produto, realmente tem a capacidade de diagnosticar suas melhores características, ela pode usar isso como uma vantagem, sem dúvidas. Experiência soa para o consumidor como certeza de que sua necessidade será sanada. Volta-se ao item 2, benefícios comprovados, quando o consumidor consegue perceber que a empresa conhece seu produto, que a organização de fato sabe do que está falando, ele também já cria a expectativa de que esse produto é de qualidade, que dará resultado. Depois disso, precisa confirmar, é claro. Caso contrário, a percepção de experiência com o produto não vale de nada. 
6 Embalagem. 
Antes de saber do que se trata um produto desconhecido, o consumidor vai olhar, vai ver o produto, vai ter sua atenção disposta por mais ou menos tempo. Claro que além de só “chamar a atenção” do consumidor, a embalagem precisa ser prática, de fácil manuseio. Em muitos casos, a embalagem inclusive se torna característica do produto, pode-se usar como exemplo a Coca-Cola novamente, suas garrafas de dois litros com o formato “diferente” dos demais é uma característica do produto, apesar de não fazer parte do que realmente é entregue ao consumidor, que é o líquido que ali está depositado. Uma coisa é certa, uma garrafa de Coca-Cola e outra qualquer, as duas sem rótulo, possivelmente não serão vistas da mesma maneira. 

Enfim, seis tipos de vantagens que a maioria das organizações deveriam focar e fazer o possível e o impossível para adquirir. 
Se com elas o resultado não é garantido, mas aumentado, sem elas então, bom, daí fica difícil. 
Vale a pena baixar a cabeça e correr atrás.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dia do Contador! Dia Mundial Sem Carro!


Boa tarde!


Gostaria de iniciar este post reforçando o que já está escrito no título acima. Hoje, 22 de Setembro, é o Dia do Contador e também o Dia Mundial Sem Carro.


A todos os Contadores, desejo um dia iluminado, e ressalto sua relevante e indispensável contribuição a sociedade em um contexto organizacional, seja no setor público como no privado.
É preciso destacar também a importância de se ter pelo menos um dia no ano dedicado a estes profissionais. Profissionais estes que tanto prezam pela transparência, ética e competência, buscando sempre qualificação para atender as necessidades atuais de mercado.
Em especial, gostaria de mandar um forte abraço para José Carlos Schalemberger e Fernanda Bassani.



Quanto ao Dia Mundial Sem Carro, aproveito para fazer um breve comentário sobre a medida tomada pelo Governo Federal, que aumenta em 30% o IPI dos carros importados ao Brasil, vindos de países não pertencentes ao Mercosul.
Compartilho com vocês no final do post, link de uma matéria que saiu no site de notícias do UOL, onde constam maiores informações.
Minha opinião sobre o assunto é a seguinte: É lógico que as indústrias Asiáticas, como as novas JAC Motors, Chery, ou mesmo outras já mais conhecidas como a Hyundai e a Kia, conseguirão aplicar preços muito menores do que as indústrias que possuem plantas aqui no Brasil, por exemplo. Nos países Asiáticos, a mão-de-obra é muito mais barata, cargas tributárias não interferem tanto, entre outras características que acabam puxando os preços para baixo.
Ganham com a medida as indústrias com sedes no Brasil, como a GM, a Fiat e a Volkswagen, por exemplo, que já estavam em pânico vendo o crescimento contínuo nas vendas dos concorrentes de "olhos puxados", enquanto seus faturamentos cada vez diminuíam mais. Ou seja, as indústrias que não contam com plantas no Mercosul, com certeza vão ter alguma baixa nas vendas, vai depender da habilidade dos seus "marketeiros" em fazer com que tal medida não seja tão impactante assim.
Enfim, o mercado de automóveis precisa constantemente ser observado mais de perto, até porque convenhamos, a relação desta notícia que acabo de comentar com o Dia Mundial Sem Carro não é nada boa, não é? Não além de todas as consequências negativas ao meio ambiente, ainda vivemos em caos nas grandes cidades devido ao número excessivo de veículos circulando. Vale lembrar também, o que deve estar fresquinho nas cabeças de todos vocês, que nossas vias urbanas já não apresentam condições mínimas de tráfego.



Vale a reflexão.
Um dia sem carro não irá resolver todos os problemas, não há dúvidas, mas não custa entrar nessa.


Segue o link da notícia: Governo aumenta IPI dos carros importados e atinge marcas chinesas

terça-feira, 6 de setembro de 2011

As organizações do futuro. Ou do presente?

Boa tarde!

Publico a seguir aqui no Blog, mais um texto assinado por mim, tratando de um assunto muito importante. Fiquem a vontade.


O ano é 2011. As manias, os costumes, os processos, a comunicação, as informações, o dia-a-dia, as técnicas, tudo hoje é diferente, é rápido, e só tende a mudar cada vez mais.

O momento é de transformação!

Fala-se de sustentabilidade, e sim, esse será o principal tema deste texto. Sustentabilidade. Mesmo que vista de uma maneira nem tão sustentável assim.

Uma coisa é certa. Hoje em dia não se mandam mais cartas, nem fax, mas sim emails, que muitas vezes nem mesmo são remetidos de um computador, e sim de um smartphone. A velocidade em que as informações estão correndo o mundo é algo que não se pode imaginar. A tecnologia está aí, cada vez mais veloz. E onde entra o fator “organização” nisso tudo?

O futuro é agora, pelo menos para os mais velhos. E como estão se comportando as empresas de sucesso neste presente/futuro, e o que elas projetam para longo prazo? A nossa vista, maravilha, sustentabilidade é a palavra chave, porém, por trás disso, existe muita, mas muita história pra contar, e muita cultura para ser mudada.

Antes de falar mais especificadamente da questão social, de como as organizações estão se comportando socialmente, é necessário destacar alguns outros aspectos importantes destas organizações do futuro:
Hoje em dia já não se dá mais tanto valor ao capital financeiro (parece brincadeira não é?), pelo contrário, está se levando muito em conta o capital intelectual dos profissionais e dos gestores.
As pessoas começam a ser tratadas de maneira diferente. Uma empresa “do futuro” já não tem mais funcionários, nem colaboradores, esta empresa hoje conta com clientes internos, isso mesmo. Sempre se falou que o cliente era o stakeholder mais importante para um negócio, hoje isso já é discutível, afinal, quem participa do processo de “criar” o produto recebido pelo cliente? Ou até mesmo, quem “faz” um determinado tipo de serviço para o cliente? É o colaborador. Se este profissional não estiver motivado, e com suas metas alinhadas as metas da empresa, poderá, facilmente, boicotar o processo.
Ainda analisando aspectos gerais, observa-se um momento onde o produto já não é mais o único objetivo. Produto sem serviço agregado é apenas mais um. Neste sentido, o rumo a ser tomado prevê uma alta avaliação dos currículos dos profissionais que estão no mercado. Na medida em que já não é mais o produto o único objeto/fim de uma organização, ou seja, se busca também uma parte intangível nisso tudo, as pessoas começam a aparecer como estratégia para o sucesso das organizações.
Somente para reforçar, algumas empresas de amplo sucesso no cenário mundial, e que a grosso modo, não oferecem produto nenhum, somente serviços. Empresas estas, as mais desejadas pelos melhores talentos para poder chamar de sua.
Google. Facebook. Yahoo. Apple. Microsoft. Todas empresas ligadas a tecnologia e a comunicação. É o futuro dando as caras, e quem não estiver disposto a acompanhá-lo, provavelmente ficará preso no presente.

E a sustentabilidade?
O aquecimento global está em foco. Documentários, congressos, debates e discussões sobre este assunto são comuns. Tendo isso em vista, e mesmo sabendo que o meio ambiente não responde as nossas mudanças de atitude do dia para a noite, às empresas encontraram aí, no aquecimento global, e nos demais cuidados com o meio ambiente, uma vantagem competitiva de mercado.
Mas essas empresas que hoje se dizem sustentáveis, realmente são? Não. Essa é a resposta.
O futuro chama para o lado social, o cuidado com o meio ambiente, e muitas empresas estão usando essa consciência global de que cuidar é preciso, como ferramenta de marketing de suas marcas.
Agora vejamos, uma empresa que anuncia em seus comerciais de TV que é sustentável, ela, teoricamente, não pode envolver nenhuma prática, fornecedor, parceiro, nada mesmo que contribua negativamente para o meio ambiente em seu processo. E isso realmente acontece? Não se pode generalizar. Mas na grande maioria não acontece.
Ser sustentável é uma questão social, que talvez somente o tempo e algumas regras complementares entre as empresas consigam mudar, talvez.
Se um profissional de uma empresa dita sustentável jogar suas bituca de cigarro, a embalagem do chocolate ou a lata de refrigerante na rua, sua empresa continua sendo sustentável? Acredito que não. Por isso considero uma questão social, tem que partir de cada um de nós, tem que fazer parte das palestras de cultura organizacional, tem que ser entendido o porque de tal mudança.

Sustentabilidade somente como marketing é o próprio lixo!

O futuro pede empresas sustentáveis. A tecnologia, as informações, as transformações, as criações, tudo isso nos remete pensar que estamos vivendo o futuro hoje.
Quanto à sustentabilidade, esperemos que o futuro chegue logo. Ser sustentável é ser consciente, e consciência ainda não é uma realidade. Será um dia?