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terça-feira, 29 de maio de 2012

Negociar. O que? Com quem? Quando?

Boa tarde! 

Publico abaixo texto que escrevi sobre negociação empresarial, motivado pelo professor Moacir dos Santos, da Universidade Feevale, após assistir o filme “A Negociação”, de F. Gary Gray, tendo como atores principais Samuel L. Jackson e Kevin Spacey. 


Negociar. Qual o real sentido desta palavra? Logo pensamos em negócios, empresas, organizações, enfim, de assuntos profissionais. Ok, a maioria das relações entre empresas e também dentro delas, não deixam de ser negociações, mas o mais incrível é que negociamos a todo momento, muitas vezes sem perceber. Bom, negociar é usar a informação e o poder com o fim de influenciar o comportamento da outra parte envolvida. 

Vender, comprar, definir prazos de entrega, prazos de pagamento, definir características de um determinado produto. Resolver um impasse de qualquer ordem com colaborador da empresa, com um representante, com uma franquia. Reuniões entre setores, reuniões da direção da empresa, troca de informações entre vendas e produção, entre outros. Todos os exemplos citados são formas de negociação empresarial, e são comuns a todas as organizações.

 

O filme conta a história de um policial americano, alvo de uma armação, que acaba tendo que negociar de uma maneira muito particular para livrar-se de uma acusação a qual não tinha culpa alguma. E aí começam a aparecer as associações da negociação que conta o filme, com as negociações cotidianas em todas as organizações. 

Poder, tempo e informação, são três variáveis importantíssimas em qualquer negociação, seja ela uma negociação empresarial, seja como a contada no filme, ou em uma negociação com a sua esposa, seu filho. Nem sempre se pode ter estas três variáveis sobre o seu domínio, por isso, é indispensável que se atue de forma incansável com que se tem disponível. Você pode ter poder e informação, mas não ter tempo. Ter tempo e poder, mas faltar informações, e por aí em diante. Se estas três variáveis são incontroláveis, ou seja, não dependem de você querer ou se preparar, logo, é necessário ficar atento as três etapas fundamentais de uma negociação: planejamento, tratativas e manutenção. 

Se uma negociação é bem planejada, pode-se, por exemplo, buscar todas as informações necessárias para concluí-la com êxito. No filme, faltava tempo e informações, mas o personagem soube se utilizar muito bem de seu poder para virar o “jogo”. Durante as tratativas, o personagem também demonstrou total domínio sobre algumas competências básicas de um bom negociador: habilidade, conhecimento e atitude. Mostrou-se um ótimo negociador, porque mesmo não tendo tempo nem todas as informações necessárias, acabou tendo sucesso no final.

 

Por fim, referindo-se a ultima etapa, uma cena emblemática: o personagem recebe da outra parte envolvida na negociação, seu distintivo da polícia, exigência que havia feito no início da negociação, e que parecia esquecida pelos telespectadores. Os negociadores cumpriram o que haviam tratado, isso se chama manutenção, em negociação. Não adianta planejar, negociar, e depois faltar com a palavra no momento em que o que se negociou está de fato acontecendo. Tudo tem que sair conforme o combinado, se for de outra maneira, a negociação não foi bem sucedida. 

Negociar é isso, é preciso planejar, tratar e manter o que foi combinado. Quanto mais tempo, poder e informações o negociador tiver, mais chances de que tudo termine conforme o esperado. E claro, se o negociador for habilidoso no que faz, tiver atitude e bom conhecimento, tudo pode acabar bem. Ótimo filme! Muitas comparações a fazer com os assuntos tratados quando se fala em negociação empresarial, e sobre tudo, um ótimo filme para quem sequer ouviu falar de negociação empresarial.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Pesquisa de Marketing. Importante ferramenta para tomada de decisões.

Boa tarde!



Motivado pela Professora Vera Muller, da disciplina de Pesquisa de Marketing do curso de Administração na Universidade Feevale, eu e mais quatro colegas desenvolvemos um projeto de pesquisa de marketing, que por consequência ou não, teve o próprio Blog que aqui escrevo como objeto de estudo.



A pesquisa de marketing tem por objetivo a coleta de dados e informações sobre determinado mercado ou ramo, informações essas que após analisadas auxiliam nas tomadas de decisão, e no exercício de um papel pró-ativo na gestão empresarial.
A pesquisa de marketing apresenta algumas etapas básicas para que se tenha um resultado satisfatório, são eles: Definição do problema; Objetivos (gerais e específicos); Desenvolvimento do plano de pesquisa; Coleta de dados (informações) através da pesquisa em si; Análise dos dados; Apresentação dos resultados; e Tomada de decisões baseado nos resultados.

Enfim, após breve introdução sobre o assunto, vamos ao que interessa.
A pesquisa que segue busca conhecer os interesses relevantes de leitores ativos e também de novos leitores deste Blog. A fim de fidelizar os atuais, e aumentar o número de novos, através da abordagem destas pessoas que ainda não o conhecem. Fica também já um exemplo de questionário que pode ser usado em pesquisas de marketing, com questões de relevância, múltipla escolha e perguntas abertas. 


Desde já agradeço a participação de todos!
Um ótimo final de semana!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O Colaborador Empreendedor. Sim, ele existe!

Boa tarde!

Publico a seguir texto assinado por mim que trata de um assunto bastante atual e importante. Texto que aborda a questão dos empreendedores colaboradores, como podem conferir no título do post.


Que o Brasil, e principalmente o Rio Grande do Sul, é terra de gente empreendedora, não é nenhuma novidade. Agora que este empreendedor pode estar escondido atrás da figura de um colaborador em uma organização, isso sim é novidade. 

Quando se fala em empreendedorismo, ou melhor, em pessoas empreendedoras, normalmente vem à lembrança de uma pessoa que foi atrás de um sonho, iniciou um negócio próprio. Do tio, do amigo, do pai, alguém já lhe falou a expressão “o cara é um baita empreendedor”. Pois sim, esse empreendedor começa a aparecer cada vez mais dentro das empresas, como funcionário. 

Expõem-se os fatos. O que é um profissional empreendedor? É aquele que sente a necessidade de realização: busca constante pelo desenvolvimento de potencialidades e crescimento; Têm sonhos, objetivos, metas de vida; Gosta do que faz, acredita no que faz – paixão; Constante motivação; Comprometimento; Energia: dedicação ao seu objetivo; Ética; Autoconfiança; Flexibilidade; Aprende constantemente a aprender. Entre tantas outras características que poderiam ser lembradas. 
Pergunta: Qual destas características citadas acima não pode se encaixar a um profissional assalariado, ou seja, um colaborador de uma organização? Todas podem. 

Normalmente se tem uma idéia, ultrapassada, de que empreendedor é aquela pessoa que “mete a cara”, que abre seu próprio negócio, tendo sucesso ou não, ele é chamado de empreendedor. Porém, com o passar dos anos, e o mercado exigindo cada vez mais qualificação, os profissionais passaram a se importar mais com o que estão fazendo, o cargo que estão ocupando, e começaram também a de fato tentar se enquadrar na profissão que mais se assemelha com o seu perfil. 

Um profissional que consegue transparecer todas as características mencionadas no seu ambiente de trabalho, provavelmente se tornará um líder dentro da empresa, esse profissional deve ser tratado a preço de ouro, porque ele está tratando um negócio que não é seu, como se fosse. Qual gestor não sonha com isso? 

Por fim, é preciso destacar que este tipo de profissional, até por ter a idéia do desafio como uma característica de trabalho, precisa ser motivado para tanto. O gestor precisa perceber o talento que tem e lhe proporcionar as condições adequadas, para que a organização ganhe, e o profissional também. Empresas como o Google, Facebook, Apple, Microsoft, por exemplo, estão cheias de empreendedores no seu quadro de funcionários, essas empresas dão condições para que esses talentos sigam sempre motivados, sempre em busca de um novo desafio, de uma nova conquista. 

Os colaboradores empreendedores são uma realidade. Cabe as empresas perceberem e trabalharem duro para mantê-los no seu quadro, e mais do que isso mantê-los motivados. Se uma empresa não percebe isso, com certeza outras perceberão, e isso inclusive pode ser uma vantagem competitiva de mercado, ou acham que era Steve Jobs quem criava todas as novidades tecnológicas da Apple? Não. A resposta é não. Jobs tinha por trás de seu enorme talento, uma infinidade de outros talentos que pensavam, e assim continuarão fazendo, por ele. 

É uma questão de percepção, senso comum. Ou o empreendedor fica onde está, ou vai para o concorrente, ou abre seu próprio negócio. Isso é ser empreendedor.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Liderança ou Terrorismo?

Boa tarde!

Publico a seguir texto assinado por mim, que trata do assunto lembrado no título do post. A importância do líder.



Em tempos de terrorismo, faça-se as devidas comparações com o ambiente organizacional. 

É assim que se inicia esse texto onde na verdade, a comparação acima não cabe, sendo que ataques terroristas de grupos extremistas são uma realidade, enquanto o terrorismo nas empresas não. Ou pelo menos não deveria ser. O que interessa é: O que a introdução deste texto tem a ver com liderança? A liderança, tão falada liderança, presente na maioria dos currículos que por aí circulam, mas não tão presentes assim no dia-a-dia das organizações. 

Pode até parecer um assunto recente, mas não é. Quando se começa a levar a “questão” ser humano mais a sério nas organizações, ou seja, quando se passa a observar as organizações não só pelas teorias estruturalista (de Etzioni e Thompson) e da burocracia (de Weber e Merton), mas também pela teoria das relações humanas (de Lewin e Follett), se começa a perceber a importância das pessoas para que o processo aconteça da maneira esperada. 

Se o processo depende de pessoas, essas pessoas precisam receber o tratamento que merecem. Alguém precisa comandar, e aí de fato aparece a figura do LÍDER. 

Liderança, ou liderar, nada mais é do que a habilidade de levar pessoas a alcançar resultados acima do que elas conseguiriam sozinhas, é saber lidar com as diferenças individuais, é saber praticar a “arte do possível”, é saber ouvir querendo compreender. 
Um bom líder precisa, necessariamente, apresentar algumas características básicas, como: ética, gostar de trabalhar em equipe, equilíbrio emocional, senso de justiça, resiliência, boa comunicação, atitude positiva, entre outras tantas. 
Em resumo, o que todas as características citadas levam a crer, é que este líder, o ideal, conseguirá extrair de seus liderados o que de melhor eles podem oferecer, porém, nem sempre são essas características que são observadas nas pessoas que deveriam assumir o papel de líder nas empresas. O termo terrorismo, usado até aqui no texto, vem de fazer terror, pressionar, ameaçar, exigir além do possível. Sim, em 2011 ainda se tem casos de “líderes” que tentam usar deste tipo de métodos para alcançar seus objetivos nas empresas, objetivos esses, muitas vezes pessoais. 

Um gerente de vendas, por exemplo, que exigi cumprimento de metas de seus vendedores (liderados), errado? Não. Exigir o cumprimento de metas não é errado, o que pode ser errado é a maneira como isso é feito. Um líder, muitas vezes, consegue atingir seus objetivos através das pessoas, pelo seu próprio carisma, por suas atitudes. Por exemplo, esse gerente de vendas pode dizer: - Precisamos atingir as metas do mês porque vai fazer a diferença para minha trajetória na empresa. Pode ser atendido, perfeitamente. Assim como pode dizer: - Precisamos atingir as metas do mês por que a empresa necessita disso, o mês passado foi de vendas baixas, por isso o faça neste mês. Com esta segunda abordagem, o líder pode não ser atendido, explico, este liderado absorveu o que o líder queria pelo reconhecimento que tem por ele, e não pela organização como um todo. No final das contas, as metas foram atingidas, o que era o importante. 

É preciso lembrar que a algum tempo atrás, quando o numero de profissionais disponíveis no mercado era maior, os casos te terrorismo nas empresas eram mais constantes, porém, com a exigência de profissionais qualificados, as empresas começaram a agir de maneira diferente. Se os colaboradores atuais são os ideais, e o mercado não oferece essa força de trabalho qualificada, passou-se a valorizar melhor o que se tem em casa. 

Líderes normalmente são talentos, talentos geram talentos. Esse é o modelo ideal. Terrorismo? Nas organizações não cola mais. Infelizmente pelo mundo a fora ainda sim.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A base do negócio. Comercial, Financeiro e Produção. Cada um na sua!

Boa noite!

Publico a seguir texto assinado por mim, que retrata um pouco a importância de se olhar com atenção para os três setores de maior impacto dentro de qualquer organização. Espero que gostem.



Ser especialista no que se faz. 

Quem sabe esta seja uma das frases mais ouvidas daqui para frente. Em um momento onde se fala tanto em serviço, e mais do que isso, serviço de qualidade, é na figura dos especialistas que as empresas poderão encontrar saídas para dificuldades que possam vivenciar. 

Um gestor, principalmente que tenha características empreendedoras, nem sempre será especialista nas três variáveis mais importantes para um negócio: comercial, financeiro e produção. Pelo contrário, é bem provável que ele seja especialista no setor produtivo do seu negócio, ou do seu futuro negócio. Mas e o comercial? E o financeiro? Como dar continuidade ao sonho do negócio próprio, se você não tem todos os conhecimentos necessários para tanto? Fala-se de produção por ser o exemplo mais comum, porém, pode-se citar um expert em finanças, que deseja iniciar um investimento de qualquer ordem. Como ele irá produzir um determinado produto, por exemplo, se entende mesmo é da parte financeira? 


Uma empresa só será rentável se conseguir unir as três bases mais importantes para o negócio de forma adequada e sempre com o mesmo objetivo, o retorno esperado. Uma empresa, tanto para uma indústria como para o setor de serviços, para conseguir atingir seus objetivos, precisa ter um setor comercial que prospecte e conquiste clientes, e mais do que isso, os torne fiéis a empresa. Precisa ter um setor financeiro que busque sempre os melhores investimentos no momento da fartura, e que consiga trabalhar com a resiliência necessária na hora do aperto. Quanto à produção, no caso do produto, quem realmente participa da manufatura é o setor da produção. No caso do serviço, ou do produto com serviço, quem está frente a frente com o cliente é o setor de produção. 

O que se percebe ao falar destes três importantes setores, ou departamentos de uma organização, é que são competências muito distintas. Como já lembrado, dificilmente um gestor que trabalhou anos como funcionário e decidiu abrir seu próprio negócio, irá ter os conhecimentos necessários sobre finanças e sobre vendas, para sozinho, fazer com que o negócio de fato aconteça. 
Se a empresa precisa vender, para ter demanda de produção, e a partir disso gerar contas a pagar e receber, porque não buscar especialistas para cada um dos setores? 
Entram aí, na falta de profissionais qualificados, a figura dos consultores, e até mesmo entidades como o Sebrae, Senai, Senac, por exemplo, ou ainda projetos ligados a universidades, que podem qualificar colaboradores da própria empresa, e aí sim, torná-los especialistas, cada um na sua. 

Uma empresa quando de pequeno porte, até consegue suportar os três setores todos reunidos na figura do gestor, porém, na medida em que essa empresa começa a tomar proporções maiores, ou melhor, na medida em que esse gestor se dá conta de que tem oportunidades (ambiente externo) e forças (ambiente interno) para seguir crescendo, sem dúvidas ele terá que, ou ir atrás de conhecimento específico em vendas, finanças e sobre o produto ou serviço oferecido, para si ou para os colaboradores que já o cercam, ou terá de contratar essa força de trabalho, se disponível no mercado, é claro. 
O comercial vende. O financeiro cuida do dinheiro. A produção produz, ou oferece um serviço. Simples. Cada um na sua.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dia do Contador! Dia Mundial Sem Carro!


Boa tarde!


Gostaria de iniciar este post reforçando o que já está escrito no título acima. Hoje, 22 de Setembro, é o Dia do Contador e também o Dia Mundial Sem Carro.


A todos os Contadores, desejo um dia iluminado, e ressalto sua relevante e indispensável contribuição a sociedade em um contexto organizacional, seja no setor público como no privado.
É preciso destacar também a importância de se ter pelo menos um dia no ano dedicado a estes profissionais. Profissionais estes que tanto prezam pela transparência, ética e competência, buscando sempre qualificação para atender as necessidades atuais de mercado.
Em especial, gostaria de mandar um forte abraço para José Carlos Schalemberger e Fernanda Bassani.



Quanto ao Dia Mundial Sem Carro, aproveito para fazer um breve comentário sobre a medida tomada pelo Governo Federal, que aumenta em 30% o IPI dos carros importados ao Brasil, vindos de países não pertencentes ao Mercosul.
Compartilho com vocês no final do post, link de uma matéria que saiu no site de notícias do UOL, onde constam maiores informações.
Minha opinião sobre o assunto é a seguinte: É lógico que as indústrias Asiáticas, como as novas JAC Motors, Chery, ou mesmo outras já mais conhecidas como a Hyundai e a Kia, conseguirão aplicar preços muito menores do que as indústrias que possuem plantas aqui no Brasil, por exemplo. Nos países Asiáticos, a mão-de-obra é muito mais barata, cargas tributárias não interferem tanto, entre outras características que acabam puxando os preços para baixo.
Ganham com a medida as indústrias com sedes no Brasil, como a GM, a Fiat e a Volkswagen, por exemplo, que já estavam em pânico vendo o crescimento contínuo nas vendas dos concorrentes de "olhos puxados", enquanto seus faturamentos cada vez diminuíam mais. Ou seja, as indústrias que não contam com plantas no Mercosul, com certeza vão ter alguma baixa nas vendas, vai depender da habilidade dos seus "marketeiros" em fazer com que tal medida não seja tão impactante assim.
Enfim, o mercado de automóveis precisa constantemente ser observado mais de perto, até porque convenhamos, a relação desta notícia que acabo de comentar com o Dia Mundial Sem Carro não é nada boa, não é? Não além de todas as consequências negativas ao meio ambiente, ainda vivemos em caos nas grandes cidades devido ao número excessivo de veículos circulando. Vale lembrar também, o que deve estar fresquinho nas cabeças de todos vocês, que nossas vias urbanas já não apresentam condições mínimas de tráfego.



Vale a reflexão.
Um dia sem carro não irá resolver todos os problemas, não há dúvidas, mas não custa entrar nessa.


Segue o link da notícia: Governo aumenta IPI dos carros importados e atinge marcas chinesas

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Os efeitos da motivação inversa. Sempre negativos por sinal!

Boa tarde!

Primeiramente, gostaria de esclarecer que em função do feriado de ontem, 20 de Setembro, em comemoração a Revolução Farroupilha, o texto das terças-ferias, excepcionalmente, está sendo publicado hoje.
Aproveito também para dizer que em função de estar bastante atarefado com questões da Universidade, as últimas semanas não estão sendo muito movimentadas por aqui. Mas enfim, pelo menos os textos semanais estou conseguindo manter em dia.
Segue então o texto dessa semana, de acordo com o título acima.


MOTIVAÇÃO É TUDO! 

Como manter os colaboradores de uma organização sempre motivados? Pergunta clássica e importantíssima dentro das empresas. Algumas respostas podem ser listadas para a pergunta, porém, o que não pode ser esquecido, é que manter os profissionais sempre motivados não é uma responsabilidade somente do RH (até porque algumas empresas pequenas nem dispõe deste departamento), mas sim dos gestores e líderes de setor. 

Motivação, do Latim moveres, mover, denomina em psicologia e em outras ciências humanas a condição que influencia a direção (orientação para um objetivo) do comportamento. É o impulso interno que leva à ação. Assim a principal questão da psicologia da motivação é "por que o indivíduo se comporta da maneira como ele o faz?". 


Atualmente se fala muito que a relação entre colegas em uma empresa tem que ser muito mais de cooperação do que de “cada um faz a sua”, ou seja, lógico que a maioria das organizações ainda apresenta características burocratas, onde é fácil identificar as funções, responsabilidades e direitos de cada um, porém, quando se fala de motivação, um colaborador desempenhar sempre a mesma função, muitas vezes sem nenhuma ambição, pode não ser nada bom, nem para o próprio profissional, nem para a empresa. 

Pode-se fazer uma comparação entre um animal, um cachorro, por exemplo, e um profissional que recebe motivação de forma inadequada. 

O dono do animal decidiu que o mesmo não pode frequentar um determinado espaço do pátio da casa, porém, este animal insiste em ir até o local. Sempre que seu dono percebe isso, fala aos berros e pede que saia de lá, o auxiliando quando necessário. Depois de certo tempo, com certeza, o cachorro não irá mais ao local, mesmo que o próprio dono peça. Ele não foi ensinado para isso, e, além disso, sempre que ia até o local recebia uma motivação para não fazê-lo. 

A mesma coisa acontece com os colaboradores em uma organização. Um profissional que é contratado para um determinado cargo na empresa, que desempenha bem suas funções, mas que, além disso, consegue visualizar melhorias e mudanças em outras áreas, precisa ser ouvido, suas ideias precisam ser avaliadas. Se o gestor ou o líder de setor simplesmente ignorar, e ainda por cima lembrar que tal profissional não está ali para isso, mas sim para somente fazer um determinado tipo de trabalho, está perdendo a chance de descobrir um novo talento. 
Isso se chama motivação inversa. 

Um líder correto, precisa ter a percepção de visualizar quando um de seus liderados apresenta características de pró-atividade, e tirar o melhor de cada um. Limitar as pessoas a atividades repetitivas, com certeza não é a melhor maneira de comandar. Mesmo empresas pequenas, deveriam dar um pouco mais de atenção a isso, afinal, não se tem dúvidas que nenhuma empresa, mesmo que tenha nascido pequena, queira ser sempre pequena, e é somente aceitando ideias e sugestões das pessoas que estão ali no dia-a-dia que isso poderá acontecer. 

Todos os profissionais precisam estar motivados para dar o seu melhor no trabalho, porém, algumas pessoas não apresentam essa motivação ao natural, precisam ser motivadas “de fora”. Agora se nem mesmo as pessoas que já apresentam um nível de motivação natural, tiverem espaço para desenvolver isso, a consequência pode ser das piores. Quando o líder solicitar alguma atividade ao profissional, atividade essa que o colaborador já demonstrou interesse em desempenhar, mas que não foi motivado para isso, com certeza ele não fará, ou talvez até faça, mas não da melhor maneira, porque não foi motivado para isso. 

Enfim, profissional motivado é sempre bom. Sabe-se que motivar qualquer colaborador não é uma tarefa fácil, então, o mínimo que temos que fazer, é não contribuir para que um profissional motivado se desmotive, muito pelo contrário, temos que cada vez mais fazer ações para motivá-lo, e com isso colher os frutos logo ali na frente. 

TALENTOS GERAM TALENTOS. Os gestores precisam saber disso.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Principais mudanças de atitude do Gestor. Do início, ao crescimento inevitável.

Boa tarde!

Publico abaixo texto assinado por mim, tratando do assunto proposto no título do post.



Um dia o negócio começa, e um dia o negócio cresce. Ou não. Vai depender muito do seu gestor. É com a frase de Peter Druker: “Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite”, que inicio este texto. 

Que o Brasil está cheio de empreendedores, que todos os dias dão início a milhares de novas empresas, novos sonhos, não é nenhuma novidade. Agora empresas que de pequenas ou micro empresas acabam tendo sucesso, virando cases de sucesso, não são tantas não. 

Empresas que iniciam pequenas, com poucos colaboradores, normalmente começam seus trabalhos com um nível de organização muito baixo, onde é o próprio gestor / proprietário, que fica responsável por tudo, ou quase tudo. Decisões centralizadas. Este gestor, em sua grande maioria, era um profissional de alta técnica em uma determinada profissão, e que, por algum motivo ou até mesmo necessidade, decidi abrir seu próprio negócio. Pois bem, é aí que mora o perigo. 

É preciso se fazer uma breve comparação. Imagina-se uma empresa que começa suas atividades com altos investimentos, provenientes de investidores a fim de ver seus capitais aumentarem, esse tipo de novo negócio, tem uma característica totalmente diferente daquele que estamos tratando como assunto principal deste texto. Este tipo de organização, já começa totalmente departamentalizada, com cargos e funções bem definidas, onde cada profissional tem suas responsabilidades e direitos definidos previamente, e, na maioria dos casos, cada área conta com um especialista na função. Para o setor financeiro, um profissional de finanças, para o setor comercial, um profissional de vendas, por exemplo. 

Comparação feita volta-se ao assunto principal. 

Como já citada acima, a palavra CENTRALIZAÇÃO é de extrema relevância para o assunto desenvolvido. Após ela, várias outras também podem ser lembradas, tais como: desconfiança, insegurança, medo, falta de visão estratégica, entre outras. 
Um empresário que começou um negócio pequeno, sozinho, ou com poucos colaboradores, normalmente apresentará as características citadas, porém, se ele quiser crescer, e ver seu negócio prosperar e aumentar cada vez mais, terá de deixá-las de lado. 

Imagina-se um pequeno supermercado, com poucos funcionários, mas que começa a crescer, e crescer cada vez mais. Neste exemplo, o mercado é gerido pelo proprietário. O espaço físico não está ao seu lado, ou seja, não há como aumentar as dependências do mercado, e, além disso, não existe a possibilidade de mudança de endereço, porque ali, a carteira de clientes já é estável. O que deve fazer este empresário? Bom, vai depender de suas ambições, é claro. Tanto ele pode ficar ali, manter somente aquele negócio, não tendo como maximizar seus lucros, como poderá abrir sua primeira filial, para quem sabe, em curto prazo de tempo, abrir à segunda, e terceira, e assim por diante. Para que ele opte pela segunda opção, precisará, necessariamente, abrir mão das características que seguem uma pessoa centralizadora. 

O exemplo usado acima poderia ter tomado uma direção um pouco diferente, uma indústria, por exemplo, que ao contrário do mercado, tem espaço físico suficiente para seu crescimento, também se encaixa no contexto. Se o gestor desta indústria não conseguir visualizar o negócio como uma oportunidade, e à medida que o negócio comece a crescer, ir deixando de lado algumas convicções, quem sabe um negócio que poderia ter tudo para dar certo, acabe permanecendo anos na mesma situação, por falta de confiança do gestor nas pessoas que o cercam. 

Um empresário que vê seu negócio crescendo, e que consegue se adequar a tal crescimento, com certeza terá sucesso. 
Este empresário precisa confiar nos seus colaboradores, sempre cobrando resultados. Mas precisa haver essa confiança, precisa ter visão estratégica, pensar no longo prazo sempre, e não apenas no ano que virá, mas nos próximos cinco anos. Precisa pensar constantemente em treinamento para seus funcionários, afinal, se um dia vai querer deixar o cargo de gestor, presidente, diretor, alguém terá que substituí-lo, é inevitável. 

Não existe sequer uma grande organização, empresas multinacionais, por exemplo, que tenham um modelo de tomada de decisões centralizadora, NENHUMA, isso nem seria possível. A menos que a empresa esteja passando por uma crise interna, ou enfrentando uma crise econômica, mas, mesmo assim, somente as maiores decisões serão centralizadas. 

Começar pequeno e ter vida longa, crescendo e se tornando líder em seu mercado, é totalmente possível. Basta o gestor querer, e saber lidar com tal situação. 
É uma questão de convicções. 

O que eu sou, o que eu quero ser, e onde quero chegar. Sozinho não dá. Pelo menos no mundo organizacional.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

PARABÉNS ADMINISTRADORES!

Boa tarde!


Como a maioria já deve estar sabendo, hoje é o Dia Nacional do Administrador, e é com enorme satisfação que desejo a todos os administradores os meus parabéns pelo seu dia!

Peter Druker eternizou a frase: “Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite”. Não é Fernanda Bassani?



É isso Pessoal, to passando por aqui hoje brevemente, para, como já fiz acima, parabenizar todos os administradores e lembrar da importância destes profissionais frente as organizações.

Vários textos já postados aqui por mim, se não todos eles, demonstram e remetem a atitudes dos administradores, e, situações vividas no dia-a-dia de cada um, tentando sempre deixar minha opinião bem posicionada sobre cada assunto.

Disponibilizo abaixo o link de uma matéria do site Administradores.com.br, falando sobre o dia de hoje, relembrando alguns aspectos e um pouco da história desta importante profissão.