O objetivo principal deste projeto é levar até as mídias sociais assuntos relevantes sobre administração em todo seu âmbito. Diferentes assuntos tomam conta da internet atualmente, porém, o interesse dos usuários em adquirir crescimento intelectual neste meio ainda é pequeno, deixando uma demanda ao qual este projeto pretende atender. A internet, apesar de ser um meio de comunicação pago, reunia ao final do ano de 2012, 94,2 milhões de usuários, de acordo com o IBOPE Media. Esse número elevado de pessoas e a pouca produção de conteúdo sobre administração para compartilhamento na rede, são a maior motivação para esta demanda.
Na terceira edição a convidada é a Professora da Universidade Feevale, Cleusa Maria Marques Frezza. Falamos um pouquinho sobre Incubadoras Tecnológicas.
Segue pra vocês a segunda edição do Business Talk!
Oque vem a ser o Business Talk?
O objetivo principal deste projeto é levar até as mídias sociais assuntos relevantes sobre administração em todo seu âmbito. Diferentes assuntos tomam conta da internet atualmente, porém, o interesse dos usuários em adquirir crescimento intelectual neste meio ainda é pequeno, deixando uma demanda ao qual este projeto pretende atender. A internet, apesar de ser um meio de comunicação pago, reunia ao final do ano de 2012, 94,2 milhões de usuários, de acordo com o IBOPE Media. Esse número elevado de pessoas e a pouca produção de conteúdo sobre administração para compartilhamento na rede, são a maior motivação para esta demanda.
Na segunda edição a convidada é a Professora da Universidade Feevale, e também Consultora de Empresas, Claudia Lunkes Schmitt. Falamos Empreendedorismo.
Conforme prometido, que novidades estavam por vim, eis que aqui estou novamente para apresentá-los o Business Talk.
Oque vem a ser o Business Talk?
O objetivo principal deste projeto é levar até
as mídias sociais assuntos relevantes sobre administração em todo seu âmbito. Diferentes
assuntos tomam conta da internet atualmente, porém, o interesse dos usuários em
adquirir crescimento intelectual neste meio ainda é pequeno, deixando uma
demanda ao qual este projeto pretende atender. A internet, apesar de ser um
meio de comunicação pago, reunia ao final do ano de 2012, 94,2 milhões de
usuários, de acordo com o IBOPE Media. Esse número elevado de pessoas e a pouca
produção de conteúdo sobre administração para compartilhamento na rede, são a
maior motivação para esta demanda.
Segue então, abaixo, a primeira edição, onde o convidado foi o Professor da Universidade Feevale, e também Consultor de Empresas, Felipe Menezes. Falamos um pouquinho de Gestão da Produção.
Espero que tenham gostado, e até a próxima edição.
Publico abaixo texto que escrevi sobre negociação empresarial, motivado pelo professor Moacir dos Santos, da Universidade Feevale, após assistir o filme “A Negociação”, de F. Gary Gray, tendo como atores principais Samuel L. Jackson e Kevin Spacey.
Negociar. Qual o real sentido desta palavra? Logo pensamos em negócios, empresas, organizações, enfim, de assuntos profissionais. Ok, a maioria das relações entre empresas e também dentro delas, não deixam de ser negociações, mas o mais incrível é que negociamos a todo momento, muitas vezes sem perceber. Bom, negociar é usar a informação e o poder com o fim de influenciar o comportamento da outra parte envolvida.
Vender, comprar, definir prazos de entrega, prazos de pagamento, definir características de um determinado produto. Resolver um impasse de qualquer ordem com colaborador da empresa, com um representante, com uma franquia. Reuniões entre setores, reuniões da direção da empresa, troca de informações entre vendas e produção, entre outros. Todos os exemplos citados são formas de negociação empresarial, e são comuns a todas as organizações.
O filme conta a história de um policial americano, alvo de uma armação, que acaba tendo que negociar de uma maneira muito particular para livrar-se de uma acusação a qual não tinha culpa alguma. E aí começam a aparecer as associações da negociação que conta o filme, com as negociações cotidianas em todas as organizações.
Poder, tempo e informação, são três variáveis importantíssimas em qualquer negociação, seja ela uma negociação empresarial, seja como a contada no filme, ou em uma negociação com a sua esposa, seu filho. Nem sempre se pode ter estas três variáveis sobre o seu domínio, por isso, é indispensável que se atue de forma incansável com que se tem disponível. Você pode ter poder e informação, mas não ter tempo. Ter tempo e poder, mas faltar informações, e por aí em diante. Se estas três variáveis são incontroláveis, ou seja, não dependem de você querer ou se preparar, logo, é necessário ficar atento as três etapas fundamentais de uma negociação: planejamento, tratativas e manutenção.
Se uma negociação é bem planejada, pode-se, por exemplo, buscar todas as informações necessárias para concluí-la com êxito. No filme, faltava tempo e informações, mas o personagem soube se utilizar muito bem de seu poder para virar o “jogo”. Durante as tratativas, o personagem também demonstrou total domínio sobre algumas competências básicas de um bom negociador: habilidade, conhecimento e atitude. Mostrou-se um ótimo negociador, porque mesmo não tendo tempo nem todas as informações necessárias, acabou tendo sucesso no final.
Por fim, referindo-se a ultima etapa, uma cena emblemática: o personagem recebe da outra parte envolvida na negociação, seu distintivo da polícia, exigência que havia feito no início da negociação, e que parecia esquecida pelos telespectadores. Os negociadores cumpriram o que haviam tratado, isso se chama manutenção, em negociação. Não adianta planejar, negociar, e depois faltar com a palavra no momento em que o que se negociou está de fato acontecendo. Tudo tem que sair conforme o combinado, se for de outra maneira, a negociação não foi bem sucedida.
Negociar é isso, é preciso planejar, tratar e manter o que foi combinado. Quanto mais tempo, poder e informações o negociador tiver, mais chances de que tudo termine conforme o esperado. E claro, se o negociador for habilidoso no que faz, tiver atitude e bom conhecimento, tudo pode acabar bem. Ótimo filme! Muitas comparações a fazer com os assuntos tratados quando se fala em negociação empresarial, e sobre tudo, um ótimo filme para quem sequer ouviu falar de negociação empresarial.
Voltando aos trabalhos por aqui, saibam que em muito isso tem a ver com o título do texto que vocês irão ler abaixo. Estive um tanto afastado aqui desta ótima ferramenta de comunicação, o Blog, mas espero poder voltar a trocar idéias e interagir com quem me acompanha nesse projeto. Então, o texto:
Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. Amanhã pode ser tarde. O tempo perdido nunca será recuperado. Bom, todas essas são frases que fazem parte do dia-a-dia, tanto empresarial como da vida particular das pessoas. Sim, isso faz todo o sentido. Mas lembre-se, não se pode sair fazendo tudo o que se quer, ninguém é mágico por aqui, seriam necessárias umas 72 horas por dia, então, defina suas PRIORIDADES.
Independentemente de qual seja sua área de atuação, sua profissão, seu ramo, se você é um colaborador em uma empresa, ou mesmo se for um empresário, é preciso definir prioridades. Prioridades na vida profissional, que querendo ou não, acabam influenciando em sua vida particular também.
Concluir uma graduação e subir de posto em um emprego, por exemplo, são dois objetivos comuns na carreira da maioria das pessoas, mas nem sempre poderão andar lado a lado. Se isso acontecer, defina sua prioridade. Talvez para ser promovido em uma organização, você tenha que deixar um pouco de lado o sonho da graduação, e vice-versa. Para acelerar a conclusão do seu curso de graduação, talvez você tenha que abdicar de uma promoção no seu trabalho, por não poder se dedicar o bastante. Que fique claro que os exemplos usados não são regras, apenas exemplos.
Nas tarefas mais simples do dia-a-dia organizacional, é necessário que se defina prioridades. Ter uma rotina descrita e bem detalhada é um caminho, por exemplo. Por outro lado, algumas tarefas bastante importantes para as empresas precisam ser colocadas como prioridade.
Temos tempo para tudo. Para nossa vida particular, nossos sonhos, nossas realizações, mas não podemos esquecer que no mundo em que vivemos, é a partir do trabalho e da profissão escolhida, que atingimos a maioria esmagadora dos nossos objetivos. Reclamamos muito do tempo, ou melhor, da falta dele. Errado. Ele está ali, ele é igual para todos, existem pessoas que o administram bem, outras não. Defina suas prioridades, sua hora pode ser agora.
Abaixo publico aqui no Blog texto que escrevi agora a pouco, depois de parar e tentar descobrir o que de fato está por trás do tão comentado comercial de lançamento da coleção outono / inverno da empresa Via Marte. Não sou o dono da verdade, claro, mas acho que tem um pouco de tudo isso que vão ler a seguir.
Deve ter sido um trabalho duro, árduo, de muita dedicação. O departamento de marketing da empresa Via Marte, uma das grandes do calçado que ainda despontam como líderes na região, parece ter sido muito feliz no seu último trabalho. A coleção outono / inverno de sapatos da empresa parece estar realmente agradando muito suas consumidoras e até mesmo os críticos do assunto.
Feito o elogio, pergunto-me: Valeria todo o esforço dos profissionais de marketing, para entender o mercado, aliar-se aos modelistas, e, por fim, lançarem a coleção, se não entrassem em ação logo após o pessoal da publicidade, propaganda e da comunicação? Acredito que não.
O comercial que a empresa desenvolveu para apresentar sua nova coleção foi ao ar, no último dia 15, nada mais, nada menos, que no intervalo da novela “das nove” da maior emissora de televisão do Brasil, a Rede Globo.
Bom, como os assuntos tratados nos textos que escrevo se limitam a administração, posso falar de publicidade, propaganda e também de comunicação, mas com considerações um tanto superficiais, sem me aprofundar muito, digamos que com um olhar de gestão, só.
A comunicação, por exemplo, está, e necessariamente tem que estar, em todos os processos da administração, em todos os processos de uma organização. Pode ser comunicação com os colaboradores, com os fornecedores, com os acionistas, entre outros. Porém, a comunicação em questão, é a comunicação entre empresa e cliente. Acredito que a maneira com que a Via Marte optou por comunicar seus clientes de que sua nova coleção estava pronta, e mais do que isso, mostrá-la, em horário nobre, com um comercial de 2 minutos, isso mesmo, as duas primeiras inserções foram de dois minutos, foi a melhor. Foi perfeito. Em tempos de redes sociais, logo após o comercial ir ao ar, o termo “Via Marte” já era um dos assuntos mais comentados no Twitter, bacana, não?
Ainda falando de comunicação, agora de empresa para com seus colaboradores, no dia seguinte, sexta-feira, 16 de março, a empresa reuniu seus funcionários para mostrar a todos o que um dia antes havia chocado o Brasil.
A vitória é de todos, marketing, publicidade e propaganda, comunicação, modelistas, enfim, são muitos envolvidos. Mas mais do que isso, é de uma empresa familiar, que conseguiu quebrar a barreira da profissionalização e esse ano completa 35 anos de sua fundação.
De novo, como já escrevi em outros textos: cada um na sua, com todos fazendo o que podem render mais, o todo só terá um destino, o sucesso.
Primeiramente gostaria de me desculpar por estar um tanto afastado do Blog, para quem o acompanha, deve ter percebido que há duas semanas não posto o "texto da semana".
Felizmente, para minha vida profissional, estou com muito trabalho, o que, se analisado por um olhar mais "blogueiro" é ruim, porque acabo ficando sem tempo para escrever por aqui. Mas enfim, em dias como o de hoje, vou dando um jeitinho de passar por aqui e continuar mantendo este meu passa tempo cada vez mais atualizado.
O texto de hoje, até pelos motivos já citados no parágrafo anterior, se mostrará bastante breve, mas espero que possa agregar algum conhecimento para todos que tiverem a oportunidade de ler.
Promoção!
O que esta palavra nos lembra? Preço baixo? Liquidação? Comprar mais com menos? Na verdade lembra tudo isso, não é? Mas promoção é mais do que isso. Um promotor de vendas da Ambev, por exemplo, não está lá caminhando em volta dos corredores dos grandes super mercados a fim de baixar os preços dos refrigerantes ou cervejas, mas sim, esta lá para promover seus produtos, colocá-los em evidência, na linha dos nossos olhos.
Então, promoção não quer dizer preço baixo? Não.
Uma empresa que disponibiliza um serviço de degustação de um determinado produto, em sua loja, ou mesmo no varejo, está promovendo seu produto, mesmo que ele não esteja com o preço abaixo da tabela.
Feita essa breve relação de promoção com preços baixos, fica bastante evidente que promover um produto, ou colocá-lo em promoção, tem muito mais a ver com várias ações de marketing, de relacionamento com o cliente, do que com simplesmente baixar os preços.
Como este Blog trata de assuntos ligados a administração, e por sua vez, existe um administrador por trás dele também, precisamos promovê-lo. É por isso que lançamos juntamente com o post de hoje nossa primeira promoção para os leitores.
Já avisado anteriormente, o Blog vai sortear um livro que conta a biografia de um dos maiores administradores e experts em inovação: Steve Jobs.
Para participar é fácil, basta curtir a página do Blog no Facebook, ir até o menu PROMOÇÕES no lado esquerdo dá página, ler as instruções, participar e ficar na torcida.
Publico a seguir texto assinado por mim, que trata desta pequena palavra, mas que tanto representa em nossas vidas e em nossas carreiras: ética.
Ética é o nome geralmente dado ao ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais. A palavra "ética" diferencia-se da moral, pois enquanto esta se fundamenta na obediência a normas, tabus, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos recebidos, a ética, ao contrário, busca fundamentar o bom modo de viver pelo pensamento humano.
Definido o que é ética, busca-se relacionar isso com o trabalho, com o dia-a-dia organizacional. Sem ética não se faz um profissional, isso fato. A partir do momento em que a relação de trabalho passa a ser totalmente capitalista, onde existe qualquer tipo de desconfiança quanto à ética de um profissional, ou a ética de uma empresa, pode estar abalada uma relação de trabalho que muitas vezes parecia favorável para todos os envolvidos.
Alguns exemplos podem ser citados, tanto de profissionais que faltaram com ética como de profissionais que demonstraram ter essa característica muito forte em seu perfil. É ainda importante lembrar que a palavra ética, nas organizações, não aparece somente na relação B2B, ou mesmo B2C, mas também nas relações internas, entre colegas, entre líder e liderado, enfim.
Um comprador de uma empresa, que aceita subornos e “presentes” para que mesmo que o preço de um determinado fornecedor não seja o mais em conta, continue fechando contratos com o mesmo, o que caracteriza? Um representante comercial, que carrega mais de uma empresa em seu portfólio, e favorece uma ou outra em troca de algum favor, o que caracteriza? Um líder de setor, que mesmo sabendo que um de seus liderados pode render mais em outra função, mas não o faz por alguma desavença, desentendimento passado, o que caracteriza? Um colega de escritório, que vê o profissional ao seu lado passando por alguma dificuldade, tem a solução, mas não a compartilha, o que caracteriza? Enfim, são só alguns exemplos onde a falta de ética prejudica o mais importante em qualquer organização: O SUCESSO DO TODO.
Por outro lado, um almoxarife que detecta que recebeu um pedido errado, com mais produtos do que consta na nota fiscal, mas que rapidamente busca a solução para o problema, o que caracteriza? Um líder de setor, ou mesmo um gestor que aplica feedbacks constantes, a fim de maximizar o trabalho dos colaboradores, proporcionando um melhor bem estar para ambos, o que caracteriza? Um vendedor do varejo, que percebe ter recebido dinheiro a mais de seu cliente, mas que antes mesmo de deixá-lo ir embora já o comunica do acorrido, o que caracteriza? ÉTICA, essa é a palavra.
Ter ética, ser ético, nada mais é do que ser correto. Uma característica com certeza super valorizada em um mercado onde temos representantes políticos corruptos e que não ajudam em nada com exemplos podres de como administrar seu próprio povo, é, sem dúvidas, SER CORRETO.
Gente, quanto a promoção divulgada aqui no último post, é só curtir a página oficial do Blog no Facebook facebook.com/AdministracaoContemporanea e continuar ligado, em breve maiores informações.
Conforme prometido aos que aqui estão me acompanhando, hoje, dia 31 de Janeiro de 2012, o Blog retoma suas atividades normais, foram 42 dias que confesso, estava ansioso para que chegassem ao fim. Assim como no ano que passou, todas as terças-feiras vocês poderão acompanhar um pouquinho do que produzo, sob formato de textos, vídeos, imagens, entre outros. Além disso, conforme minha disponibilidade, postarei comentários de notícias, novidades e tudo mais que o cenário administrativo e econômico venha a nos proporcionar.
Colocar os planos em prática. Tirar do papel. Isso é o que de fato faz a diferença.
Foram longos dias de recesso do Blog, e nesse meio tempo vários acontecimentos que agitaram as redes sociais, por exemplo, podem ser relacionados diretamente a administração.
Como não citar o caso da Luiza, que estava no Canadá? Ou então o derramamento de petróleo no litoral norte gaúcho. Ainda tivemos acontecimentos tristes, como o naufrágio do cruzeiro de luxo na Itália. Não se pode esquecer também do Fórum Social Temático, que aconteceu em Porto Alegre, porém, com eventos também em Canoas, São Leopoldo e aqui mesmo, em Novo Hamburgo.
Todos estes assuntos, eu disse todos, entre tantos outros que viraram notícia enquanto o Blog estava em OFF, podem ser relacionados estreitamente com administração, uns como exemplos bons, outros nem tanto, e alguns como exemplos ruins. Não farei as devidas comparações hoje, até porque se tornaria um texto muito amplo e provavelmente com desvio da ideia central, se tratando de assuntos tão diferentes.
Enfim, o ano está só começando, assuntos interessantes aparecem todos os dias, e de uma coisa vocês podem ter certeza: O Blog vai fazer acontecer. O ponta pé inicial foi dado. Espero poder contar com a atenção de todos, no mínimo uma vez por semana, e assim como no ano passado receber de vocês sugestões de textos, links de notícias, para que neste ano, com ainda mais força que no ano de 2011, o Blog possa firmar um lugar nos favoritos dos navegadores de todos.
Pra terminar, como não poderia deixar de ser, o Blog dá as boas vindas ao ano de 2012 anunciando sua primeira promoção:
Sortearemos um livro que conta a história da vida de um dos maiores ídolos da administração, cara que fez seu nome estar sempre ligado a inovação tecnológica: Steve Jobs.
Publico abaixo mais um texto escrito por mim, no qual abordo uma visão um pouco mais voltada para nós, administradores (ou futuros administradores, é claro) e nossas carreiras profissionais, do que para as organizações em si. Apesar de que, uma organização com profissionais de sucesso, conseqüentemente de sucesso também será.
Quem nunca ouviu frases do tipo: Mais vale uma ação do que mil palavras. Ou então: Planejamento não é nada sem ação. É com estas frases que se inicia este texto.
A seguir, se apresentam alguns itens que podem ser considerados indispensáveis no planejamento de um novo ano de trabalho. Porém, tudo estará perdido se de fato não for colocado em prática o que se planejou. É preciso muita energia, muita cobrança pessoal, disciplina, mas todos são capazes, basta querer.
Aprendizado: Educação e cultura nunca são demais. Se você está terminando algum curso de aperfeiçoamento, ou até mesmo uma graduação, é hora de planejar para no máximo o segundo semestre do próximo ano uma seqüência. Seja na mesma área ou não. Estudos indicam que qualquer profissional que passar dois anos sem algum tipo de aperfeiçoamento, está devendo aos concorrentes.
Prioridades: O tempo é de não se ter tempo. Trocadilhos a parte, todos reclamam de falta de tempo, para qualquer que seja a atividade, desde profissional até para uma atividade física. Defina suas prioridades e as cumpra. Só assim verá que pro que realmente é importante, não falta tempo.
Vida virtual, interatividade: O ideal é sempre manter-se atualizado, mas sempre com limites e dosagens. A vida virtual já se tornou parte do dia-a-dia de todas as empresas e de todos os profissionais, de qualquer ramo. Grandes oportunidades podem surgir através de redes sociais, é só ficar esperto.
Trabalho em equipe: Quem ainda não se adequou a esta nova característica de trabalho, que está presente principalmente nas grandes empresas, deve pensar nisso já para o dia 01 de Janeiro. Uma tarefa em equipe pode ser difícil, sozinho? Talvez impossível.
Saúde, bem estar: Nada se faz sem saúde e sem bem estar, sem se sentir bem. Clima organizacional é assunto diário em debates e congressos. E não se engane, um depende do outro. Um profissional que já não se sente bem em seu ambiente de trabalho, pode adoecer. Assim como uma pessoa doente pode influenciar negativamente em um ambiente de trabalho.
E O MAIS IMPORTANTE: Juntar todos seus planos, sonhos e desejos, e fazer acontecer. Outros diversos itens poderiam ter sido citados acima, mas como já foi falado aqui, de nada adianta planejar, se a ação não acontecer. É preciso ter atitude, cabeça erguida e vontade de vencer.
Bom gente, depois de mais este texto publicado, vou usar este espaço que tantas alegrias já me proporcionou neste ano, para desejar um Excelente Natal a todos, e que o ano que vem seja de muitas Conquistas e Realizações para cada um de vocês!
Como o Blog também é gente (risos), vamos tirar um breve período de férias, e no dia 31 de Janeiro de 2012 retornamos com ainda mais força. FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO!
Publico a seguir texto escrito por mim que trata sobre o processo de vendas. Afinal, se a empresa não der o máximo de atenção para esta parte do seu processo, de nada adiantará se preocupar com o restante.
Muitos especialistas discutem se vender é uma competência que nasce com as pessoas, ou se pode ser adquirida através de cursos, palestras, seminários, entre outros. Algumas características inatas dos seres-humanos podem contribuir para que um profissional de vendas tenha sucesso, mas não se pode deixar de citar que sua educação e cultura, adquiridas com o passar dos anos, farão muita diferença. Além disso, este profissional pode também buscar conhecimento com especialistas, profissionais rodados e com sucesso comprovado.
Um breve passo-a-passo pode ser seguido, o que com certeza ajudará bastante no decorrer deste importante processo para qualquer organização.
A atividade de vendas é considerada um processo, em razão de compreender uma série de etapas, pode-se destacar oito como as mais importantes, são elas: prospecção; pré-abordagem; abordagem; identificação de necessidades; apresentação; tratamento das objeções; fechamento da venda; acompanhamento.
1 Prospecção: Nem sempre o bom cliente para os produtos de uma empresa é considerado bom cliente para os produtos de outra organização. Algumas organizações podem prospectar clientes com alto poder aquisitivo, capacidade de compra, enquanto outras consideram reconhecimento social, por exemplo, como prioridade.
2 Pré-abordagem: É neste momento que ocorre a coleta de informações sobre o cliente potencial e sua empresa antes da visita. Pode-se fazer uma comparação com um candidato a um emprego que deve investigar a empresa pela qual busca a vaga.
3 Abordagem: A primeira impressão é a que fica. Por isso, na primeira visita, ou seja, na abordagem inicial, deve-se redobrar a atenção com todas as atitudes. Ações e até mesmo o jeito de falar, que poderão passar despercebidos em visitas futuras, devem ser calmamente planejados para que o cliente tenha uma boa impressão.
4 Identificação de Necessidades: Para esta etapa ser ultrapassada com sucesso pleno, o vendedor precisa ter a habilidade de conseguir extrair do seu cliente, todas as informações necessárias para que o próximo passo possa ser iniciado. É através de entrevistas abertas que esse vendedor abordará seu cliente para descobrir as reais necessidades do mesmo.
5 Apresentação: A apresentação, em vendas, pode variar de acordo com o tipo de produto. Além disso, existem formas variadas de apresentação, sendo: memorizada, fórmula de vendas e satisfação das necessidades. Porém, para todas elas, o vendedor deve prestar muita atenção nos seguintes princípios: chamar a atenção, despertar o interesse e o desejo e conduzir a ação. Todo o planejamento anterior pode resultar em nada a partir do momento que a visita é conduzida de maneira equivocada.
6 Tratamento das Objeções: Todos os clientes prospectados e por sua vez visitados, podem apresentar objeções sobre determinados produtos. O papel do vendedor nestes casos é justificar tal objeção com alguma qualidade evidente do produto. O vendedor precisa tomar cuidado porque uma objeção pode surgir de uma apresentação mal feita, ou seja, o vendedor tinha a resposta, mas por algum descuido não a explicitou para o cliente com pró-atividade.
7 Fechamento da Venda: Todo o esforço empregado nas etapas anteriores culmina nesta etapa, ou seja, no fechamento da venda. É nesta etapa que se elenca as características do produto, de acordo com as necessidades do cliente, para emitir um pedido de compra, um compromisso entre as partes, seja ele formal ou não. Após isso, a venda foi consumada.
8 Acompanhamento: O acompanhamento pode ser considerado uma das etapas mais importantes. Por mais que o vendedor se esforce e consiga efetuar a venda, é essencial que ele tenha todo o cuidado para que o produto chegue até o cliente conforme tudo que foi combinado no fechamento do negócio. Infelizmente nem sempre isso acontece, e o vendedor muitas vezes sequer tem culpa disso.
Enfim, vender requer muita atenção, aplicação e conhecimento de causa de qualquer profissional que deseja se tornar um vendedor de sucesso. Ainda poderia ter sido abordado a questão do pós-venda, mas normalmente existe uma equipe de apoio, interna ou externa, que fica encarregada desta tarefa.
Vender não é fácil, mas pode ser muito rentável para o profissional que souber fazer bem feito.
Publico a seguir texto assinado por mim que trata sobre vantagens competitivas, tema sempre atual, e motivo de grandes cases de empresas de sucesso. Espero que gostem e consigam tirar suas próprias conclusões.
Duvido que alguém ainda não ouviu a expressão “vantagem competitiva”.
Nas universidades, nas organizações, sejam elas grandes ou pequenas, todos os dias se ouve esta expressão como uma meta a se atingir, como um diferencial a se conquistar, e de fato, uma empresa que consegue funcionar com uma vantagem competitiva sobre os demais concorrentes, com certeza colherá os frutos logo ali na frente.
Cada empresa, podendo variar muito de acordo com o ramo, o porte, as metas, a região e até mesmo a cultura, poderá trabalhar e buscar um tipo diferente de vantagem sobre seus concorrentes, porém, apresenta-se a seguir seis características que podem ser citadas como ótimas vantagens competitivas, se uma organização conseguir uni-las então, é só olhar para frente e não deixar a peteca cair.
1 Tecnologia e Patentes.
Quando se fala em inovação, em investimentos em P&D, logo se pode lembrar que inovação não é somente um produto novo, um serviço ainda não oferecido. Inovação também é processo, sem dúvidas. Quando se lança uma nova linha de um produto já existente, por exemplo, mas que teve seu processo aperfeiçoado, é inovação. Inovação é isso, é renovação continuada, é nunca pensar que algo está bom, sempre há o que melhorar, e a tecnologia está diretamente ligada a isso, afinal, vive-se em tempos de transformação, e a tecnologia vem puxando essa frente a um bom tempo. Patentes vem ao natural. Uma empresa líder não pode cometer o equívoco de lançar um produto novo, uma parceria com um fornecedor, sem registrar patente, sem colocar em contrato a parceria. Diferente disso é retrocesso, deixa de ser inovação.
2 Benefícios Comprovados.
Com tamanha concorrência de mercado para produtos de consumo, por exemplo, o consumidor já não aceita mais propaganda enganosa. Ou seja, se uma marca de condicionadores para os cabelos promete acabar com as caspas e não o faz, perdeu o cliente. Outro ponto importante citado no texto e também comentado no item 1 é quanto ao processo de desenvolvimento do produto. Se uma marca lança um produto com benefício comprovado, e só ela dispõe de tecnologia para desenvolver o mesmo, bom, daí para frente é só contar as moedas, porque o cofre com certeza vai ficar pequeno.
3 A Marca Pelo Produto.
Fala-se Coca-Cola para refrigerantes sabor cola, Omo para sabão em pó, Nescau para achocolatados, ou mesmo Bombril para esponjas de aço. Genial. Organizações que conseguiram ou que ainda conseguirão elevar tais marcas de produtos a sinônimos dos mesmos, chegam onde todas as empresas sonham em chegar. A partir daí o produto vende sozinho, ao natural, claro que se falando de produtos de consumo, por exemplo, precisam estar presentes no maior número de gôndolas possíveis, mas é o auge. A própria Coca-Cola, depois de ter sua marca estabelecida, investe a cada dia em linhas de produtos diferentes, através de uma elasticidade horizontal de produto, que vai de vestuário a calçados. E vende, vende muito.
4 Características Únicas.
Quando se fala de características únicas, aproxima-se muito novamente do item 1. Uma empresa que desenvolveu uma fórmula única, um acessório único, e é a única a ter tecnologia para tanto, dificilmente verá suas vendas ameaçadas pelos concorrentes. Aqui mesmo no Brasil temos um caso muito típico, a Guaraná Antártica. A marca inclusive utiliza atualmente em suas campanhas publicitárias o fato de que nenhuma outra empresa consegue “imitar” seu sabor, fala que é único e ainda faz brincadeiras dizendo que a fórmula está escondida a sete chaves, e realmente deve estar. Característica única, certeza de lucro maximizado.
5 Experiência Com o Produto.
Quando a empresa realmente conhece seu produto, realmente tem a capacidade de diagnosticar suas melhores características, ela pode usar isso como uma vantagem, sem dúvidas. Experiência soa para o consumidor como certeza de que sua necessidade será sanada. Volta-se ao item 2, benefícios comprovados, quando o consumidor consegue perceber que a empresa conhece seu produto, que a organização de fato sabe do que está falando, ele também já cria a expectativa de que esse produto é de qualidade, que dará resultado. Depois disso, precisa confirmar, é claro. Caso contrário, a percepção de experiência com o produto não vale de nada.
6 Embalagem.
Antes de saber do que se trata um produto desconhecido, o consumidor vai olhar, vai ver o produto, vai ter sua atenção disposta por mais ou menos tempo. Claro que além de só “chamar a atenção” do consumidor, a embalagem precisa ser prática, de fácil manuseio. Em muitos casos, a embalagem inclusive se torna característica do produto, pode-se usar como exemplo a Coca-Cola novamente, suas garrafas de dois litros com o formato “diferente” dos demais é uma característica do produto, apesar de não fazer parte do que realmente é entregue ao consumidor, que é o líquido que ali está depositado. Uma coisa é certa, uma garrafa de Coca-Cola e outra qualquer, as duas sem rótulo, possivelmente não serão vistas da mesma maneira.
Enfim, seis tipos de vantagens que a maioria das organizações deveriam focar e fazer o possível e o impossível para adquirir.
Se com elas o resultado não é garantido, mas aumentado, sem elas então, bom, daí fica difícil.
Publico abaixo texto assinado por mim, que aborda o trabalho em equipe, valioso e indispensável trabalho em equipe.
Pois bem, vamos trabalhar em equipe? Ou então: Você gosta/tem habilidade de trabalhar em equipe?
Sábias perguntas, que na maioria das vezes é respondida de forma positiva, porém, nem sempre comprovadas na prática.
Faz-se a velha comparação, inevitável comparação, entre grupo e equipe. Segundo o dicionário da língua portuguesa, equipe é um grupo de pessoas que se une em busca de um mesmo objetivo, que demanda esforços para atingir as mesmas metas, mesmos ideais. Grupo é apenas um aglomerado de pessoas que forma um todo. Fácil, não? De entender sim, mas e de agir no dia-a-dia no ambiente de trabalho? Bom, daí é um pouquinho mais complicado, com certeza.
Objetivos pessoais são os maiores dificultadores no processo do trabalho em equipe. Características pessoais também podem atrapalhar bastante, falta de confiança no colega, clima organizacional, entre outros tantos aspectos, podem ser barreiras para que o trabalho em equipe aconteça de forma eficiente, e proporcione um resultado eficaz.
Salvo pouquíssimas exceções, trabalhar sozinho é impossível. Trabalhar em grupo é possível, mas não aconselhável, e trabalhar em equipe é o ideal. Equipe remete a comprometimento, onde um profissional precisa estar constantemente preocupado e interessado no seu colega, desde o mais próximo, até aquele que só é visto uma vez por dia, ou por semana. Se faz parte da equipe, faz parte do projeto, do objetivo, faz parte da ação. Todas as tarefas e metas da empresa, onde pode haver uma ou mais equipes, vai depender da estrutura organizacional, devem estar alinhadas. Objetivos pessoais devem ser deixados de lado, impessoalidade tem que ser cultura empresarial, feedback entre os colegas então, deve estar tatuado nas cabeças de cada um, e umas das questões mais importantes deve ser tratada com muita, mas muita atenção: O pedido de ajuda.
Em uma equipe de trabalho não pode, por nenhum motivo, haver o medo, a vaidade, a vergonha de pedir ajuda. A equipe anda junta, se uma das engrenagens trancar, para tudo, o objetivo não será alcançado, e isso não pode acontecer porque um dos profissionais se viu em meio a um problema, e não teve a humildade de pedir ajuda. O pedido de ajuda é totalmente positivo, todos ganham. O profissional ajudado, que agregará a sua experiência mais uma habilidade ou competência que ainda não tinha, e o profissional que ajudou, que aumentará ainda mais sua possível característica de liderança. Mas o mais importante, é que quem ganha no final é a equipe, e não uma pessoa em especial.
Um exemplo fácil de trabalho em equipe, apesar de um tanto descontextualizado, é uma esteira em uma empresa de calçados. Todos os profissionais que trabalham na esteira têm o mesmo objetivo, manufaturar um determinado modelo de calçado, no momento em que uma das pessoas se faz ausente, o próximo processo após o seu também estará ameaçado, ou seja, todos são importantes, e se um profissional não estiver dando conta do recado, precisará pedir ajuda, para que o lote seja entregue corretamente no final. Agora imagine um grupo de pessoas em uma empresa de calçados, onde cada uma faz o processo do início ao fim sozinha, e de vários tipos de calçados, o que aconteceria? Sim, os calçados até ficariam prontos, mas em muito mais tempo, e com certeza não com a mesma qualidade do primeiro cenário. Em resumo, a primeira situação representa uma equipe, a segunda um grupo.
Equipes são pró-ativas na percepção do problema, mesmo que não seja seu, existe a cumplicidade, a mão é estendida. Todos em busca do mesmo objetivo. Equipes vencem. Grupos tentam, mas quase sempre tentam cada um uma coisa, sem sucesso.
Publico a seguir texto assinado por mim que trata de um assunto bastante atual e importante. Texto que aborda a questão dos empreendedores colaboradores, como podem conferir no título do post.
Que o Brasil, e principalmente o Rio Grande do Sul, é terra de gente empreendedora, não é nenhuma novidade. Agora que este empreendedor pode estar escondido atrás da figura de um colaborador em uma organização, isso sim é novidade.
Quando se fala em empreendedorismo, ou melhor, em pessoas empreendedoras, normalmente vem à lembrança de uma pessoa que foi atrás de um sonho, iniciou um negócio próprio. Do tio, do amigo, do pai, alguém já lhe falou a expressão “o cara é um baita empreendedor”. Pois sim, esse empreendedor começa a aparecer cada vez mais dentro das empresas, como funcionário.
Expõem-se os fatos. O que é um profissional empreendedor? É aquele que sente a necessidade de realização: busca constante pelo desenvolvimento de potencialidades e crescimento; Têm sonhos, objetivos, metas de vida; Gosta do que faz, acredita no que faz – paixão; Constante motivação; Comprometimento; Energia: dedicação ao seu objetivo; Ética; Autoconfiança; Flexibilidade; Aprende constantemente a aprender. Entre tantas outras características que poderiam ser lembradas.
Pergunta: Qual destas características citadas acima não pode se encaixar a um profissional assalariado, ou seja, um colaborador de uma organização? Todas podem.
Normalmente se tem uma idéia, ultrapassada, de que empreendedor é aquela pessoa que “mete a cara”, que abre seu próprio negócio, tendo sucesso ou não, ele é chamado de empreendedor. Porém, com o passar dos anos, e o mercado exigindo cada vez mais qualificação, os profissionais passaram a se importar mais com o que estão fazendo, o cargo que estão ocupando, e começaram também a de fato tentar se enquadrar na profissão que mais se assemelha com o seu perfil.
Um profissional que consegue transparecer todas as características mencionadas no seu ambiente de trabalho, provavelmente se tornará um líder dentro da empresa, esse profissional deve ser tratado a preço de ouro, porque ele está tratando um negócio que não é seu, como se fosse. Qual gestor não sonha com isso?
Por fim, é preciso destacar que este tipo de profissional, até por ter a idéia do desafio como uma característica de trabalho, precisa ser motivado para tanto. O gestor precisa perceber o talento que tem e lhe proporcionar as condições adequadas, para que a organização ganhe, e o profissional também. Empresas como o Google, Facebook, Apple, Microsoft, por exemplo, estão cheias de empreendedores no seu quadro de funcionários, essas empresas dão condições para que esses talentos sigam sempre motivados, sempre em busca de um novo desafio, de uma nova conquista.
Os colaboradores empreendedores são uma realidade. Cabe as empresas perceberem e trabalharem duro para mantê-los no seu quadro, e mais do que isso mantê-los motivados. Se uma empresa não percebe isso, com certeza outras perceberão, e isso inclusive pode ser uma vantagem competitiva de mercado, ou acham que era Steve Jobs quem criava todas as novidades tecnológicas da Apple? Não. A resposta é não. Jobs tinha por trás de seu enorme talento, uma infinidade de outros talentos que pensavam, e assim continuarão fazendo, por ele.
É uma questão de percepção, senso comum. Ou o empreendedor fica onde está, ou vai para o concorrente, ou abre seu próprio negócio. Isso é ser empreendedor.
É com enorme satisfação que me utilizo aqui do Blog para convidar a todos a participar da Feira de Iniciação Científica da Universidade Feevale. São centenas de artigos dos mais variados assuntos e também minicursos.
Através do link Programação de apresentação de artigos você pode conferir toda a programação das apresentações dos artigos, e obter mais informações sobre os minicursos neste outro aqui Minicursos.
Mas vamos ao que interessa.
Na sexta-feira, 07, apresento o artigo desenvolvido por mim e mais três colegas de curso, no qual abordo a Estratégia de Precificação na Indústria Moveleira, tendo como objeto do estudo de caso a Carlson Indústria de Móveis Ltda.
Então:
Dia - 07/10/2011 (Sexta-feira)
Horário - Das 19:30 as 22:00 (São 15 minutos de apresentação, porém, sem ordem previamente definida)
Local - Universidade Feevale, Campus II, Prédio Vermelho, Sala 409.
Para quem tiver interesse, na "Rua Coberta", também no Campus II da Universidade Feevale, estão expostos todos os banners dos artigos, o Banner referente ao nosso artigo está no espaço 12.24.
Aproveito para desejar os parabéns a Universidade Feevale pela iniciativa. É assim, e somente assim que se estimula a pesquisa e a busca pelo conhecimento. Espero poder participar da próxima feira no ano que vem, ano de minha despedida da Universidade.