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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Como empresas podem usar o Facebook para conseguir clientes.

Boa tarde!

Após algum tempo afastado dos trabalhos por aqui, segue mais um texto escrito por mim, fazendo um link entre Business e Facebook, casamento que se bem cuidado, rende muitos frutos.


Após assistir a palestra que originou o título deste texto, ministrada por Pedro Superte, CEO na empresa Dynamo Publicidade Online, ficou ainda mais evidente que o Facebook é sim um ótimo meio de comunicação entre cliente e fornecedor. A palavra relacionamento ganha enorme força quando o assunto é esta rede social. Relacionar-se, é mais do que simplesmente efetuar uma venda, por exemplo, é manter contato, é realizar um bom pós venda, é tornar-se visível, e mais do que tudo isso, é tornar o cliente fiel a empresa, fiel a marca. 

O palestrante evidenciou algumas maneiras de como uma empresa pode se relacionar com seus clientes dentro do Facebook, mais do que criar um anuncio, ou mesmo criar uma FanPage, Pedro enfatizou que o mais importante é estar presente na time line dos clientes. O Facebook disponibiliza, por exemplo, filtros que permitem descobrir exatamente os gostos e manias de seus clientes. Você pode, após descobrir as principais características dos seus clientes, fazer um anuncio direcionado exatamente para o público que deseja atingir. 


Falando mais especificamente do recurso FanPage, oferecido também pelo Facebook, deve-se prestar a atenção não só em conquistar um “curtir” de um cliente ou de um possível cliente, mas sim tornar esse cliente fiel a empresa, fazer com que ele se relacione com a organização, e isso não é uma tarefa fácil. Primeiramente, a empresa precisar ter um certo cuidado com o que posta em sua página, página essa, que não destacado até aqui, é criada totalmente de forma gratuita, e que apesar disso, oferece ótimas ferramentas de diagnóstico dos visitantes. Focando novamente no conteúdo disponibilizado na time line da empresa, é necessário ter alguns cuidados: vídeos são pouco acessados; muito texto não agrada os internautas; mais de uma chamada ação também não é indicado. O que Superte indica são imagens acompanhadas de texto. 

Não pode-se esquecer que o Facebook tem uma ferramenta extraordinária, que defini para cada usuário quem realmente é importante para a sua vida, vida on line, pelo menos. Se um usuário qualquer nunca curtir, compartilhar ou comentar o conteúdo de uma empresa, ou até mesmo o conteúdo de um amigo pessoal, aos poucos essa organização ou amigo começa a perder espaço na time line do usuário, o que no caso de dois amigos pode não representar muito, mas no relacionamento entre cliente e fornecedor, pode sim ser muito representativo. Por fim, destaca-se que essa rede social, apesar de ter sido criada sem muitas expectativas, hoje apresenta ferramentas que talvez a 5, quem sabe 4 anos atrás ninguém imaginava. 


O Facebook veio pra ficar, mais do que isso, veio para de uma vez por todas aproximar clientes e fornecedores, consumidores finais e varejistas, e assim por diante. Uma dica final: sempre responda seus clientes e até mesmo colaboradores quando a empresa for procurada via fan page, isso pode demonstrar a importância que a organização está dando ao relacionamento que alí existe. Porém, muito cuidado, porque se a resposta não for apropriada ou até mesmo não houver resposta, as conseqüências podem ser irreparáveis.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Como planejar mais um ano que se aproxima? Fazendo acontecer.


Boa tarde! 

Publico abaixo mais um texto escrito por mim, no qual abordo uma visão um pouco mais voltada para nós, administradores (ou futuros administradores, é claro) e nossas carreiras profissionais, do que para as organizações em si. Apesar de que, uma organização com profissionais de sucesso, conseqüentemente de sucesso também será. 


Quem nunca ouviu frases do tipo: Mais vale uma ação do que mil palavras. Ou então: Planejamento não é nada sem ação. É com estas frases que se inicia este texto. 
A seguir, se apresentam alguns itens que podem ser considerados indispensáveis no planejamento de um novo ano de trabalho. Porém, tudo estará perdido se de fato não for colocado em prática o que se planejou. É preciso muita energia, muita cobrança pessoal, disciplina, mas todos são capazes, basta querer. 

Aprendizado: Educação e cultura nunca são demais. Se você está terminando algum curso de aperfeiçoamento, ou até mesmo uma graduação, é hora de planejar para no máximo o segundo semestre do próximo ano uma seqüência. Seja na mesma área ou não. Estudos indicam que qualquer profissional que passar dois anos sem algum tipo de aperfeiçoamento, está devendo aos concorrentes. 

Prioridades: O tempo é de não se ter tempo. Trocadilhos a parte, todos reclamam de falta de tempo, para qualquer que seja a atividade, desde profissional até para uma atividade física. Defina suas prioridades e as cumpra. Só assim verá que pro que realmente é importante, não falta tempo. 

Vida virtual, interatividade: O ideal é sempre manter-se atualizado, mas sempre com limites e dosagens. A vida virtual já se tornou parte do dia-a-dia de todas as empresas e de todos os profissionais, de qualquer ramo. Grandes oportunidades podem surgir através de redes sociais, é só ficar esperto. 

Trabalho em equipe: Quem ainda não se adequou a esta nova característica de trabalho, que está presente principalmente nas grandes empresas, deve pensar nisso já para o dia 01 de Janeiro. Uma tarefa em equipe pode ser difícil, sozinho? Talvez impossível. 

Saúde, bem estar: Nada se faz sem saúde e sem bem estar, sem se sentir bem. Clima organizacional é assunto diário em debates e congressos. E não se engane, um depende do outro. Um profissional que já não se sente bem em seu ambiente de trabalho, pode adoecer. Assim como uma pessoa doente pode influenciar negativamente em um ambiente de trabalho. 

E O MAIS IMPORTANTE: Juntar todos seus planos, sonhos e desejos, e fazer acontecer. Outros diversos itens poderiam ter sido citados acima, mas como já foi falado aqui, de nada adianta planejar, se a ação não acontecer. É preciso ter atitude, cabeça erguida e vontade de vencer. 


Bom gente, depois de mais este texto publicado, vou usar este espaço que tantas alegrias já me proporcionou neste ano, para desejar um Excelente Natal a todos, e que o ano que vem seja de muitas Conquistas e Realizações para cada um de vocês! 
Como o Blog também é gente (risos), vamos tirar um breve período de férias, e no dia 31 de Janeiro de 2012 retornamos com ainda mais força. FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

O que relacionar dos protestos na USP com administração. Na minha opinião?

Boa tarde! 



Já tem alguns dias que penso em escrever um texto sobre o que vinha acontecendo na USP, mas, até por medo de não ser bem interpretado, ainda não tinha tomado coragem. Agora sim, aproveitando para relacionar com o tema principal do Blog, divulgo texto meu que expressa um pouquinho da minha opinião sobre o que aconteceu, e o que isso pode ter a ver com administração. 


Muito se falou durante todos esses dias sobre os protestos que ocorreram na USP em São Paulo. Diversas opiniões, muitas muito bem embasadas, outras nem tanto. Pessoas públicas, outras não. O que se sabe é que foram muitas pessoas a favor e uma outra enormidade contra. 
Enfim, seguirá aqui um pouco da minha opinião e também uma breve relação do que aconteceu (de novo, na minha opinião) com administração. 

Em um primeiro momento, o que a imprensa noticiou é que os protestos aconteceram em função de três estudantes terem sido presos por estarem fumando maconha dentro do campus. Por vários dias a imprensa martelou nesta mesma tecla, e acredito que foi isso que noticiaram até o fim. Bom, sobre maconha não entrarei em méritos neste texto, o que se sabe é que este assunto já é motivo de diversos debates e até mesmo se fala em liberação do uso da maconha. Ponto. 

O que a imprensa não deixou claro, é que este foi apenas o estopim que os estudantes precisavam para protestar contra a presença da Polícia Militar no campus. O que os estudantes queriam não era que os policiais deixassem a universidade, mas sim passassem a agir de maneira diferente, mais correta. Após a morte de um estudante dentro do campus em maio deste ano (o que não comentarei por não ter maiores informações sobre o ocorrido), o atual reitor teria pedido o aumento do efetivo de policiais militares e ainda contratado segurança terceirizada. O atual reitor, João Grandino Rodas, nos diversos cargos que ocupou, tem adotado medidas violentas: processos administrativos contra estudantes e funcionários, revistas policiais infundadas e recorrentes nos corredores das unidades e centros acadêmicos, vigilância sobre participantes de manifestações e intimidação generalizada. Ou seja, se o próprio reitor age de tal maneira, porque os policiais e seguranças terceirizados iriam agir de outra, E ESSE É O PRINCIPAL MOTIVO DOS PROTESTOS, justamente não poder protestar, não poder discutir, não poder confrontar nenhum tipo de decisão do reitor. 

Entendido que apesar de os estudantes terem “estourado” em função da prisão dos três colegas que foram pegos fumando maconha, mas que na verdade o principal motivo dos protestos é a maneira como a PM vem agindo, instruída pelo próprio reitor, impedindo os estudantes de qualquer tipo de protesto contra a atual reitoria e impedindo com isso também que haja o debate, para qualquer que seja o assunto, vamos a relação disso tudo com a administração. 

Rápida relação, mas de grande importância no dia-a-dia das empresas. Conflitos, essa é a palavra. Muitos gestores, gerentes e até líderes parecem querer evitar os conflitos dentro das organizações, mas talvez esse não seja o caminho. SE NÃO HOUVER DEBATE, CONFLITOS E DISCUSSÃO, NÃO HAVERÁ TRANSFORMAÇÃO, E MUITO MENOS EVOLUÇÃO! Sim, isso vale para as empresa também. É possível usar como exemplo os coachings, profissão tão valorizada e bem vista atualmente, que são profissionais que atuam encorajando e/ou motivando os seus comandados, procurando transmitir-lhes capacidades ou técnicas que melhorem as suas competências profissionais ou pessoais, visando a satisfação de objetivos definidos por ambos. Ou seja, se uma profissão tão falada atualmente trabalha justamente para desenvolver a capacidade do próximo e aumentar suas competências, com certeza haverá debate, haverá conflitos, e é a partir destes conflitos que novas ideias surgem, novos caminhos. Frente a problemas habituais que acontecem nas empresas, nada melhor do que varias ideias e opiniões para se ter certeza que está se tomando a decisão correta. 

Conclusão: Se em uma universidade não houver espaço para opiniões distintas, conflitos de ideias e diferentes posições sobre quaisquer que sejam os assuntos, como cobrar dos futuros profissionais que ali estão estudando, que façam isso nas empresas onde atuarão depois de formados? Impossível. O que me chateia são as opiniões infundadas e preconceituosas sobre estes tipos acontecimentos, mas são tantas que passaria mais de um dia aqui escrevendo sobre.


Aproveito para compartilhar com vocês três links de textos sobre os acontecimentos na USP. Quem quiser saber um pouco mais do que não foi noticiado pela imprensa, fique a vontade.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Pesquisa de Marketing. Importante ferramenta para tomada de decisões.

Boa tarde!



Motivado pela Professora Vera Muller, da disciplina de Pesquisa de Marketing do curso de Administração na Universidade Feevale, eu e mais quatro colegas desenvolvemos um projeto de pesquisa de marketing, que por consequência ou não, teve o próprio Blog que aqui escrevo como objeto de estudo.



A pesquisa de marketing tem por objetivo a coleta de dados e informações sobre determinado mercado ou ramo, informações essas que após analisadas auxiliam nas tomadas de decisão, e no exercício de um papel pró-ativo na gestão empresarial.
A pesquisa de marketing apresenta algumas etapas básicas para que se tenha um resultado satisfatório, são eles: Definição do problema; Objetivos (gerais e específicos); Desenvolvimento do plano de pesquisa; Coleta de dados (informações) através da pesquisa em si; Análise dos dados; Apresentação dos resultados; e Tomada de decisões baseado nos resultados.

Enfim, após breve introdução sobre o assunto, vamos ao que interessa.
A pesquisa que segue busca conhecer os interesses relevantes de leitores ativos e também de novos leitores deste Blog. A fim de fidelizar os atuais, e aumentar o número de novos, através da abordagem destas pessoas que ainda não o conhecem. Fica também já um exemplo de questionário que pode ser usado em pesquisas de marketing, com questões de relevância, múltipla escolha e perguntas abertas. 


Desde já agradeço a participação de todos!
Um ótimo final de semana!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Pequenas e médias empresas é lugar de pessoas. Tecnologia? Deixa para os grandes.

Boa tarde!

Abaixo publico mais um texto meu, abordando a importância das pequenas e médias empresas em nosso país. Espero que contribua bastante com todos que tiverem a oportunidade de ler.



A importância das pequenas e médias empresas no Brasil. O termo: “Tecnologia? Deixa para os grandes.”, constante no título do texto, pode parecer ultrapassado, mas não, não no contexto que será abordado neste aqui. Que é um sonho para qualquer profissional qualificado trabalhar em uma grande organização, em uma empresa líder de mercado, uma multinacional, isso é uma certeza, porém, para o desenvolvimento do país e até mesmo para o desenvolvimento de profissionais com baixo nível educacional, não pode-se deixar de lado as pequenas e médias empresas. 

Micro (pequena) empresa é uma empresa que conta com 20 a 99 colaboradores, já as médias vão de 100 a 499, falando de indústrias. E sim, é aí que está o maior número de trabalhadores no Brasil, neste tipo de empresas. De acordo com informações do Sebrae (2008), as pequenas e médias empresas representam 43% da renda do setor industrial, o que equivale a quase 30% do PIB do Brasil. Quanto ao número de empregos, essas empresas já atingem a faixa de 60% da força de trabalho disponível, ou seja, a maior parte. Mas como isso, se as grandes é que são grandes? E o que isso tem a ver com automação, com tecnologia de ponta?A resposta será dada. 

As grandes organizações, todas elas focadas em baixar os custos e aumentar a qualidade do produto/serviço, investem cada vez mais em tecnologia, robótica e automação. Isso lentamente está substituindo a mão-de-obra humana, ou pelo menos a mão-de-obra mais operacional, porque afinal, mesmo tendo tecnologia alguém precisa operar estes robôs. De qualquer maneira, é preciso observar que antes desta explosão de tecnologia e informação, a figura destes “operadores” já existia, só que para operar pessoas, eram os gerentes, e essas pessoas tinham emprego garantido. 
Não que as pequenas e médias empresas não possam investir em tecnologia, elas devem fazer isso, se não, acabam sendo ultrapassadas pelos seus concorrentes. Na verdade, o que muda é a proporção destes investimentos. Se uma empresa começa a investir, investir e crescer cada vez mais baseada em tecnologia e automação, provavelmente em um curto espaço de tempo deixará de ser pequena. 

Um enorme desafio aparece neste cenário: Nas pequenas empresas está o maior número de trabalhadores, mas é nas grandes que estão os melhores projetos de recursos humanos. Ato falho, não? Sim. As pequenas e médias sofrem demasiadamente por não terem – às vezes por falta de recursos financeiros – setores de RH, que realmente valorizem e estimulem a gestão de pessoas. Um indicador de fácil entendimento neste aspecto é o índice de rotatividade de trabalhadores. 
Outro grande desafio, mas agora envolvendo a relação entre as administrações públicas e essas pequenas empresas, são as barreiras e burocracias apresentadas pelos governos frente essas empresas, que querendo ou não, tem parcela importantíssima no desenvolvimento nacional. Incentivos fiscais, por exemplo, que costumeiramente são oferecidos as grandes empresas, não passam nem perto das pequenas. Os governos poderiam, pelo menos, oferecer cursos, especializações, palestras, tanto para os gestores como para os colaboradores das médias e pequenas, a fim de estimular o interesse por educação, muitas vezes esquecidos por estes profissionais. 

Por fim, resgata-se o que já foi dito: Tecnologia, automação e robótica são muito importantes para o desenvolvimento industrial e social mundial. São interessantes também para os pequenos, mas estes não podem, de maneira alguma, esquecer ou mesmo desacreditar na força mais valiosa de todas: A força do homem, do ser humano. 
Agora sim, pra terminar: E o governo como pode contribuir positivamente para este desenvolvimento dos pequenos e médios? Bom, melhor cada um por si. Porque o governo parece não querer fazer por todos. Parece.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Se Comunicação é essencial para o negócio? Claro. Mas como se comunicar corretamente?

Boa tarde!

Publico a seguir texto assinado por mim, que trata do assunto Comunicação, palavrinha mágica em todos os aspectos de nossas vidas, e, como não poderia deixar de ser, no dia-a-dia de todas empresas.


Comunicação Assertiva. Esse é o tipo de comunicação mais comentado por líderes, palestrantes e professores no âmbito da administração. Mas trazem-se os fatos: 

Comunicação é a ação, efeito ou meio de comunicar; aviso, informação; participação; transmissão de uma ordem ou reclamação; relação, correspondência fácil; processo pelo qual idéias e sentimentos se transmitem de indivíduo para indivíduo, tornando possível a interação social. Simples definir essa palavra, sem maiores dificuldades de entendimento. 

Mas e quando essas ações não são bem entendidas? Ou quando um líder, um gestor, um professor, precisa, além da habilidade de se comunicar, ter a habilidade de diagnosticar em que tipo de comunicação cada uma das pessoas a sua volta se enquadra, para então definir como agir. Afinal, nenhuma pessoa é igual à outra, não é? 

Na verdade, comunicação é muito mais do que uma pessoa falar para a outra, é mais do que um comercial de TV, por exemplo, que está passando ali, em seus 30 segundos de vídeo. Comunicação é também o que a outra parte entende, o que o receptor assimila do que lhe foi apresentado. 
No meio da administração, que é o que aqui realmente é importante, isso é essencial, e muito. Como um líder vai tirar o máximo de seus liderados, e assim deve o fazer, se não sabe como se comunicar com cada uma das pessoas? Impossível. 

Existem, além do tipo de comunicação já citada no início deste texto, mais dois tipos de comunicação que merecem atenção quando o assunto é gestão empresarial: Comunicação passiva e Comunicação agressiva. 
Uma pessoa com características de comunicação passiva, logo, não poderá ser um bom líder, pois este tipo de profissional está acostumado a ouvir e fazer tudo que o mandam, sem reclamar ou fazer questionamentos, pelo menos na frente e para a pessoa que passou as ordens ou tarefas. Por outro lado, uma pessoa que apresenta características de comunicação agressiva, acaba muitas vezes magoando outras pessoas e as afastando do seu meio. Por isso não conseguirá extrair tudo que um liderado pode oferecer, simplesmente por ter pecado na hora de se comunicar e passar as tarefas ou instruções de um determinado trabalho. 

Enfim, é com uma comunicação assertiva, e agindo de maneira correta ao se comunicar com seus liderados, ou mesmo colegas de trabalho, a fim de manter sempre as melhores relações possíveis entre todas as pessoas que estão ali em busca dos mesmos objetivos, que se destacam as melhores características de comunicação organizacional. 

Assertividade é a capacidade de se expressar franca e sinceramente, sem negar os direitos dos outros. O emissor, precisa saber exatamente o que quer, precisa falar por si próprio. É importante usar frases que comecem com “Eu”, e que contenham verbos como “sinto” e “vejo”, por exemplo. Quando um profissional com características assertivas esta recebendo uma informação, precisa fazer questionamentos como “então é isso que você quer?”, e se necessário repetir o que entendeu. Todos têm o direito de dizer “Não”. Faça isso com calma e firmeza, e se possível explique breve e sinceramente o motivo do não. 
Pessoas com características de comunicação assertiva estão sempre em busca da melhor solução para os problemas cotidianos. Isso só facilitará quando necessário lidar com conflitos, quando da necessidade de dizer não, dar e receber feedback, e definir limites entre relações de trabalho. 

Tarefa nada fácil, porém, quando existe pelo menos uma pessoa em uma equipe de trabalho com tais características, e esse profissional consegue instigar isso em seus colegas, já é um bom começo. Sempre trabalhando pelos 100 para se chegar aos 80. Todos profissionais de uma organização com características assertivas, também não dá para imaginar.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Vantagem Competitiva. Seis dicas nada fáceis de alcançar, porém, muito rentáveis se alcançadas.

Boa tarde!

Publico a seguir texto assinado por mim que trata sobre vantagens competitivas, tema sempre atual, e motivo de grandes cases de empresas de sucesso. Espero que gostem e consigam tirar suas próprias conclusões.


Duvido que alguém ainda não ouviu a expressão “vantagem competitiva”. 

Nas universidades, nas organizações, sejam elas grandes ou pequenas, todos os dias se ouve esta expressão como uma meta a se atingir, como um diferencial a se conquistar, e de fato, uma empresa que consegue funcionar com uma vantagem competitiva sobre os demais concorrentes, com certeza colherá os frutos logo ali na frente. 

Cada empresa, podendo variar muito de acordo com o ramo, o porte, as metas, a região e até mesmo a cultura, poderá trabalhar e buscar um tipo diferente de vantagem sobre seus concorrentes, porém, apresenta-se a seguir seis características que podem ser citadas como ótimas vantagens competitivas, se uma organização conseguir uni-las então, é só olhar para frente e não deixar a peteca cair. 

1 Tecnologia e Patentes. 
Quando se fala em inovação, em investimentos em P&D, logo se pode lembrar que inovação não é somente um produto novo, um serviço ainda não oferecido. Inovação também é processo, sem dúvidas. Quando se lança uma nova linha de um produto já existente, por exemplo, mas que teve seu processo aperfeiçoado, é inovação. Inovação é isso, é renovação continuada, é nunca pensar que algo está bom, sempre há o que melhorar, e a tecnologia está diretamente ligada a isso, afinal, vive-se em tempos de transformação, e a tecnologia vem puxando essa frente a um bom tempo. Patentes vem ao natural. Uma empresa líder não pode cometer o equívoco de lançar um produto novo, uma parceria com um fornecedor, sem registrar patente, sem colocar em contrato a parceria. Diferente disso é retrocesso, deixa de ser inovação. 
2 Benefícios Comprovados. 
Com tamanha concorrência de mercado para produtos de consumo, por exemplo, o consumidor já não aceita mais propaganda enganosa. Ou seja, se uma marca de condicionadores para os cabelos promete acabar com as caspas e não o faz, perdeu o cliente. Outro ponto importante citado no texto e também comentado no item 1 é quanto ao processo de desenvolvimento do produto. Se uma marca lança um produto com benefício comprovado, e só ela dispõe de tecnologia para desenvolver o mesmo, bom, daí para frente é só contar as moedas, porque o cofre com certeza vai ficar pequeno. 
3 A Marca Pelo Produto. 
Fala-se Coca-Cola para refrigerantes sabor cola, Omo para sabão em pó, Nescau para achocolatados, ou mesmo Bombril para esponjas de aço. Genial. Organizações que conseguiram ou que ainda conseguirão elevar tais marcas de produtos a sinônimos dos mesmos, chegam onde todas as empresas sonham em chegar. A partir daí o produto vende sozinho, ao natural, claro que se falando de produtos de consumo, por exemplo, precisam estar presentes no maior número de gôndolas possíveis, mas é o auge. A própria Coca-Cola, depois de ter sua marca estabelecida, investe a cada dia em linhas de produtos diferentes, através de uma elasticidade horizontal de produto, que vai de vestuário a calçados. E vende, vende muito. 
4 Características Únicas. 
Quando se fala de características únicas, aproxima-se muito novamente do item 1. Uma empresa que desenvolveu uma fórmula única, um acessório único, e é a única a ter tecnologia para tanto, dificilmente verá suas vendas ameaçadas pelos concorrentes. Aqui mesmo no Brasil temos um caso muito típico, a Guaraná Antártica. A marca inclusive utiliza atualmente em suas campanhas publicitárias o fato de que nenhuma outra empresa consegue “imitar” seu sabor, fala que é único e ainda faz brincadeiras dizendo que a fórmula está escondida a sete chaves, e realmente deve estar. Característica única, certeza de lucro maximizado. 
5 Experiência Com o Produto. 
Quando a empresa realmente conhece seu produto, realmente tem a capacidade de diagnosticar suas melhores características, ela pode usar isso como uma vantagem, sem dúvidas. Experiência soa para o consumidor como certeza de que sua necessidade será sanada. Volta-se ao item 2, benefícios comprovados, quando o consumidor consegue perceber que a empresa conhece seu produto, que a organização de fato sabe do que está falando, ele também já cria a expectativa de que esse produto é de qualidade, que dará resultado. Depois disso, precisa confirmar, é claro. Caso contrário, a percepção de experiência com o produto não vale de nada. 
6 Embalagem. 
Antes de saber do que se trata um produto desconhecido, o consumidor vai olhar, vai ver o produto, vai ter sua atenção disposta por mais ou menos tempo. Claro que além de só “chamar a atenção” do consumidor, a embalagem precisa ser prática, de fácil manuseio. Em muitos casos, a embalagem inclusive se torna característica do produto, pode-se usar como exemplo a Coca-Cola novamente, suas garrafas de dois litros com o formato “diferente” dos demais é uma característica do produto, apesar de não fazer parte do que realmente é entregue ao consumidor, que é o líquido que ali está depositado. Uma coisa é certa, uma garrafa de Coca-Cola e outra qualquer, as duas sem rótulo, possivelmente não serão vistas da mesma maneira. 

Enfim, seis tipos de vantagens que a maioria das organizações deveriam focar e fazer o possível e o impossível para adquirir. 
Se com elas o resultado não é garantido, mas aumentado, sem elas então, bom, daí fica difícil. 
Vale a pena baixar a cabeça e correr atrás.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Feira de Iniciação Científica Universidade Feevale

Boa tarde!

É com enorme satisfação que me utilizo aqui do Blog para convidar a todos a participar da Feira de Iniciação Científica da Universidade Feevale. São centenas de artigos dos mais variados assuntos e também minicursos.

Através do link Programação de apresentação de artigos você pode conferir toda a programação das apresentações dos artigos, e obter mais informações sobre os minicursos neste outro aqui Minicursos.



Mas vamos ao que interessa.

Na sexta-feira, 07, apresento o artigo desenvolvido por mim e mais três colegas de curso, no qual abordo a Estratégia de Precificação na Indústria Moveleira, tendo como objeto do estudo de caso a Carlson Indústria de Móveis Ltda.




Então:
Dia - 07/10/2011 (Sexta-feira)
Horário - Das 19:30 as 22:00 (São 15 minutos de apresentação, porém, sem ordem previamente definida)
Local - Universidade Feevale, Campus II, Prédio Vermelho, Sala 409.

Para quem tiver interesse, na "Rua Coberta", também no Campus II da Universidade Feevale, estão expostos todos os banners dos artigos, o Banner referente ao nosso artigo está no espaço 12.24.

Disponibilizo também, para quem não tiver a oportunidade de comparecer, o artigo na internet. Segue Estratégia de Precificação na Indústria Moveleira.


Aproveito para desejar os parabéns a Universidade Feevale pela iniciativa. É assim, e somente assim que se estimula a pesquisa e a busca pelo conhecimento. Espero poder participar da próxima feira no ano que vem, ano de minha despedida da Universidade.