terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Como planejar mais um ano que se aproxima? Fazendo acontecer.


Boa tarde! 

Publico abaixo mais um texto escrito por mim, no qual abordo uma visão um pouco mais voltada para nós, administradores (ou futuros administradores, é claro) e nossas carreiras profissionais, do que para as organizações em si. Apesar de que, uma organização com profissionais de sucesso, conseqüentemente de sucesso também será. 


Quem nunca ouviu frases do tipo: Mais vale uma ação do que mil palavras. Ou então: Planejamento não é nada sem ação. É com estas frases que se inicia este texto. 
A seguir, se apresentam alguns itens que podem ser considerados indispensáveis no planejamento de um novo ano de trabalho. Porém, tudo estará perdido se de fato não for colocado em prática o que se planejou. É preciso muita energia, muita cobrança pessoal, disciplina, mas todos são capazes, basta querer. 

Aprendizado: Educação e cultura nunca são demais. Se você está terminando algum curso de aperfeiçoamento, ou até mesmo uma graduação, é hora de planejar para no máximo o segundo semestre do próximo ano uma seqüência. Seja na mesma área ou não. Estudos indicam que qualquer profissional que passar dois anos sem algum tipo de aperfeiçoamento, está devendo aos concorrentes. 

Prioridades: O tempo é de não se ter tempo. Trocadilhos a parte, todos reclamam de falta de tempo, para qualquer que seja a atividade, desde profissional até para uma atividade física. Defina suas prioridades e as cumpra. Só assim verá que pro que realmente é importante, não falta tempo. 

Vida virtual, interatividade: O ideal é sempre manter-se atualizado, mas sempre com limites e dosagens. A vida virtual já se tornou parte do dia-a-dia de todas as empresas e de todos os profissionais, de qualquer ramo. Grandes oportunidades podem surgir através de redes sociais, é só ficar esperto. 

Trabalho em equipe: Quem ainda não se adequou a esta nova característica de trabalho, que está presente principalmente nas grandes empresas, deve pensar nisso já para o dia 01 de Janeiro. Uma tarefa em equipe pode ser difícil, sozinho? Talvez impossível. 

Saúde, bem estar: Nada se faz sem saúde e sem bem estar, sem se sentir bem. Clima organizacional é assunto diário em debates e congressos. E não se engane, um depende do outro. Um profissional que já não se sente bem em seu ambiente de trabalho, pode adoecer. Assim como uma pessoa doente pode influenciar negativamente em um ambiente de trabalho. 

E O MAIS IMPORTANTE: Juntar todos seus planos, sonhos e desejos, e fazer acontecer. Outros diversos itens poderiam ter sido citados acima, mas como já foi falado aqui, de nada adianta planejar, se a ação não acontecer. É preciso ter atitude, cabeça erguida e vontade de vencer. 


Bom gente, depois de mais este texto publicado, vou usar este espaço que tantas alegrias já me proporcionou neste ano, para desejar um Excelente Natal a todos, e que o ano que vem seja de muitas Conquistas e Realizações para cada um de vocês! 
Como o Blog também é gente (risos), vamos tirar um breve período de férias, e no dia 31 de Janeiro de 2012 retornamos com ainda mais força. FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Resiliência. Resili... o quê?

Boa tarde! 

Publico a seguir texto que desenvolve um pouco sobre este valioso assunto, que por muitas pessoas passa despercebido, ou até mesmo causa indiferença. 


Afinal, o que é resiliência? 
Até mesmo no meio acadêmico algumas pessoas não sabem definir ao certo esta palavra tão importante para a administração. Resiliência é uma competência que todos os líderes deveriam ter, se não como uma competência nata, mas adquirida. Mas essa característica não se limita somente a líderes e gestores, e também não é matéria para duas, três horas de treinamento, muito mais tempo precisa ser dedicado para se adquirir resiliência. Atualmente, qualquer colaborador em uma organização passa por situações onde é muito exigido, onde tem que trabalhar sob pressão, e é aí que aparecem as maiores dificuldades na gestão de pessoas nas empresas: a falta de resiliência dentro de uma equipe de trabalho. 

A resiliência, sob um olhar mais formal, nada mais é do que a capacidade que o indivíduo tem em lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas sem entrar em surto psicológico, sem se estressar, como é comum ouvirmos no dia-a-dia. 

Sabe-se que devido à concorrência que a cada dia aumenta, seja qual for o ramo de mercado, devido à enorme concorrência de profissionais qualificados disponíveis, muitas vezes os ânimos esquentam e fica difícil de manter algumas rotinas dentro das organizações. Resiliência, agora totalmente voltado ao meio empresarial, se trata de uma tomada de decisão quando alguém depara com um contexto entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. Essas decisões propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade, quando essa pessoa consegue assimilar o que de fato ocorreu, e aí sim, seguir em frente. 

Rapidamente, exemplificam-se situações distintas, da base para o topo e do topo para a base. 
Da base para o topo: o colaborador frente a uma situação adversa, a uma situação onde está sendo pressionado, precisa levantar a cabeça e encarar aquilo como um desafio, uma oportunidade de crescimento dentro da empresa. Se sair-se bem, sai fortalecido. 
Do topo para a base: o líder ou gestor que se vê em uma situação problemática, precisa agir com muita calma e levar uma palavra sempre a sua frente, razão. Líderes e gestores são as pessoas que tomam decisões nas empresas, e essas decisões precisam ser pensadas para que possam ser acertadas. Quando for uma decisão que se refira a outra pessoa, a algum colaborador, por exemplo, deve-se agir com o maior cuidado possível, porque esse colaborador pode não ter essa rica competência, interpretar mal a situação, e sair desmotivado. 

Ser resiliente não é fácil, mas é necessário. Situações adversas vão acontecer em todas as organizações e todos os dias, cabe a nós, pessoas inseridas nessas realidades, agir da maneira mais correta e sensata na busca pela excelência profissional.


Abaixo compartilho com vocês um vídeo onde a consultora de empresas Cristiane Barreto contribui bastante para o texto lido acima.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ei, vamos falar de Marketing?

Boa tarde! 

Publico a seguir texto que aborda este tão importante braço da administração de empresas, afinal, é através do marketing que se tem o contato direto com o cliente e todas as suas necessidades. 


Marketing digital, marketing estratégico, marketing de relacionamento, pesquisa de marketing. São tantas as possibilidades de se abordar marketing, que seria impossível escrever um bom texto em 30, 40 linhas. Aborda-se, então, quem sabe uma das características mais importantes disso tudo: Comunicação e publicidade. 

Exemplos de campanhas publicitárias de sucesso são tantos, e às vezes tão impactantes, que é comum nem nos darmos conta que sem o marketing não há publicidade, afinal, uma campanha de comunicação entre qualquer organização e seu consumidor, só é estruturada depois de o marketing passar todas as necessidades e características desse consumidor para a empresa, ou setor dentro da própria empresa responsável pela publicidade. 

Coca-Cola, Havaianas, Cerveja Skol. São vários os exemplos, mas é a partir de outra empresa que se fará as maiores considerações por aqui, o Grupo Zaffari. Pode parecer oportunismo, mas não, não é de agora que este grupo de reconhecido sucesso no cenário gaúcho se utiliza de datas festivas para aproximar-se de seus clientes, e um aspecto é percebido em todas as ultimas inserções da empresa na televisão, o aspecto emocional. Campanhas reverenciando as Mães, em seu dia, o aniversário de Porto Alegre, Semana Farroupilha e, que agora está em evidência, o Natal. 

O que a empresa aborda, em nenhum momento é o seu produto, ou preço baixo, quiçá qualidade ou bom atendimento. A empresa simplesmente se coloca em evidência. Está na boca do povo. Com a ferramenta da internet então, nem se fala, ou você não sabe de qual propaganda eu estou falando? Difícil não saber. Claro, falando-se do Grupo Zaffari, nem é preciso discutir muito qualidade ou preço, a empresa já tem seu público bem definido, o que se fala aqui é da importância de saber usar o que se tem a disposição para chamar ainda mais a atenção de quem está a sua volta, além é claro, do que realmente é mensurável em marketing, que é o relacionamento com o cliente, promoções, o produto em si, entre outros. 

É claro que de nada adianta uma inovadora estratégia de marketing, uma equipe excelente de vendas, campanhas extraordinárias na televisão, se o produto ou serviço não atingir as expectativas do cliente, isso é essencial. Juntar tudo isso é administrar, é saber liderar, é ter visão estratégica, uma visão compartilhada de todo o processo, e isso não se faz sozinho. Liderar é fácil quando se reúne pessoas melhores que você a sua volta. 


Divido com vocês abaixo a propaganda do Grupo Zaffari para este Natal, e mais algumas que emocionaram e continuam emocionando quem as vê, por suas diferentes abordagens.





terça-feira, 29 de novembro de 2011

Inovação! O que não vemos por trás dos produtos inovadores.

Boa tarde! 


Publico abaixo texto escrito por mim, trazendo um olhar um pouquinho mais estratégico sobre a ideia de inovação nas organizações. A intenção é fazer entender que inovação não é somente o produto pronto, mas sim o processo como um todo. 


Inovação! 
Fácil: lançar produtos novos, a todo o momento. Ser o primeiro em determinado ramo, segmento, nicho de mercado. A grosso modo é isso mesmo. Mas e como as empresas que puxam as demais no caminho da inovação agem para tal? Bom, renderia uma bela pesquisa científica à resposta para esse questionamento, então, o texto fará uma breve abordagem sobre o assunto. 

Inovação pode ser também definida como fazer mais com menos recursos, pode ser permitir ganhos de eficiência em processos, sejam eles produtivos, sejam administrativos ou mesmo financeiros, pode ser uma nova maneira de prestar um serviço, ser sempre o primeiro e ser o motor da competitividade entre os concorrentes. A inovação quando cria aumentos de competitividade pode ser considerada como um fator fundamental no crescimento econômico de uma sociedade. Ou seja, em uma sociedade onde é estimulada a inovação organizacional entre as empresas, a chance de a economia local ir bem é muito grande. 

Porém, nem tudo é alegria quando se fala de inovação. Para uma empresa ser considerada inovadora de fato, ela precisa ter um modelo de gestão muito bem definido, uma cultura consolidada e, além disso, profissionais que tenham a inovação como característica, e isso, convenhamos, não é pra qualquer empresa por aí. 

Como já lembrado anteriormente, a inovação está na nuvem que paira na organização, ou seja, em todo o processo. Na produção, por exemplo, a inovação se dá quando a empresa consegue implantar uma cultura de melhorias contínuas, onde nunca está tudo bem, tudo certo, sempre tem o que melhorar, o que inovar. Falando de pessoas, ou melhor, gestão de pessoas, para a inovação ser percebida, não basta simplesmente a empresa ter um bom setor de RH, é mais do que isso, os líderes precisam ser muito mais do que líderes, precisam operar quase como um coaching, estimulando seus liderados a sempre buscarem informação, buscarem conhecimento. Em finanças, inovar pode ser buscar uma alternativa mais rentável para o dinheiro que está parado. Para custos, uma maneira mais econômica de produzir determinado produto, uma matéria-prima substituta. Sem falar de marketing, publicidade, comunicação, que dão aulas de inovação a cada campanha de um novo produto. 

Por fim, quando se vê por aí um iPad (da Apple), um Veloster (Hyundai), uma TV de LED 3D, de uma marca qualquer, logo se lembra de inovação, de um produto inovador, mas você já tinha parado para pensar em tudo que está por trás disso? São organizações inovadoras.
INOVAÇÃO é criar, é pensar estrategicamente, é mudar paradigmas. Inovar é gerir com excelência. Gestão, todas as empresas tem, gestões inovadoras, pouquíssimas.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Vender. Um talento que nasce com você ou que pode ser adquirido?

Boa tarde! 



Publico a seguir texto escrito por mim que trata sobre o processo de vendas. Afinal, se a empresa não der o máximo de atenção para esta parte do seu processo, de nada adiantará se preocupar com o restante. 



Muitos especialistas discutem se vender é uma competência que nasce com as pessoas, ou se pode ser adquirida através de cursos, palestras, seminários, entre outros. Algumas características inatas dos seres-humanos podem contribuir para que um profissional de vendas tenha sucesso, mas não se pode deixar de citar que sua educação e cultura, adquiridas com o passar dos anos, farão muita diferença. Além disso, este profissional pode também buscar conhecimento com especialistas, profissionais rodados e com sucesso comprovado. 

Um breve passo-a-passo pode ser seguido, o que com certeza ajudará bastante no decorrer deste importante processo para qualquer organização. 

A atividade de vendas é considerada um processo, em razão de compreender uma série de etapas, pode-se destacar oito como as mais importantes, são elas: prospecção; pré-abordagem; abordagem; identificação de necessidades; apresentação; tratamento das objeções; fechamento da venda; acompanhamento. 
1 Prospecção: Nem sempre o bom cliente para os produtos de uma empresa é considerado bom cliente para os produtos de outra organização. Algumas organizações podem prospectar clientes com alto poder aquisitivo, capacidade de compra, enquanto outras consideram reconhecimento social, por exemplo, como prioridade. 
2 Pré-abordagem: É neste momento que ocorre a coleta de informações sobre o cliente potencial e sua empresa antes da visita. Pode-se fazer uma comparação com um candidato a um emprego que deve investigar a empresa pela qual busca a vaga. 
3 Abordagem: A primeira impressão é a que fica. Por isso, na primeira visita, ou seja, na abordagem inicial, deve-se redobrar a atenção com todas as atitudes. Ações e até mesmo o jeito de falar, que poderão passar despercebidos em visitas futuras, devem ser calmamente planejados para que o cliente tenha uma boa impressão. 
4 Identificação de Necessidades: Para esta etapa ser ultrapassada com sucesso pleno, o vendedor precisa ter a habilidade de conseguir extrair do seu cliente, todas as informações necessárias para que o próximo passo possa ser iniciado. É através de entrevistas abertas que esse vendedor abordará seu cliente para descobrir as reais necessidades do mesmo. 
5 Apresentação: A apresentação, em vendas, pode variar de acordo com o tipo de produto. Além disso, existem formas variadas de apresentação, sendo: memorizada, fórmula de vendas e satisfação das necessidades. Porém, para todas elas, o vendedor deve prestar muita atenção nos seguintes princípios: chamar a atenção, despertar o interesse e o desejo e conduzir a ação. Todo o planejamento anterior pode resultar em nada a partir do momento que a visita é conduzida de maneira equivocada. 
6 Tratamento das Objeções: Todos os clientes prospectados e por sua vez visitados, podem apresentar objeções sobre determinados produtos. O papel do vendedor nestes casos é justificar tal objeção com alguma qualidade evidente do produto. O vendedor precisa tomar cuidado porque uma objeção pode surgir de uma apresentação mal feita, ou seja, o vendedor tinha a resposta, mas por algum descuido não a explicitou para o cliente com pró-atividade. 
7 Fechamento da Venda: Todo o esforço empregado nas etapas anteriores culmina nesta etapa, ou seja, no fechamento da venda. É nesta etapa que se elenca as características do produto, de acordo com as necessidades do cliente, para emitir um pedido de compra, um compromisso entre as partes, seja ele formal ou não. Após isso, a venda foi consumada. 
8 Acompanhamento: O acompanhamento pode ser considerado uma das etapas mais importantes. Por mais que o vendedor se esforce e consiga efetuar a venda, é essencial que ele tenha todo o cuidado para que o produto chegue até o cliente conforme tudo que foi combinado no fechamento do negócio. Infelizmente nem sempre isso acontece, e o vendedor muitas vezes sequer tem culpa disso. 

Enfim, vender requer muita atenção, aplicação e conhecimento de causa de qualquer profissional que deseja se tornar um vendedor de sucesso. Ainda poderia ter sido abordado a questão do pós-venda, mas normalmente existe uma equipe de apoio, interna ou externa, que fica encarregada desta tarefa. 
Vender não é fácil, mas pode ser muito rentável para o profissional que souber fazer bem feito.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

O que relacionar dos protestos na USP com administração. Na minha opinião?

Boa tarde! 



Já tem alguns dias que penso em escrever um texto sobre o que vinha acontecendo na USP, mas, até por medo de não ser bem interpretado, ainda não tinha tomado coragem. Agora sim, aproveitando para relacionar com o tema principal do Blog, divulgo texto meu que expressa um pouquinho da minha opinião sobre o que aconteceu, e o que isso pode ter a ver com administração. 


Muito se falou durante todos esses dias sobre os protestos que ocorreram na USP em São Paulo. Diversas opiniões, muitas muito bem embasadas, outras nem tanto. Pessoas públicas, outras não. O que se sabe é que foram muitas pessoas a favor e uma outra enormidade contra. 
Enfim, seguirá aqui um pouco da minha opinião e também uma breve relação do que aconteceu (de novo, na minha opinião) com administração. 

Em um primeiro momento, o que a imprensa noticiou é que os protestos aconteceram em função de três estudantes terem sido presos por estarem fumando maconha dentro do campus. Por vários dias a imprensa martelou nesta mesma tecla, e acredito que foi isso que noticiaram até o fim. Bom, sobre maconha não entrarei em méritos neste texto, o que se sabe é que este assunto já é motivo de diversos debates e até mesmo se fala em liberação do uso da maconha. Ponto. 

O que a imprensa não deixou claro, é que este foi apenas o estopim que os estudantes precisavam para protestar contra a presença da Polícia Militar no campus. O que os estudantes queriam não era que os policiais deixassem a universidade, mas sim passassem a agir de maneira diferente, mais correta. Após a morte de um estudante dentro do campus em maio deste ano (o que não comentarei por não ter maiores informações sobre o ocorrido), o atual reitor teria pedido o aumento do efetivo de policiais militares e ainda contratado segurança terceirizada. O atual reitor, João Grandino Rodas, nos diversos cargos que ocupou, tem adotado medidas violentas: processos administrativos contra estudantes e funcionários, revistas policiais infundadas e recorrentes nos corredores das unidades e centros acadêmicos, vigilância sobre participantes de manifestações e intimidação generalizada. Ou seja, se o próprio reitor age de tal maneira, porque os policiais e seguranças terceirizados iriam agir de outra, E ESSE É O PRINCIPAL MOTIVO DOS PROTESTOS, justamente não poder protestar, não poder discutir, não poder confrontar nenhum tipo de decisão do reitor. 

Entendido que apesar de os estudantes terem “estourado” em função da prisão dos três colegas que foram pegos fumando maconha, mas que na verdade o principal motivo dos protestos é a maneira como a PM vem agindo, instruída pelo próprio reitor, impedindo os estudantes de qualquer tipo de protesto contra a atual reitoria e impedindo com isso também que haja o debate, para qualquer que seja o assunto, vamos a relação disso tudo com a administração. 

Rápida relação, mas de grande importância no dia-a-dia das empresas. Conflitos, essa é a palavra. Muitos gestores, gerentes e até líderes parecem querer evitar os conflitos dentro das organizações, mas talvez esse não seja o caminho. SE NÃO HOUVER DEBATE, CONFLITOS E DISCUSSÃO, NÃO HAVERÁ TRANSFORMAÇÃO, E MUITO MENOS EVOLUÇÃO! Sim, isso vale para as empresa também. É possível usar como exemplo os coachings, profissão tão valorizada e bem vista atualmente, que são profissionais que atuam encorajando e/ou motivando os seus comandados, procurando transmitir-lhes capacidades ou técnicas que melhorem as suas competências profissionais ou pessoais, visando a satisfação de objetivos definidos por ambos. Ou seja, se uma profissão tão falada atualmente trabalha justamente para desenvolver a capacidade do próximo e aumentar suas competências, com certeza haverá debate, haverá conflitos, e é a partir destes conflitos que novas ideias surgem, novos caminhos. Frente a problemas habituais que acontecem nas empresas, nada melhor do que varias ideias e opiniões para se ter certeza que está se tomando a decisão correta. 

Conclusão: Se em uma universidade não houver espaço para opiniões distintas, conflitos de ideias e diferentes posições sobre quaisquer que sejam os assuntos, como cobrar dos futuros profissionais que ali estão estudando, que façam isso nas empresas onde atuarão depois de formados? Impossível. O que me chateia são as opiniões infundadas e preconceituosas sobre estes tipos acontecimentos, mas são tantas que passaria mais de um dia aqui escrevendo sobre.


Aproveito para compartilhar com vocês três links de textos sobre os acontecimentos na USP. Quem quiser saber um pouco mais do que não foi noticiado pela imprensa, fique a vontade.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Pesquisa de Marketing. Importante ferramenta para tomada de decisões.

Boa tarde!



Motivado pela Professora Vera Muller, da disciplina de Pesquisa de Marketing do curso de Administração na Universidade Feevale, eu e mais quatro colegas desenvolvemos um projeto de pesquisa de marketing, que por consequência ou não, teve o próprio Blog que aqui escrevo como objeto de estudo.



A pesquisa de marketing tem por objetivo a coleta de dados e informações sobre determinado mercado ou ramo, informações essas que após analisadas auxiliam nas tomadas de decisão, e no exercício de um papel pró-ativo na gestão empresarial.
A pesquisa de marketing apresenta algumas etapas básicas para que se tenha um resultado satisfatório, são eles: Definição do problema; Objetivos (gerais e específicos); Desenvolvimento do plano de pesquisa; Coleta de dados (informações) através da pesquisa em si; Análise dos dados; Apresentação dos resultados; e Tomada de decisões baseado nos resultados.

Enfim, após breve introdução sobre o assunto, vamos ao que interessa.
A pesquisa que segue busca conhecer os interesses relevantes de leitores ativos e também de novos leitores deste Blog. A fim de fidelizar os atuais, e aumentar o número de novos, através da abordagem destas pessoas que ainda não o conhecem. Fica também já um exemplo de questionário que pode ser usado em pesquisas de marketing, com questões de relevância, múltipla escolha e perguntas abertas. 


Desde já agradeço a participação de todos!
Um ótimo final de semana!